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quarta-feira, julho 04, 2012
domingo, janeiro 09, 2011
Encontros homeopáticos de Oeanólogas
Enquanto mais fotos não vêm... Eu coloco o que tenho por aqui...
Este ano teve o CBO comemorando 40 anos de Oceanologia na FURG e eu não pude ir... Ficarei esperando fotos de quem compareceu para publicar aqui...
Enquanto isso...
Publicarei fotinhos dos encontros homeopáticos, devido às viagens feitas por nós onde nos encontramos nos mares da vida.
A Mari apareceu em Sampa no primeiro semestre. Acho que tiramos fotos só no "Encontro Precioso" (um evento de dança)
Em novembro eu fui pra Curitiba e houve encontro de águas... oops... oceanólogas de 3 ingressos diferente... A Tati, acho que entrou dois anos antes do meu ingresso...e a Aline que foi caloura da minha turma (2001)
Ah, também houve presença, é claro, de "gaviotas"...
Depois, a Mari veio de novo pra Sampa... Réveillon nas brumas...
E a Kel esteve por aqui, ontem... sim, ontem dia 8/1/11 e a Bá também veio passear na Paulicéia desvairada... Fotos em breve =)
Este foi um post totalmente pessoal, mas é porque achei que estava tudo muito parado por aqui. E como atualizei o layout do blog... achei que merecíamos uma postagem.
quarta-feira, maio 19, 2010
Congresso Brasileiro de Oceanografia "Interativo"
CBO "Interativo"...
Eu e a Kel - blogueiras há muito tempo, inclusive, uma das afinidades que temos além da nossa graduação em Oceanologia com ingresso em 2001 - não pudemos comparecer ao CBO e às solenidades de comemoração de 40 anos de Oceanologia...
Mas como somos totalmente adaptadas à vida virtual, além da real, fazemos parte da cibercultura (inclusive, queria ter apresentado um trabalho sobre isso no CBO este ano, mas não rolou) e, acompanhamos boa parte do que aconteceu através da TV FURG pela internet.
A Kel online no messengerr com mensagem pessoal dizendo que estava assistindo à TV FURG pela internet... cheguei em casa, vi isso... e também conectei.
Ficamos acompanhando e fazendo comentários sobre tudo que era possível vermos e ouvirmos (porque temve som de radio atravessando a transmissão). Comentamos pelo messenger e eu ainda fui publicando comentários e "narrando" fatos no Facebook.... Fizemos o CBO ultrapassar fronteiras e além da transmissão digital, tivemos participação do lado de cá, comentando (coisa que ficaria feio por lá, a gnt falando...kkkk...ainda mais porque eu zooei várias coisas, só vendo no Facebook depois)... Fora os SMS pra Mari!!!
Acompanhei o discurso com o histórico todo, a apresentação do Tatá (huahauhau) do SIGA Egressos... que lindo isso, neh? Ainda mais eu que amo Sistemas de Informação Geográficas... E o livro!!!! Ao mesmo tempo, eu e a Kel "piscamos" no messenger: Eu querooooooo!
Pena não participarmos de corpo, mas estávamos de mente e alma por lá... e olhinhos na tela...
E claro, que eu e a Kel teríamos que estreiar a modalidade "teleconferência de participação de eventos"... Porque nós não fizemos teleconferência pras nossas apresentações de monografias... Algum evento, acabaríamos participando dessa forma.
E, as colegas de ingresso (afinal, eu egressei depois...hehehe) são umas "aparecidas" e ficaram na primeira fila.... Bom que deu pra ver bastante gente!!!! =D
No fim das contas... inovamos na participação!
E claro, eu vim relatar tudo aqui... Porque a Kelestá em Portugal e já era madrugada pra ela ter que vir escrever aqui, neh?
Obs.: A palavra "interativo" está entre aspas, pois não participamos lá em Rio Grande, isso só seria possível se tivessem aberto canais para nos comunicarmos com o pessoal por lá. Mas eu e a Kel interagimos na rede, sim. Quis colocar isso por aqui, pois, "interatividade" é um conceito absurdamente discutido na área de comunicação.... pois é assunto de estudo acadêmico... aí, já viu... Tem que tomar cuidado com as palavras que usamos.... hahahahaha
quinta-feira, outubro 01, 2009
Plantando na Cidade
Porque além dos oceanos existem muitos ambientes pelos quais nos interessamos... Que formam o nosso sistema vivo... a Nossa Terra... Gaia!
Como o que é bom é pra ser visto e divulgado, resolvi colocar esse video aqui. O projeto é desenvolvido numa faculdade particular, de onde faço parte de um programa de extensão comunitária... Cantarolo por lá uma vez por semana em ensaios... e tenho achado muitos programas e projetos interessantes por lá...
Segue a informação:
Para saber mais sobre o Plantando na Cidade clique!
E prestem atenão nas informações do site, tem uma cartilha!
domingo, agosto 10, 2008
Aquecimento Global
Esse video recebi por e-mail faz uns meses, é do site: Omnilife, achei bastante interessante... Complicado que é em espanhol, mas é possível entender.
Gostei porque mostrou que a responsabilidade pela qualidade de vida está em nossas mãos e nossos hábitos.
Mas gostaria de fazer alguns acréscimos com meus conhecimentos oceanográficos que ficaram faltando no vídeo, não vou lembrar de tudo e por isso, gurias, se vocês lembrarem de mais algum acréscimo "gritante" que eu tenha esquecido, por favor, acrescentem!!!!
Seguem minhas observações e acréscimos às informações do filme:
A importância da vida marinha microscópica, neste caso, o fitoplâncton (microalgas) para a "limpeza do ar", sim, boa parte do oxigênio que respiramos é de responsabilidade de microalgas que fazem a fotossíntese e não transpiram como as árvores no período noturno liberando também CO2. Aqui é bom salientar que "não é legal fazer dos oceanos nem lata de lixo e nem esgoto", pois isso a longo prazo poderá provocar reais catástrofes biológicas, fora o que já vimos no câncer-plástico dos oceanos!!!!
A grande importância das árvores para manter a umidade relativa do ar (vapores de água, como diz no filme), e portanto a temperatura agradável e sem grandes gradientes/variações de temperatura... Digamos que as árvores matêm a temperatura mais estável por manterem "água no ar", é só lembrar que em locais com muitas árvores sentimos o ar mais úmido e mais friozinho. Outro "trabalho" das árvores é cnverter o CO2 em biomassa/matéria-prima para muitos produtos.... (Aqui temos o gancho do mercado de carbono que um dia pretendo tratar por aqui!).
Quando falam das variações do nível dos oceanos, e por consequência das regiões costeiras, esquecem-se de dizer que existem variações naturais de ordem geológica. Acrescento neste ponto, a especulação imobiliária e a expansão da construção civil em regiões costeiras como responsáveis pela interferência e consequente desequilíbrio no fluxo de sedimentos, a conhecida erosão costeira. Acrescento ainda a possibilidade de estarmos em período geológico de deglaciação, mas isso leva tempo e está sendo bem estudado.
Chegamos à perte do consumismo, onde sempre colocam a importância da reciclagem. Mas o mais importante é a redução do consumo, redução de embalagens, depois reutilização de todo material e por último a reciclagem, afinal os materiais têm período máximo de reciclagem... a reciclagem do material produzido/modificado/industrializado pelo ser humano não é sempre reciclável como o que é produzido pela Terra/Natureza/Gaia.... O que é natural acaba sendo sempre reassimilado pela prórpia Terra, temos cos ciclos biológicos, geológicos e químicos.... A Terra é auto-reciclável: ciclo da água que evapora (água em estado gasoso) que retorna a ser água líquida e "filtrada"... na verdade destilada e depois fica rica em sais minerais em contato com o ambiente, degradação de matéria orgânica que se transforma em nutrientes pra novos organismos, os mineriais que se transformam em solos e sedimentos.... é uma infinidade de ciclos que a Terra administra/gesta/gerencia.
http://www.omnilife.com/videos/calentamiento_global1.html
Vejam o vídeo no site, pois não consegui fazer o upload.
quinta-feira, julho 17, 2008
Introdução de um Ensaio de Educação Ambiental
Resolvi publicar aqui a introdução do meu ensaio sobre educação ambiental a ser entregue à disciplina de Pesquisa em Psicologia Social. Tenho tentado não perder meus "surtos" criativos e reaproveitá-los ao máximo. Assim, mantemos o Bubbles in the Water atualizado.
A educação ambiental começa a ter destaque e tomar grande corpo em um momento de crise ambiental generalizada. Mesmo que a idéia e a necessidade da educação ambiental tenham surgido no início dos anos 70, sua aplicação não tem sido efetiva e muito menos adequada. A educação ambiental continua sendo tratada de forma que se pareça com uma gestão ambiental, onde existem regras a serem seguidas, atos a serem feitos e limitados a uma visão não-democrática e sim de cumprimento de deveres de acordo com uma suposta etiqueta ecológica.
É o momento da reapropriação da real educação ambiental como um exercício de cidadania, onde as pessoas percebam que são elas as transformadoras e reguladoras do ambiente, todas as pessoas e não apenas o Estado, as grandes indústrias ou grandes empresas. Com um posicionamento democrático de organização e não na centralização do poder causando opressão em muitos por poucos. Pois quando colocamos o meio ambiente como referência, percebemos que todos compartilham este meio e, portanto, todos são responsáveis. Através da democracia e da participação nas ações possíveis da real educação ambiental constituindo cidadãos que possam se sentir empoderados e capazes de construir sua realidade ambiental. E a partir daí, perceberem que são responsáveis por suas vidas e que no exercício da cidadania e no exercício de viver organizem-se para uma mudança positiva, consciente dos atos feitos e das respostas a estes atos.
Essa conscientização do poder humano é possível devido ao acúmulo de conhecimento e acessibilidade facilitada na contemporaneidade, onde a tecnologia e a informação são capazes de fornecer subsídios para apresentação da história e da “formação” de civilizações e seus progressos em tempos de recursos limitados. Na posição historicamente privilegiada em que estamos, com relação ao passado, devemos ter a preocupação da criação de um futuro com equidade, já que mais pessoas têm acesso ao conhecimento, maior deve ser a participação nas decisões de construção do futuro.
sábado, maio 10, 2008
Mudanças Ambientais Globais
Depois de muito tempo, resolvi contar no que é que ando me envolvendo.Desde sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008, começou um Grupo de Estudos de Mudanças Ambientais Globais coordenado pelo Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção (LAPSI) da USP e o Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura de São Paulo.
(imagem: http://alvorecer-escriba.blogspot.com)Não só mudanças climáticas estão ocorrendo no planeta e o que mais precisa mudar são os humanos residentes...hehehe
A idéia desse grupo é estudar meios de conscientização e emancipação a partir da Educação Ambiental. Fazer as pessoas acordarem e verem suas realidades e mostrar os caminhos para algumas mudanças dentro de suas possiobilidades, mostrando a elas o poder que têm sobre a construção de seus futuros. Óbvio que toda ação tem limite, mas antes agir com os limites do que não agior de forma alguma.
Isso está sendo realizado num primeiro momento com orientação a professores da rede formal e pública de ensino, para que estes trabalhem com seus alunos as questões ambientais relacionadas com suas próprias vidas. Afinal, o ensino público abarca a maioria da população de baixa renda brasileira e portanto, a realidade deles é bem diferente do que se costuma ver por aí. Como costuma ser levantado: Como é que se vai dizer para alguém que nem tem água potável em casa que essa pessoa deve economizar água?
Pois é, as diferenças são imensas... as realidades são absurdamente diferentes e trabalhar com isso é muito complexo.
Além de tudo, outra questão crucial é que o sistema educacional está absurdamente desinteressante, pois existe muita informação e os diversos meios de se obter esta informaçãomuito mais interessantes que as aulas nas escolas... Então, deve ocorrer uma revolução modo de ensinar.
Mas como fazer isso? E com as pessoas tão acomodadas às situações.
É o que se pretende buscar e sugerir algumas ações com este grupo de estudos.
Afinal, está na hora de todo mundo tomar consciê
ncia de que a responsabilidade pela construção do futuro está nas mãos de cada um e não apenas de governos, polítios e grandes empresas. As pessoas precisam "aprender" e compreender que elas são as principais responsáveis pela contrução de seus futuros.
(Imagem: http://www.tribosdegaia.org)
ncia de que a responsabilidade pela construção do futuro está nas mãos de cada um e não apenas de governos, polítios e grandes empresas. As pessoas precisam "aprender" e compreender que elas são as principais responsáveis pela contrução de seus futuros.-----------------------------------------------------------------------
Por que uma oceanóloga resolveu "se enrascar" com esses assuntos?
Vou contar o que foi que falei durante minha apresentação ao grupo:
- Como oceanóloga estudei o sitema da Terra (Sistema Gaia) e sei que de uma forma ou de outra, a Terra acaba se resolvendo, nem que seja com um tsunami. O que precisa ser feito é transformar as pessoas e conscientizá-las de que a Terra se conserta, quem não fica bem nessa história são os humanos e sua qualidade de vida.
(Como vêem, continuo tri sublime e delicada para expor as coisas)
terça-feira, abril 22, 2008
Aos filhos de Gaia

Também pelo Dia da Terra escrevo. Este planeta que carinhosamente
chamo de Gaia assim como os gregos (aqueles lá de onde surgiu praticamente toda nossa cultura ocidental).
chamo de Gaia assim como os gregos (aqueles lá de onde surgiu praticamente toda nossa cultura ocidental).O movimento todo de preocupações com o planeta em que vivemos - nossa "casa" e nossa "grande mãe" (tudo o que constitui vida na Terra é filho dela), e até para alguns nossa "grande nave" (pois é, tudo depende da abordagem filosófica ou ideológica) - surgiu lá pelos anos 70, muitos documentos foram assinados, diversos movimentos foram iniciados e é dada sequência ainda hoje e inclusive foi escrita uma Carta da Terra .
Esta, constitui-se de uma declaração de como seria "construída" a Terra para o século 21. Onde pontos que levantamos frequentemente aqui no blog são colocados e o mais interessante é que os colocamos p
or experiência própria e não por termos lido a carta ou a "decorado". Ou seja, com um pouco de reflexão é possível perceber e construir vidas melhores, é só termos consciência de que a Terra é o meio compartilhado por todos nós, é praticamente o denominador comum de todos os homens (em destaque porque são estes os que mais intereferem na natureza terrena), é dos recursos que Gaia levou Eras Geológicas que obtemos tudo, portanto deve-se administrar a exploração e o uso.Além da parcela Ecológica-Econômica não devemos deixar de lado, de forma alguma aqueles que compartilham esse meio, não adianta ser ecoloógicamente correto e humanamente muito errado.
É necessário despertar a consciência e a sensibilidade em todos para percebemos que todos somos responsáveis pelo mundo que construimos.
Afinal, constituimos este todo.
Imagens dos sites:
1. http://aura.gaia.com/photos/3/25650/large/Gaia.jpg
2. http://www.ocean.fsu.edu/courses/sp021001-6/gaia_statue.jpg
3. http://www.geocities.com/rainforest/vines/1320/gaia_birth.jpg
Curiosidade:
Uma Carta da Terra para Crianças:
http://www.cartadaterra.org/pdf/CTparacriancasNAIA.pdf
terça-feira, fevereiro 05, 2008
segunda-feira, novembro 26, 2007
Inovação
Depois da foto, literalmente, sem comentários da Kel, quase fiquei sem palavras pra escrever aqui. Mas vamos lá.
Hoje fui assistir à apresentação do trabalho de graduação do colega Heitor Perotto, sobre a influência do transporte sedimentar longitudinal nas variações de linha de costa do litoral sul do Rio Grande do Sul.
O que este trabalho teve de diferente?
Foi a primeira apresentação de trabalho de conclusão de curso em que um orientador, neste caso, uma orientadora: Luciana S. Esteves participou da banca por videoconferência. Sim, ela lá da Inglaterra esteve presente graças à tecnologia: internet + skype = presença de alguém distante. Muita gente sabe como isso funciona na vida pessoal, mas vejam a evolução, faz parte da vida acadêmica também!
A apresentação aconteceu lá no LOG da FURG (traduzindo: Laboratório de Oceanografia Geológica da Fundação Universidade Federal do Rio Grande). Houve até um certo comentário, do nosso professor Calliari sobre ser a primeira apresentação com videoconferência e que "óbvio só podia ser na Geologia". E eu comento: Ainda bem! Afinal, quem nasceu primeiro foi a Terra não o homem ou qualquer outra forma de vida ou ciência... (essa é bem mais fácil de responder do que a clássica: Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?). Portanto, no laboratório de Oceanografia que tem por "sobrenome" Geologia (estudo da Terra, tinha que ser o primeiro!).
Mas como sempre, este é o meu ponto de vista.
Terminada a apresentação vieram os agradecimentos, os formais e necessários não vou comentar, mas gostaria de comentar sobre o agradecimento final, que foi "à família Engenho" que pelo que entendi eram os amigos, o pessoal que compratilha a vida, que acaba virando família pra quem vem de longe. E achei isso muito legal!
Afinal, lembro bem dos agradecimentos às Lulus nas monografias das Lulus.
E das Lulus derivamos (Olha! Como em Cálculo!) temos aqui no blog as VIP! (E brincando com o Cálculo ainda, se integrarmos as VIP teremos Lulus!)
Por isso, eu não poderia deixar de comentar a importâcia dos amigos para essa fase bem inovadora da vida de quem escolhe por uma loucura qualquer fazer Oceanologia num "reino muito muito distante"
(Foto enviada pelo Heitor!)
sábado, novembro 24, 2007
Derretendo o Gelo do Coração do Homem
Angaangaq Lyberth pertence a uma família de curadores, habitantes de uma pacífica comunidade milenar que nunca conheceu guerra. Seu nome significa “o homem que se parece com seu tio” e, por isso, ele é conhecido como Uncle (“tio” em inglês). Em 1969, graduou-se bacharel em Administração pela Universidade de Copenhagen. Espalhando a mensagem de sabedoria e calor de sua antiga tradição, transmitida de geração a geração, Uncle mostra como viver com mais compaixão, 'derretendo o gelo do coração do Homem’ e, com isso, transformando as pessoas e o mundo aos poucos. Ele é um Ancião do setor canadense do Instituto Internacional dos Quatro Mundos para o Desenvolvimento Humano e Comunitário compondo, também, o Conselho Mundial de Anciãos. Participa ativamente de conferências internacionais, simpósios e palestras em Universidades sobre questões indígenas, do meio ambiente, de paz, de religião e espiritualidade, sendo convidado freqüentemente pelas Nações Unidas e UNESCO.
Reconhecido por promover harmonia inter-racial e inter-cultural, Uncle é membro do Conselho Mundial de Sabedoria, da Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global e um Ancião da Fundação de Conexão Tribal, atuando como elo de ligação com tribos indígenas. Ele é associado da Iniciativa Religiosa das Nações Unidas, do Clube Internacional de Budapeste, do Grupo de Mestres, da Corporação para Restauração da Terra e do Instituto Jane Goodall.
Por meio da instituição Sirmiq Aattuq - Derretendo o Gelo do Coração do Homem, Uncle realiza os importantes e críticos trabalhos que é chamado a fazer. O compromisso da Sirmiq Aattuq é preservar a Mãe Terra e todos que nela vivem, criando Círculos de Cura, transmitindo ensinamentos e participando em simpósios internacionais, em movimentos para a preservação ambiental e em programas educacionais. Sirmiq Aattuq não é governada nem alinhada nem licenciada por qualquer instituição religiosa ou política ou por qualquer país ou organização multinacional.
“Quando vi o Uncle pela primeira vez, senti como se fosse um encontro de almas! Percebi seu forte poder de abrir o coração das pessoas para transformações pessoais.” (Cyro Leãoo, xamã urbano, em encontro em 2006)
“Eu queria agradecer pela oportunidade incrível que foi ser atendida pelo Uncle. Eu estou transformada; aliás, não só eu, mas todo mundo que passou por ele, na Editora. Hoje a gente encontra as pessoas no corredor com um sorrido no rosto e boquiabertas com as coisas que ele disse...foi uma bênção!” (Melissa Diniz - Editora-Chefe da Revista Estilo Natural - Ed. Símbolo, no dia da entrevista com Uncle, agosto/2007)
'Durante o trabalho com este xamã de cura, saí do meu corpo, me sentia como que flutuando no ar. Totalmente leve, totalmente solta. Como se meu corpo físico não existisse. Me tornei pura energia. Fui transportada para um lugar de luz infinita e pura paz. Transcendi. Nos dias que se seguiram tive vários insights e decidi me amar acima de tudo e de todos. Decidi cuidar de mim para então poder cuidar melhor dos outros. Serei eternamente grata a ele por esta oportunidade de evolução.' (Márcia De Luca - Radio Mundial, em entrevista com o Uncle em ago/2007)
Fonte: Xamã Urbano
Fui a uma palestra dele em São Paulo.
Foi onde eu disse que a água representava em muitas culturas os sentimentos humanos e ele disse que isso era sabedoria.
sábado, novembro 17, 2007
Cuidado com a água!!!
Sáb, 17 Nov, 08h20
Quase metade da água produzida para abastecimento nas capitais brasileiras é desperdiçada antes de chegar às torneiras do consumidor. Os vazamentos na rede de distribuição das 27 capitais são responsáveis pela perda de 45% - 6,14 milhões de litros - da água retirada todos os dias dos mananciais que abastecem mais de 43 milhões moradores dessas cidades. A água perdida diariamente nas capitais seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.
Esses números integram o estudo Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário nas Capitais Brasileiras, do Instituto Socioambiental (ISA), baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades. A nova versão do levantamento será divulgada no próximo dia 21.
A campeã nacional de desperdício é Porto Velho, com 78,8% de perda. A capital de Rondônia também é o município com menor cobertura de água, onde apenas uma pequena parcela da população tem acesso ao serviço. Brasília, com 27,3% e São Paulo, com 30,8%, são as que menos desperdiçam. Os moradores de Manaus são os que mais pagam pelo litro de água tratada: R$ 2,15. No outro extremo, está a população de Boa Vista: R$ 1,11. Apenas seis capitais - Goiânia, Palmas, Salvador, São Luís, Vitória e Belo Horizonte - atendem à totalidade de sua população com rede de distribuição de água.
(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/17112007/25/manchetes-capitais-perdem-45-da-agua-vazamento-indica-isa.html
Quase metade da água produzida para abastecimento nas capitais brasileiras é desperdiçada antes de chegar às torneiras do consumidor. Os vazamentos na rede de distribuição das 27 capitais são responsáveis pela perda de 45% - 6,14 milhões de litros - da água retirada todos os dias dos mananciais que abastecem mais de 43 milhões moradores dessas cidades. A água perdida diariamente nas capitais seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.
Esses números integram o estudo Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário nas Capitais Brasileiras, do Instituto Socioambiental (ISA), baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades. A nova versão do levantamento será divulgada no próximo dia 21.
A campeã nacional de desperdício é Porto Velho, com 78,8% de perda. A capital de Rondônia também é o município com menor cobertura de água, onde apenas uma pequena parcela da população tem acesso ao serviço. Brasília, com 27,3% e São Paulo, com 30,8%, são as que menos desperdiçam. Os moradores de Manaus são os que mais pagam pelo litro de água tratada: R$ 2,15. No outro extremo, está a população de Boa Vista: R$ 1,11. Apenas seis capitais - Goiânia, Palmas, Salvador, São Luís, Vitória e Belo Horizonte - atendem à totalidade de sua população com rede de distribuição de água.
(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/17112007/25/manchetes-capitais-perdem-45-da-agua-vazamento-indica-isa.html
terça-feira, outubro 30, 2007
Terra, Planeta Água
Hoje foi o primeiro dia que participei efetivamente do Encontro sobre Governança da Água. Como todo congresso, muitas idéias, muitas cabeças pensantes, muito assunto a ser discutido, todo mundo mostrando seu trabalho e seus pontos de vista, o que é muito interessante.
O mais importante é que até hoje só vi educação e respeito entre a comunidade científica, mesmo com ataques uns aos outros... Hehehe... O que é interessante, pois à partir de desafios é que a ciência cresce!!!
O assunto da conferência que assisti era o nosso amado aquífero Guarani, importante reserva de água doce subterrânea com alguns pontos de afloramento. Foi mostrado mapeamento e estudos diversos. Discutiu-se política de águas entre outras coisas.
Mas o que achei mais importante foi a água, sempre!
E como cuidar dela.
E a percepção de que exportamos muita água através da exportação de nossa produção brasileiríssima de alimentos, principalmente nos produtos agropecuários. Inclusive um dos professores na mesa disse que foi à Europa e consumiu água brasileira no suco de laranja.
Às vezes não pensamos no quanto o mundo é globalizado e, nessas horas é que devemos parar e refletir.
Outro assunto levantado é a instalação de empresas estrangeiras em solo brasileiro justamente devido a este recurso natural tão importante.
Não vou me aprofundar em nenhum dos assuntos, no momento, pois ainda tem o congresso todo pela frente. Mas é bom pararmos para refletirmos no quanto o "sentimento-água" brasileiro não é globalizado.
E o quanto a participação da sociedade tem sido pedida para a resolução de conflitos percebidos na área científica.
Exatamente, no meu interesse pelo Gerenciamento Costeiro/Ambiental, o que está em alta é verificar o que as pessoas pensam sobre o que acontece na academia e como podem participar.
Também não entrarei no mérito de quem faz ou não isso, muito menos como faz.
Levanto apenas as questões de retorno da academia "ao povo".
O retorno, ao meu ver, parte do comprometimento e da responsabilidade dos cientistas em fazer bem seus trabalhos e ir atrás daqueles que vivem nos locais que eles estudam para ter uma percepção da realidade; do esclarecimento responsável quando questinados. Enfim, uma conscientização coletiva, cada um informado em sua espera, com linguagem adequada a cada esfera a ser comunicada.
Sim, são questões bastantes complexas, mas eu estudo a área mais humana da Oceanologia.
Água é vida! A vida precisa de água, e acho que este é o motivo das preocupações com a Governança da Água.
O mais importante é que até hoje só vi educação e respeito entre a comunidade científica, mesmo com ataques uns aos outros... Hehehe... O que é interessante, pois à partir de desafios é que a ciência cresce!!!
O assunto da conferência que assisti era o nosso amado aquífero Guarani, importante reserva de água doce subterrânea com alguns pontos de afloramento. Foi mostrado mapeamento e estudos diversos. Discutiu-se política de águas entre outras coisas.
Mas o que achei mais importante foi a água, sempre!
E como cuidar dela.
E a percepção de que exportamos muita água através da exportação de nossa produção brasileiríssima de alimentos, principalmente nos produtos agropecuários. Inclusive um dos professores na mesa disse que foi à Europa e consumiu água brasileira no suco de laranja.
Às vezes não pensamos no quanto o mundo é globalizado e, nessas horas é que devemos parar e refletir.
Outro assunto levantado é a instalação de empresas estrangeiras em solo brasileiro justamente devido a este recurso natural tão importante.
Não vou me aprofundar em nenhum dos assuntos, no momento, pois ainda tem o congresso todo pela frente. Mas é bom pararmos para refletirmos no quanto o "sentimento-água" brasileiro não é globalizado.
E o quanto a participação da sociedade tem sido pedida para a resolução de conflitos percebidos na área científica.
Exatamente, no meu interesse pelo Gerenciamento Costeiro/Ambiental, o que está em alta é verificar o que as pessoas pensam sobre o que acontece na academia e como podem participar.
Também não entrarei no mérito de quem faz ou não isso, muito menos como faz.
Levanto apenas as questões de retorno da academia "ao povo".
O retorno, ao meu ver, parte do comprometimento e da responsabilidade dos cientistas em fazer bem seus trabalhos e ir atrás daqueles que vivem nos locais que eles estudam para ter uma percepção da realidade; do esclarecimento responsável quando questinados. Enfim, uma conscientização coletiva, cada um informado em sua espera, com linguagem adequada a cada esfera a ser comunicada.
Sim, são questões bastantes complexas, mas eu estudo a área mais humana da Oceanologia.
Água é vida! A vida precisa de água, e acho que este é o motivo das preocupações com a Governança da Água.
quarta-feira, outubro 10, 2007
Blog
Tenho considerado os blogs uma forma de Jornal global livre. Inclusive é o que estamos aqui fazendo: desvendando a vida por trás da Oceanologia. A participação dos humanos e a importância dos mesmos na ciência. Incuindo a importância da socialização e das responsabilidades de cada um, a participação de todos de acordo com suas habilidades.
Por falar em globalização de informação, estou divulgando o nosso endereço para nossos colegas de profissão e pros meus amigos de coração (alguns estão, senão a maioria, estão nas duas categorias...hahaha)
Glub-glub-blog =)
Por falar em globalização de informação, estou divulgando o nosso endereço para nossos colegas de profissão e pros meus amigos de coração (alguns estão, senão a maioria, estão nas duas categorias...hahaha)
Glub-glub-blog =)
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