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quarta-feira, agosto 11, 2010

O que andam falando sobre a Oceanografia





Fonte: Jornal da Ciência

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Confesso que essa notícia me deixou em crise existencial.

quarta-feira, maio 19, 2010

Congresso Brasileiro de Oceanografia "Interativo"


CBO "Interativo"...
Eu e a Kel - blogueiras há muito tempo, inclusive, uma das afinidades que temos além da nossa graduação em Oceanologia com ingresso em 2001 - não pudemos comparecer ao CBO e às solenidades de comemoração de 40 anos de Oceanologia...
Mas como somos totalmente adaptadas à vida virtual, além da real, fazemos parte da cibercultura (inclusive, queria ter apresentado um trabalho sobre isso no CBO este ano, mas não rolou) e, acompanhamos boa parte do que aconteceu através da TV FURG pela internet.

A Kel online no messengerr com mensagem pessoal dizendo que estava assistindo à TV FURG pela internet... cheguei em casa, vi isso... e também conectei.
Ficamos acompanhando e fazendo comentários sobre tudo que era possível vermos e ouvirmos (porque temve som de radio atravessando a transmissão). Comentamos pelo messenger e eu ainda fui publicando comentários e "narrando" fatos no Facebook.... Fizemos o CBO ultrapassar fronteiras e além da transmissão digital, tivemos participação do lado de cá, comentando (coisa que ficaria feio por lá, a gnt falando...kkkk...ainda mais porque eu zooei várias coisas, só vendo no Facebook depois)... Fora os SMS pra Mari!!!

Acompanhei o discurso com o histórico todo, a apresentação do Tatá (huahauhau) do SIGA Egressos... que lindo isso, neh? Ainda mais eu que amo Sistemas de Informação Geográficas... E o livro!!!! Ao mesmo tempo, eu e a Kel "piscamos" no messenger: Eu querooooooo!

Pena não participarmos de corpo, mas estávamos de mente e alma por lá... e olhinhos na tela...

E claro, que eu e a Kel teríamos que estreiar a modalidade "teleconferência de participação de eventos"... Porque nós não fizemos teleconferência pras nossas apresentações de monografias... Algum evento, acabaríamos participando dessa forma.

E, as colegas de ingresso (afinal, eu egressei depois...hehehe) são umas "aparecidas" e ficaram na primeira fila.... Bom que deu pra ver bastante gente!!!! =D

No fim das contas... inovamos na participação!
E claro, eu vim relatar tudo aqui... Porque a Kelestá em Portugal e já era madrugada pra ela ter que vir escrever aqui, neh?


Obs.: A palavra "interativo" está entre aspas, pois não participamos lá em Rio Grande, isso só seria possível se tivessem aberto canais para nos comunicarmos com o pessoal por lá. Mas eu e a Kel interagimos na rede, sim. Quis colocar isso por aqui, pois, "interatividade" é um conceito absurdamente discutido na área de comunicação.... pois é assunto de estudo acadêmico... aí, já viu... Tem que tomar cuidado com as palavras que usamos.... hahahahaha

quinta-feira, outubro 15, 2009

Mudanças Climáticas - Mudanças Ambientais


Do blog Eco-Urbano, o Bubbles In The Water também participa do Blog Action Day... Pois, é... Autoria lá e divulgação aqui também....



Mudanças Climáticas

Desde setembro ou outubro de 2007 fico pensando que preciso escrever algo “ambiental” sob um ponto de vista diferenciado. Tanto protelei que acabou se tornando assunto do Blog Action Day, cuja proposta é Climate Changes - Mudanças Climáticas. Um texto ilustrativo... um "continho" para levantar discussão e questionamentos.

Quem é da área ambiental ou q
uem é bom observador sabe que está tudo integrado, então, prefiro escrever sobre Mudanças Ambientais. Afinal, mudanças de clima interferem no ambiente e mudanças no ambiente interferem no clima, é um sistema acoplado. Se não houvesse efeito estufa no princípio dos tempos quando a Terra era bem “novinha”, não haveria vida como temos hoje, poderia ter ocorrido, mas seria diferente. Então, efeito estufa na medida certa retém calor e umidade no planeta, criando um ambiente adequado para a vida como temos no presente. Gases que geram o efeito estufa podem ser de origem natural, por exemplo, advindos de vulcões e, podem ocorrer esses gases devido às ações antrópicas, principalmente nas atividades industriais e, depois, dos produtos industrializados, por exemplo, os carros que consomem combustíveis fósseis.

Dá pra perceber a cadeia aumentando? Tudo o que dizem ser “prejudicial”, assim é, devido ao exagero, ao acúmulo e à superprodução.

Devemos perceber e nos conscientizar que a Terra por si é auto-sustentável, auto-reciclável: o que ela produz, ela reassimila transformando em outras “coisas” que serão, novamente, reassimiladas e transformadas n
ovamente.

Para facilitar a visão e o entendimento, vamos
“pular” a parte da “evolução passada” da vida e vamos para um mundo hipotético bastante parecido com o nosso, com o que conhecemos, mas com foco bastante simplificado, para não nos confundirmos com as complexidades. Neste mundo hipotético existem animais, vegetais e minerais, as criações humanas e os próprios humanos ficam de fora como observadores. Vemos: animais e plantas interagindo sobre o planeta, plantas como alimento de animais, animais como alimento de outros animais, os excrementos dos animais adubando o solo, ou até mesmo funcionando na dispersão de sementes para lugares mais distantes; os animais morrem e por ação de microrganismos, comumente bactérias – Ah, sim! Sempre acham que micróbios só servem para “incomodar” trazendo doenças, mas se não fossem eles trabalhando como usinas de reciclagem, o mundo seria puro lixo acumulado. – que têm por função ou trabalho decompor a matéria em partículas ou moléculas que serão reaproveitadas como nutrientes pelas plantas!

Isso foi bem simples de enxergar? Mas já mostra uma teia complexa das interconexões na Terra. De certa forma, foi tudo simples, natural, “
produzido pela Terra” e os organismos, as vidas têm noção de seu papel e vão realizando, trabalhando, cada um na sua função, ninguém é melhor nem pior do que ninguém, cada um sabe a imensa importância que tem na manutenção da vida, na sustentabilidade.

Além de ciclos biológicos, temos outros ciclos, ou trabalhos que são realizados na Terra para que “tudo aconteça como tem que acontecer” perpetu
ando a vida. Em algumas épocas, num mesmo ano ou volta da Terra em torno do Sol – É, ainda não havia falado sobre ele, mas sem ele também não teríamos vida como conhecemos, é ele quem dá energia para as plantas e as algas crescerem e combinarem os nutrientes do solo e virarem plantas e algas (biomassa). Nestes aumentos ou diminuições de temperaturas anuais – que ocorrem porque às vezes a Terra faz dança de roda mais perto ou mais longe do Sol – as folhas caem e de novo entram os microrganismos em ação para reciclar e retornar nutrientes ao solo que poderão ser usados pela mesma planta ou por outras; depois vem a fase das flores que além de enfeitarem, servem para as abelhas, borboletas e beija-flores passarem por ali e “pegarem pólen” e ao irem para outras plantas os polens de diversas flores “se juntam” e produzem frutos que servem de alimento para diversos animais e produzem sementes que darão origem a outras plantas... Por isso tem tantas plantas por aí e, olha que já existiram muito mais!!!
Além desses movimentos de roda, a Terra vira cambalhota, é algo que ninguém vê, mas muitos cientistas já falaram sobre inversão polar: bem simples, transforma o pólo sul em norte e o pólo norte em sul!

– Ein?

Imaginemos que o norte é a cabeça da Terra (normalmente acham que é mesmo) e que os pés seriam o pólo sul... Aí, a Terra resolve virar cambalhota ou “andar de bananeira”, com os pés para cima e a cabeça para baixo. Isso provoca imensas mudanças, afinal, ninguém consegue ficar andando assim o tempo todo... Claro, que como a Terra não tem pé e nem cabeça, para ela tanto faz... Mas as pessoas ficam meio desorientadas com isso, não só as pessoas, mas também os animais e tudo mais, inclusive os minerais. – Ah, sim! Estes que são importantes para justificar que às vezes, a terra vira cambalhotas, porque a orientação magnética (norte-sul) acaba ficando registrada nas camadas de solo que vão sendo compactadas e armazenadas ao logo do tempo. Isso já aconteceu antes e sempre pode estar acontecendo de novo... E lá vai mais uma mudança natural da terra.

Agora, vamos colocar a humanidade, esses seres tão criativos que tudo transformam e tudo mudam de acordo com sua vontade. As pessoas ficam misturando tudo e recriando à sua visão, descobrem muitas coisas além do que foi contado, descobriram recursos sob o solo, sob as pedras, em vários lugares... É, seres humanos são muito curiosos e criativos e foram inventando coisas a partir da modificação das “coisas da Terra”... Aí, chegou o problema, aquilo que os seres humanos criaram não foi a Terra que criou... Por isso, ela não consegue reassimilar, reciclar e nem os organismos todos que vivem na Terra sabem o que fazer com essas criações dos seres humanos... Só quem pode fazer isso, quem tem condições de fazer isso é a própria humanidade... E essas criações geraram mudanças além das que a Terra estava acostumada.

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Visão de uma oceanóloga, visão de Ciência Integrada

A partir da “historinha” acredito que é possível entender que mudanças climáticas que geram e são geradas por mudanças ambientais num sistema acoplado não podem ser previstas com 100% de certeza e nem estimadas, nem tampouco modeladas se não forem consideradas infinitas variáveis (o que complica o estudo).

Enquanto não “encontram um modelo” que inclua todos os complexos componentes humanos, além dos biológicos, meteorológicos, geológicos e, nesses todos a química e a física, chegando ás influências na área de saúde, não só humana... Não se poderão prever mudanças ambientais, podem-se observar mudanças. E, através de muita cooperação e integração, projetarem-se ações. Ainda verificar-se-á que todas elas recaem sobre a humanidade. E, que simplificando, são mudanças nos humanos, apenas possível através da tomada de consciência. Afinal, muitos tratados e protocolos são elaborados e não são cumpridos, assim como ocorre com muitas leis que não são seguidas.

Portanto, o direcionamento das mudanças ambientais será dado pelo direcionamento das consciências, seja positivo ou negativo.




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Espero comentários das colaboradoras!

quarta-feira, maio 20, 2009

I Fórum Brasileiro da Amazônia Azul e Antártica

Rio Grande - RS
De 20 a 22 de Maio


Apresentação

A Amazônia Azul brasileira, que inclui a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e a Plataforma Continental, mede quase 4,5 milhões de Km2. Esta vasta área apresenta uma grande potencialidade e posição estratégica para o desenvolvimento da nossa nação, entretanto requer esforços ordenados e compartilhados de todos os órgãos e instituições envolvidas no tema. Neste sentido o governo brasileiro lançou em dezembro de 2008 o VII Plano Setorial para os Recursos do Mar (VII PSRM) que define metas e prioridades para o setor até 2011. Além disso, em março de 2009 terminou o 4º Ano Polar Internacional, que tem como objetivo desenvolver pesquisas científicas interdisciplinares voltadas para o conhecimento dos processos ambientais nos pólos, as teleconexões destas regiões com o resto do planeta, a biodiversidade, estado evolutivo e capacidade adaptativa dos organismos antárticos. Como marco do encerramento deste espetacular esforço que envolve dezenas de nações, e a necessidade da comunidade cientifica brasileira discutir e planejar as futuras ações para o aprofundamento do conhecimento e utilização sustentável dos recursos do mar, estamos organizando este evento para reunirmos e discutirmos os principais resultados obtidos nestes últimos anos e projetarmos as perspectivas e necessidades futuras da pesquisa da amazônia azul e antártica. Desta forma este evento tem como objetivos:

1- Congregar entidades, personalidades e pesquisadores que atuam no âmbito da Amazônia Azul, para a realização de debates,em áreas e temas estratégicos para o desenvolvimento do País .

2- Possibilitar a apresentação,a divulgação e a realização de debates sobre os principais avanços científicos e tecnológicos, esultantes de projetos e ações desenvolvidos no contexto do IV Ano Polar Internacional.

3- Analisar os entraves e dificuldades que devem ser superados para tornar o desenvolvimento dos trabalhos mais eficientes.

Mais informações: Amazônia Azul



Comentário pessoal: Ai que lindo...eu fui no Cruzeiro AM 08... E eu amei embarcar!

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Um mar quase doce ... (parte 1,2 e 3)

O pesquisador Ulrich Seeliger mais uma vez produziu um lindo documentário falando do sul do nosso país, vale conferir!!

Um Mar Quase Doce

O documentário identifica a flora e a fauna e as características ecológicas do sistema lagunar Patos-Mirim, bem como os riscos ambientais do estuário da Lagoa dos Patos. Para fazer o download do video
fonte:http://www.ecomidia.pro.br/videos.html
Parte 1


Parte 2



Parte 3



sexta-feira, janeiro 09, 2009

Mais um grande desafio para Oceanólogas(os)



A vida sempre traz desafios, é fato!

Para as oceanólogas, mais um: mostrar ao mundo do que são capazes os colegas de profissão e elas mesmas...



Para quem saiu da vida acadêmica querendo "desafiar o mundo" e mostrar o que sabe... parece que tenho muito trabalho pela frente.

É absurdamente chato o tanto que as pessoas estão presas em paradigmas que nem elas sabem de onde vieram. Afinal, quem foi que disse que oceanólogo só pode trabalhar na praia e saber sobre "bichinhos marinhos"??????????????????????????????

Para começar, todo mundo "sabe" ou deveria saber que são pouquíssimas as profissões que trabalham "com a mão na massa"....

Hoje em dia, até padeiro anda difícil de colocar a mão na massa de tanta máquina que existe, não é mesmo?

E por que oceanólogos têm que se limitar a isso? Todo mundo que vai pra praia fica vendo todos os oceanólogos formados trabalhando em campo, não é verdade???

Claro que nãaaaaaaaaaaaaaaaao!!!

Então, porque as pessoas criaram essa idéia na cabeça delas???????????????

Não faço idéia...

Mas mostrar pras pessoas que somos muito capazes e que temos uma visão ecossistêmica e sistêmica que poucos têm, que para estudarmos aquilo que compõe 75% do planeta, acabamos estudando um pouquinho de tudo para entender o "funcionamento do caldeirão mágico dos oceanos"... Abrangendo as mais diversas disciplinas e vendo como tudo se relaciona... Tem sido meu maior trabalho não-remunerado....

Será que todo mundo que se forma em alguma graduação exerce realmente o trabalho que sua formação lhe deu? Será Será que as pessoas saberiam dizer quais os conhecimentos que têm? Será que as pessoas sabem o que estão fazendo na vida?

Todo matemático só faz conta? Assim como todo administrador só administra empresas (nossa... não sabia que existiam tantas empresas!!) Será que todo psicólogo clinica/atende? Geógrafos só podem dar aulas de Geografia, assim como químicos e físicos só dão aula??????????

Então, porque oceanólogos só podem trabalhar na praia???????????

Pois é...gostaria que as pessoas pensassem um pouco mais no que falam!

sexta-feira, julho 04, 2008

Formação Personalizada (Multi e Interdisciplinar)

Nós oceanólogas, apesar de termos feito o mesmo curso e termos entrado numa mesma turma, temos uma formação "básica" bastante similar, mas dentro do nosso curso é possível acrescentar outros conhecimentos que nos interessam e nos formarmos mais especializadas de acordo com as matérias eletivas possíveis no curso, além das que podemos "puxar" de outros cursos e cursar tendo uma formação bem personalizada.

Como eu "alonguei" minha formação (reprovei umas matérias) acabei aproveitando para fazer várias outras e meu currículo ficou bem personalizado, abaixo vou listar todas as matérias/disciplinas que fiz. Interessante também é colocar que o curso de Oceanologia ele é tanto multidisciplinar quanto interdisciplinar. Multidisciplinar porque temos áreas de conhecimento variadas unidas no nosso currículo e interdisciplinar porque existe um "diálogo" entre muitas dessas disciplinas para "construir o conhecimento dos oceanos". Afinal, todo ambiente é interdisciplinar e a especialização acabou retirando um pouco da visão ambiental e por isso, tantas preocupações com a formação ambiental por aí, e preocupações com o Meio Ambiente, é bem para reconstruir o qe a especialização acabou fragmentando, não vendo as interações. Segue a lista:

Química geral
Geologia geral
Introduçõa à Oceanografia
Fundamentos do processo ecológico
Cálculo
Elementos de Álgebra
Biologia molecular
Oceanografia geológica
Mineralogia e petrografia
Zoologia
Anatomofisiologia vegetal
Oceanografia Física descritiva
Língua francesa instrumental
Introdução à economia pesqueira
Oceanografia Química
Geografia Ambiental
Sedimentologia
Biologia de macroalgas
Bentologia
Ecologia da vegetação costeira
Planctologia
Impactos ambientais em zonas costeiras
Bioquímica estrutural e metabólica
Língua inglesa instrumental
Ecologia onírica
Etologia
Probabilidade e estatistica
Ambientes sedimentares
Direito do mar
Direito ambiental
Fisiologia dos animais marinhos
Física
Meteorologia
Dinâmica dos oceanos
Geologia do Quaternário
Morfodinâmica costeira
Projetos em oceanografia
Introdução à limnologia
Ictiologia
Nectologia
Geoquímica marinha
Manejo de ecossistemas costeiros
Aquacultura
Recursos minerais do mar
Erosão e proteção costeira
Prática de técnicas e equipamentos oceanográficos
Ecologia de Sistemas
Dinâmica de populações pesqueiras
Geoquímica ambiental
Licenciamento ambiental - tópicos especiais
Técnicas de pesca
Trabalho de graduação e estágio

Pois é, isso aí foi tudo que aprendi na faculdade. A parte mais interessante é que quando vejo essas matérias todas, não consigo lembrar dos conhecimentos segmentados, mas sim interagindo... Uma coisa levando à outra. E fora os "registros documentais" de trabalho de graduação e estágio.... Levemos em conta que passei 4,5 anos no Laboratório de Gerenciamento Costeiro da FURG, observando e participando do crescimento, desenvolvimento e transformações das ideias e dos trabalhos executados por lá. Muita coisa, não é mesmo?
Uma viagem no conhecimento desde o estudo de Ciências especializadas até sua integração nas "Oceanografias" e suas aplicações na prática desde os oceanos até as regiões costeiras e, por que não continentais já que tudo de alguma forma vai parar no mar... Nossas aulas na área geológica (Geologia geral, Oceanografia geológica, Mineralogia e petrografia, Sedimentologia, Ambientes sedimentares, Geoquímica marinha, Geoquímica ambiental, Recursos minerais do mar, Erosão e proteção costeira)
principalmente dão essa visão.

(Esse era o post "egocêntrico" que eu tinha para colocar, que havia prometido... ele é mais informativo sobre o que aprendemos e como podemos nos formar. O meu direcionamento foi completamente ambiental para conhecimento e gestão... e com tudo isso de bagagem, entrei no ramo da Educação Ambiental)

domingo, junho 08, 2008

É hoje!!!!


Dia do Oceanógrafo....

Nós temos o que comunicar ao mundo... sob o signo de Gêmeos!!!!

;o)


terça-feira, abril 22, 2008

Mar à vista

Existe um site muito bonito e informativo para falar de oceanografia de maneira introdutória. É indicado para o nível médio, mas com ceteza o ensino fundamental também pode utilizá-lo. A série conta com 5 episódios:

1- A caminho do mar
2-
A Grande Batalha

3- Berçário do Mar
4-
A onda do mar leva, a onda do mar traz

5- O ar vem do mar

A série Mar à Vista, tem a assessoria científica do Instituto Oceanográfico da USP, é uma realização da Rede Cultura e Casa de Produção e Vídeo, com base na Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e com o patrocínio do Banco Volkswagen.

Confira o site! http://www.tvcultura.com.br/aloescola/ciencias/maravista/

sábado, março 22, 2008

AOCEANO-RS realizará recepção aos Bixos de Oceanologia da FURG... mas não apenas para os bixos


A equipe da AOCEANO-RS receberá os bixos de oceanologia 2008 da FURG com uma palestra informativa, apresentando a Associação, suas funções e objetivos, bem como as metas da gestão atual. A palestra não é apenas para os bixos, mas sim para todos os alunos de oceanologia e profissionais que queriam participar, tirar dúvidas e trazer sua contribuição. O objetivo é, com uma maior aproximação entre os alunos, profissionais e Associação, estimular as trocas de informação e cooperação nas atividades de interesse mútuo.
Data: Dia 02 de abril de 2008, as 11:30
Local: Anfiteatro do pavilhão 4 (nº 410), Campus Carreiros - FURG.


quinta-feira, fevereiro 14, 2008

É de chocolate!!!


"O mar é tão lindo. É de chocolate." (Franja Litorânea)



Ressaca no Rio Grande do Sul
O ciclone extratropical que se organizou na costa do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira causou grande agitação marítima. O mar ficou de ressaca e as ondas chegaram a 2,5 metros. Seis surfistas tiveram que ser socorridos na praia do Cassino, uma das procuradas pelos gaúchos. Além dó deixar o mar agitado, nuvens carregadas provocaram muita chuva na região de Rio Grande, no litoral sul gaúcho. O total acumulado chegou a quase 99 milímetros em menos de 24 horas, de terça para a quarta-feira. O ciclone extratropical já se afastou para alto-mar, mas nesta quinta-feira o mar permanecia agitado, com ondas de até 2,5 metros. O movimento do ciclone também causou elevação das ondas de Santa Catarina ao Rio de Janeiro, ondas as ondas passavam de 1,5 metros em algumas séries. Com o afastamento ciclone, o mar tende a baixar nesta sexta-feira, mas séries de ondas com até 1,5 metros ainda devem ser observadas do Rio Grande do Rio ao Rio de janeiro. No fim de semana, banhistas e surfistas terão o sol forte, o calor e o mar mais tranqüilo, com ondas de 0,5 a 1 metro.
(Fonte: Universo Online)



Meus comentários, =) não muito úteis:

Por acaso não é a Camila na foto?! Que faz Oceanologia e tals, com quem tive aulas com o "chefe"?!
E eu já me atolei na lama desse jeito, no primeiro ano de facul "só pra ver qual era". A sensação pode ser apavorante se não tiver calma, porque isso gruda e parece que vc sempre afunda mais. Tem que tomar cuidado.
Mas se for a Camila, é cassineira, natural e "letrada" no assunto.
E por acaso não há relatos de meninos da Holmes como "os surfistas" citados, né? Já andava nostálgica, assim só piora =)

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Trânsito de veículos na praia pode ser proibido - Cassino


A polêmica sobre o assunto anda grande: a Fepam decidiu proibir o transito na praia do Cassino. Quando aa Fepan concedeu a Licença Prévia (LP) para o Plano de Manejo das Dunas, elaborado em parceria pela Secretaria Especial do Cassino (SEC) e o Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema), em 2006, este órgão já listou uma série de condicionantes a serem cumpridas pela SEC para a concessão da Licença de Instalação (LI). Sendo uma das principais exigências um plano de ações para fechamento do trânsito de veículos automotores nos trechos Molhes-Cassino e Iemanjá-Camping do Leopoldo. Nestes trechos, que juntos somam 13 quilômetros de extensão, o órgão indica a colocação de barreiras na praia para impedir o acesso de carros. (extraído: Jornal agora 23/1/2008)

A idéia é ainda substituir as passagens de carros por lugares de acesso para pedestres. Existe uma lei
estadual de 1991, que veda o trânsito de veículos na beira da praia, mas essa lei não é sob o ponto de vista ambiental e sim visa à segurança das pessoas que usam a faixa de praia, não sendo essa a atribuição da Fepam.

Segundao a Fepam sua preocupação é ambiental, ou seja, a preservação das dunas costeiras. A diretora-presidente da Fepam, Ana Maria Pellini, segundo o Jornal agora de 24/1/2008, nã oestá preocupada com o trânsito de veículos na praia e sim como estes veículos chegam a praia, ou seja, as passagens abertas entre as dunas, que hoje são 9, e como se dá a remoção da areia para limpeza destas entradas. "O fato de os veículos chegarem na praia não tem problema. Quem deve decidir sobre isso é a comunidade. A exigência da Fepam é referente ao acesso pelas dunas" (extraído: Jornal agora 24/1/2008) . Até parece que essa senhora vem a Rio Grande falar com o prefeito para ver o que se pode fazer.




Bom... agora o meu ponto de vista:

Sinceramente acho uma situação bastante complicada proibir o tráfego de veículos na praia devido a sua grande extensão e por não haver a possibilidade da construçã ode uma avenida beira-mar ou paralela a praia. Além disso, acredito como boa Oceanóloga, que antes abrir 9 passagens por entre as unas de forma orientada do que aa população atravessar as dunas de qualquer maneira.

A idéia de passagens para pedestres é exelente, então porque não apouiar a construçã ode mais passarelas já que uma foi implementada há alguns veraneios e pode-se verificar que deu e MUITO certo?! É nítida a fixação da duna no local da passarela e o uso desta pelos pedestres.

Existe um fato que me deixa revoltada, como uma cidade que possuiu uma universidade voltada ao ecossistema costeiro e marinho não se manifestou ainda?! Quantos dados engavetados sobre essa região vários laboratórios da FURG possuem? Onde entra todo conhecimento científico acumulado no melhor curso de Oceanografia do Brasil? Onde estão nossos Oceanólogos que trabalham com gerenciamento costeiro para se manifestarem a respeito e auxiliarem nesse manejo?! Cabe deixar tudo nas mãos de um órgão que embora tenha todos os seus méritos, sua diretora-presidente talvez nem saiba qual a realidade de um domigo a beira da praia do Cassino?!

Quem sabe antes de nos preocuparmos com 9 míseras passagens entre as dunas em uma extensão tão grande de praia fosse melhor nos preocuparmos e tomarmos ciência do crescimento desordenado do Balneario para o lado da Querência, que ano a ano, quadras e mais quadras surgem exatamente "SOBRE" as dunas?!

Talvez daqui uns 15 anos esse órgão comecem a se preocupar com algo que acontece hoje, sempre é melhor remediar do que previnir, acho que essa deve ser a filosofia nesse caso para essas pessoas.

Talvez a politicagem mais uma vez passe por cima da técnica e certamente o crescimento desordenado continue e a polêmica fique somente em "9" passagens entre as dunas... fazer o que.. é a vida...


quinta-feira, janeiro 10, 2008

Esclarecimentos sobre as Águas-vivas e Caravelas

Por Marcelo Szpilman* recebi por email

Acredito ser importante esclarecer algumas notícias e informações que estão sendo divulgadas sobre os supostos "Ataques de águas-vivas".

Em primeiro lugar, águas-vivas e caravelas não "atacam" as pessoas. São animais que vagam pelos mares ao sabor das correntes e ocasionalmente podem provocar acidentes quando os banhistas se aproximam e, inadvertidamente, chocam-se contra esses seres. Se pudessem, eles evitariam tal contato.

O verão é uma época natural de reprodução desses animais. Com esse objetivo, eles formam grandes agregações onde machos e fêmeas se encontram. Ocasionalmente, uma corrente marinha pode levar esses animais a se aproximarem mais do litoral e o aumento da interação com homem pode provocar um correspondente aumento no número de acidentes.

Está em moda hoje culpar o "Aquecimento Global" por alguns eventos da natureza, porém não há evidências científicas que comprovem tal relação, incluindo o suposto aumento nas ocorrências de águas-vivas e caravelas no litoral brasileiro.

A meu ver, o que está ocorrendo não é simplesmente um aumento no número de casos, mas sim um aumento considerável no número de relatos de casos de acidentes com esses seres marinhos . Como a imensa maioria dos casos no Brasil são brandos (a vítima trata do ferimento em casa), ainda que todos os verões ocorram centenas de acidentes, os mesmos não costumam ser relatados. Agora, nesse verão, que apenas está começando, mesmo que se possa considerar um aumento real no número de casos, o que seria absolutamente normal, as primeiras reportagens e relatos incentivaram novas reportagens e novos relatos, provocando um efeito em cascata retroalimentado pela mídia e pela extraordinária (e relativamente nova) propagação da informação na internet.

A fim de esclarecer os fatos e transmitir informações corretas sobre esses animais e sobre como agir em caso de acidente, segue abaixo um texto tirado do meu livro Seres Marinhos Perigosos.

Instituto Ecológico Aqualung Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010 Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030 Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021 E-mail: instaqua@uol.com.br Site: http://www.institutoaqualung.com.br/
  • A primeira medida é lavar abundantemente a região atingida com a própria água do mar para remover ao máximo os tentáculos aderidos à pele. Não utilize água doce, pois ela poderá estimular quimicamente (por osmose) os nematocistos que ainda não descarregaram sua peçonha
  • Não tente, de modo algum, remover os tentáculos aderidos com técnicas abrasivas, como esfregar toalha, areia ou algas na região atingida.
  • Para prevenir novas inoculações __ ao desativar os nematocistos ainda íntegros e também neutralizar a ação da peçonha __, banhe a região com ácido acético a 5% (vinagre) por cerca de 10 minutos (as soluções de sulfato de alumínio ou amônia, ambas diluídas a 20%, são alternativas para a falta do vinagre). É importante lembrar que o vinagre não possui nenhuma ação benéfica sobre a dor já instalada pela inoculação inicial.

  • Remova suavemente os restos maiores dos tentáculos aderidos com a mão enluvada e com o auxílio de uma pinça. Para retirar os fragmentos menores e invisíveis tricotomize o local com um barbeador ou com uma lâmina afiada. Pode-se aplicar antes um pouco de espuma de barbear em spray, lembrando-se de não esfregar a região. n Lave mais uma vez o local com água do mar e reaplique novos banhos de ácido acético a 5% (vinagre) por 30 minutos.n Para remover os nematocistos remanescentes pode-se aplicar no local uma pasta de bicarbonato de sódio, talco simples e água do mar. Espere a pasta secar e a retire com o bordo de uma faca.
  • Caso a dor continue, use compressas geladas no local e substâncias analgésicas sistêmicas para reduzir os sintomas álgicos.
  • Havendo reação alérgica/inflamatória, aplique uma camada fina de loção do corticóide betametazona (Betnovat) duas a três vezes ao dia. Nos casos mais graves, utilize anti-histamínicos ou corticóides orais __ consulte sempre um médico para orientação

  • Em caso de infecção secundária, será necessário o uso de antibióticos com amplo espectro, tópico (bacitracina ou neomicina) ou sistêmico (ampicilina + acido clavulânico), de acordo com a gravidade __ consulte sempre um médico para orientação.

*Marcelo Szpilman, Biólogo Marinho formado pela UFRJ, com Pós-Graduação Executiva em Meio Ambiente (MBE) pela COPPE/UFRJ, é autor do livro GUIA AQUALUNG DE PEIXES, editado em 1991, de sua versão ampliada em inglês AQUALUNG GUIDE TO FISHES, editado em 1992, do livro SERES MARINHOS PERIGOSOS, editado em 1998/99, do livro PEIXES MARINHOS DO BRASIL, editado em 2000/01, do livro TUBARÕES NO BRASIL, editado em 2004, e de várias matérias e artigos sobre a natureza, ecologia, evolução e fauna marinha publicados nos últimos anos em diversas revistas e jornais e no Informativo do Instituto. Atualmente, Marcelo Szpilman é diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor e Redator do Informativo do citado Instituto, diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) e membro da Comissão Científica Nacional (COCIEN) da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

quarta-feira, novembro 28, 2007

Vagas para Aquacultura Marinha (fora do Brasil)

Divulgando vagas no exterior.
Dear All,
Bodo University College in Norway is advertising 2 phD student positions in marine aquaculture, of which Igor Babiak is project leader. The first is related to functional genomics, focusing on embryonic and larval development of the following aquaculture species: Atlantic halibut, Atlantic cod and sea urchins. The second will be investigating the effects of the environment, nutrition and stress on larval quality, using molecular tools. Further information is available at the following link: http://www.inra.fr/reprofish_eng/espace_scientifique/stages_emplois/phd_studentships>
I would be grateful if you could communicate this information within your institutions.
Kind regards,Miranda.

segunda-feira, novembro 26, 2007

Inovação

Depois da foto, literalmente, sem comentários da Kel, quase fiquei sem palavras pra escrever aqui. Mas vamos lá.




Hoje fui assistir à apresentação do trabalho de graduação do colega Heitor Perotto, sobre a influência do transporte sedimentar longitudinal nas variações de linha de costa do litoral sul do Rio Grande do Sul.




O que este trabalho teve de diferente?


Foi a primeira apresentação de trabalho de conclusão de curso em que um orientador, neste caso, uma orientadora: Luciana S. Esteves participou da banca por videoconferência. Sim, ela lá da Inglaterra esteve presente graças à tecnologia: internet + skype = presença de alguém distante. Muita gente sabe como isso funciona na vida pessoal, mas vejam a evolução, faz parte da vida acadêmica também!



A apresentação aconteceu lá no LOG da FURG (traduzindo: Laboratório de Oceanografia Geológica da Fundação Universidade Federal do Rio Grande). Houve até um certo comentário, do nosso professor Calliari sobre ser a primeira apresentação com videoconferência e que "óbvio só podia ser na Geologia". E eu comento: Ainda bem! Afinal, quem nasceu primeiro foi a Terra não o homem ou qualquer outra forma de vida ou ciência... (essa é bem mais fácil de responder do que a clássica: Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?). Portanto, no laboratório de Oceanografia que tem por "sobrenome" Geologia (estudo da Terra, tinha que ser o primeiro!).


Mas como sempre, este é o meu ponto de vista.



Terminada a apresentação vieram os agradecimentos, os formais e necessários não vou comentar, mas gostaria de comentar sobre o agradecimento final, que foi "à família Engenho" que pelo que entendi eram os amigos, o pessoal que compratilha a vida, que acaba virando família pra quem vem de longe. E achei isso muito legal!



Afinal, lembro bem dos agradecimentos às Lulus nas monografias das Lulus.

E das Lulus derivamos (Olha! Como em Cálculo!) temos aqui no blog as VIP! (E brincando com o Cálculo ainda, se integrarmos as VIP teremos Lulus!)


Por isso, eu não poderia deixar de comentar a importâcia dos amigos para essa fase bem inovadora da vida de quem escolhe por uma loucura qualquer fazer Oceanologia num "reino muito muito distante"




(Foto enviada pelo Heitor!)

domingo, novembro 04, 2007

OECOLOGIA BRASILIENSIS


Este encontro tem por objetivos:
  • discutir o desenvolvimento das pesquisas brasileiras na Antártica em Ecologia Terrestre e Marinha;
  • discutir efeitos das mudanças climáticas na Antártica e seus efeitos indiretos no Continente Americano, especialmente na região Sul do Brasil;
  • apresentar as atividades brasileiras previstas para o Ano Polar Internacional através de representantes do Programa Antártico Brasileiro e Secretaria Interministerial para os recursos do mar (SECIRM);
  • promover a troca de conhecimento entre alunos de Graduação, Pós-Graduação e profissionais dos principais Centros Universitários do País.

Mais inform~ções podem ser obtidas no site : http://b200.nce.ufrj.br/ecoantartica

sábado, outubro 20, 2007

Aparecemos no Universo!



E a FURG se destaca nas preocupações com os seres especiais dos mares...
os pinguins são liberados no Cassino depois de um tempo de cuidados!

Tudo bem que o CRAM (Centro de Recuperação de Animais Marinhos) é um "hospital" para animais marinhos e os "médicos" (veterinários) não são formados pela FURG, pois não temos curso de veterinária, mas certamente a Oceanologia na FURG tem a visão holística necessária sobre os mares e seus habitantes, o CRAM é uma parte da universidade. Assim como o Museu Onceanográfico também! Inclusive um fica "ao-lad0-dentro-do-outro".

Como Oceanólogas, aqui no blog, comprometemo-nos a manter informações sobre a Oceanologia e nossas vidas. E por isso, digo que recebi esta indicação de matéria de uma amiga aqui de Sampa que faz publicidade.

É isso, aí, todo mundo ligado nas informações!!!
A Kel deve ter umas fotinhos mais legais!!!
Se tiver festa de comemoração de 60 anos do Museu Oceanográfico, quero estar presente!!!!
A Kel já fica avisada!
(Como é quem está mais perto do Museu!)

terça-feira, outubro 16, 2007

Um oceano de comunicação

Como nossa formação em Oceanologia pode ajudar o todo?
Cada uma de nós fazendo sua parte bem feita e interconectando os conhecimentos, a partir da comunicação.
A idéia do blog era manter cada uma das colaboradoras, dentro das atividades que executa e assim estou fazendo, colocando as informações atuais conectando-as com os meus conhecimentos oceanograficos. Usando um termo bastante conhecido pelo pessoal do meio ambiente:
Pensar Global e Agir Local!

E isso é o que a internet está fazendo.Fiquei sabendo com um dia de atraso do "Blog Action Day", por uma amiga publicitária, bastante conectada nas tendências do momento. Que fez sua parte como poderia. Inclusive me informou de algo que eu não sabia.

E informo a vcs:
Bloggers Unite - Blog Action Day

quarta-feira, outubro 10, 2007

Blog

Tenho considerado os blogs uma forma de Jornal global livre. Inclusive é o que estamos aqui fazendo: desvendando a vida por trás da Oceanologia. A participação dos humanos e a importância dos mesmos na ciência. Incuindo a importância da socialização e das responsabilidades de cada um, a participação de todos de acordo com suas habilidades.


Por falar em globalização de informação, estou divulgando o nosso endereço para nossos colegas de profissão e pros meus amigos de coração (alguns estão, senão a maioria, estão nas duas categorias...hahaha)

Glub-glub-blog =)