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domingo, outubro 25, 2009

Embalagem plástica que dissolve na água - CR

Na edição de novembro da revista Creative Review é apresentada uma embalagem plástica muito especial: ela dissolve na água!!!

Isso mesmo: o plástico dissolve na água! É só tirar a revista da embalagem e colocar o plástico na água e fim!




O material hidro-degradável não contém resíduos tóxicos, e segundo a CR, você pode até beber a água (apesar do gosto horrível).

A embalagem foi desenvolvida pela empresa britânica Cyberpac. Segundo os desenvolvedores a embalagem é a partir de um substrato hidro-degradáveil, que é 5 vezes mais forte do polietileno normal. É um polímero biodegradável solúvel na água, ainda é totalmente biodegradável em um ambiente de compostagem, em uma máquina de lavar louça ou em uma máquina de lavar. Não tem resíduos nocivos.

É degradado por microrganismos, fungos e leveduras. Estes organismos podem ocorrer tanto em ambientes artificiais, como digestores anaeróbios, lamas ativadas lodo ativado e compostagens e ambientes naturais, tais como sistemas aquáticos e do solo. Os microrganismos o usam como fonte de alimento, produzindo uma variedade de enzimas que são capazes de reagir com a embalagem. No final, o saco se torna dióxido de carbono, água e biomassa.

Quer saber mais? Vai no site da CR.


quarta-feira, maio 21, 2008

Alquimia moderna transforma lixo em energia

Alquimia moderna transforma lixo em energia
Scott Malone

Não estamos falando de transformar chumbo em ouro, mas a General Electric está trabalhando em uma forma moderna de alquimia, a conversão de lixo em eletricidade.

A empresa, que planeja obter 25 bilhões de dólares anuais em vendas de suas divisões ecológicas, até 2010, está trabalhando para adaptar sua tecnologia de gaseificação, empregada para queimar carvão de modo menos poluente, à transformação de lixo urbano em um gás de queima relativamente limpa.

O processo toma material sólido e o aquece a temperaturas de até 1.400 graus, bem superiores às de um incinerador, e isso faz com que a maior parte da matéria adote o estado gasoso.

O gás resultante do processo é convertido em um combustível conhecido como syngas, em larga medida desprovido de poluentes, que pode ser utilizado para acionar uma turbina produtora de eletricidade.

Os materiais que não se convertem em gás, entre os quais alguns metais e minerais, adotam o estado líquido e, ao esfriar, se tornam "slag", uma substância estável semelhante à rocha. A estabilidade do slag significa que seu conteúdo não vaza para o ambiente, de modo que o material pode ser usado de maneira segura na indústria da construção.

O desafio agora é como transformar um processo utilizado com um insumo uniforme -carvão- e fazê-lo funcionar de maneira suave com a mistura de materiais que termina sendo criada nos depósitos de lixo.

"Estamos realmente nos esforçando para compreender a variabilidade que existe no lixo urbano sólido", disse Kelly Fletcher, líder de tecnologias avançadas de energia sustentável no centro de pesquisa da GE em Niskayuna, Nova York.

"Não estou tentando ser engraçadinha, mas o que entra como lixo sai como lixo", disse Kelly em entrevista por telefone. "Precisamos compreender o que realmente nosso sistema de gaseificação receberá em termos de alimentação."

Os grupos ecológicos há muito se opõem à incineração de lixo -processo que libera gases poluentes na atmosfera e cria cinzas que podem ser perigosas-, mas alguns deles estão abertos à idéia de gaseificar resíduo municipal sólido.

Reuters

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Comentário subjetivo: Há tempos eu digo que esta é uma grande solução a muitos dos problemas com rlação ao uso de combustíveis, como escasseamento de recursos naturais não-renováveis, além de uso do lixo produzido pelo alto consumo da sociedade atual, conflito por espaços pelo crescimento e necessidade de instalação de aterros sanitários e lixões (fazem ideia da área que se perde para ser utilizada para qualquer outro fim com lixões e aterros sanitários!)
Mas por que se demora tanto para o desenvolvimento e utilização desse tipo de energia? O maior problema é o interesse econômico! Afinal, como ficam os barões do petróleo e agora os grandes produtores da indústri de biocombustíveis... Não digo que as coisas devam mudar de uma hora pra outra... Mas qual o problema de abrir lugar para novas tecnologias? Meios alternativos podem se mostrar às vezes mais eficazes que os utilizados atualmente. Deve-se fazer uso de todo conhecimento gerado no planeta, além de se apoiar novas pesquisas, pois a cada dia coisas novas podem surgir e os problemas podem ser solucionados..

segunda-feira, abril 14, 2008

Repensando os biocombustíveis

Relator da ONU diz que biocombustíveis são um crime contra a humanidade

BERLIM, 14 Abr 2008 (AFP) - A produção em massa de biocombustíveis representa um crime contra a humanidade por seu impacto nos preços mundiais dos alimentos, declarou nesta segunda-feira o relator especial da ONU para o Direito à Alimentação, o suíço Jean Ziegler, em entrevista a uma rádio alemã.Os críticos dessa tecnologia argumentam que o uso de terras férteis para cultivos destinados a fabricar biocombustíveis reduz as superfícies destinadas aos alimentos e contribui para o aumento dos preços dos mantimentos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara um contra-ataque à onda de rejeição internacional aos biocombustíveis. A ampla estratégia envolve o governo e empresários do setor sucroalcooleiro
CONTRA-ATAQUE
Ziegler pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que mude suas políticas sobre os subsídios agrícolas e deixe de apoiar apenas programas destinados à redução da dívida. Para ele, a agricultura também deve ser subsidiada em regiões onde se garanta a sobrevivência das populações locais.O ministro das Relações Exteriores alemão, Peer Steinbrueck, deu seu apoio ao apelo feito pelo FMI e o Banco Mundial neste fim de semana para responder à crise gerada pelo aumento de preços dos alimentos, que está gerando violência e instabilidade política em inúmeros países."A Alemanha não fugirá de sua obrigação nesse tema", afirmou Steinbrueck.Ziegler acusou a União Européia de dumping agrícola na África.

"A UE financia as exportações de superávits agrícolas europeus para a África, onde são oferecidos pela metade ou a um terço de seu preço de produção", queixou-se Ziegler. "Isso arruina completamente a agricultura africana", acrescentou.Em entrevista ao jornal francês "Liberation", Ziegler também advertiu que o mundo se dirige para "um período muito longo de distúrbios e outros tipos de conflitos derivados da escassez de alimentos e aumentos de preços".Nesse contexto, a Comissão Européia indicou nesta segunda-feira que vai propor a supressão das subvenções para os cultivos destinados à produção de biocombustíveis, em meio à crescente polêmica causada pelo desenvolvimento dessa fonte de energia para lutar contra a mudança climática.Vários outros dirigentes europeus já manifestaram preocupação com a utilização da produção agrícola com fins energéticos em detrimento dos alimentos, num contexto de alta dos preços das matérias-primas.

"A produção agrícola com fins alimentares deve ser claramente prioritária", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier.A França propôs nesta segunda-feira uma iniciativa européia frente ao aumento de preços das matérias-primas e a crise alimentar que isto provoca, impulsionando um apoio reforçado à agricultura comunitária e uma ajuda maior a este setor nos países pobres."Em um mundo em que vai ser necessário produzir mais e melhor para alimentar nove bilhões de habitantes, há necessidade dos esforços de todos e também da Europa", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier, ao antecipar as grandes linhas da proposta que deve apresentar a seus colegas da União Européia em Luxemburgo.

Fonte: Universo Online(UOL)
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Visão pessoal:
Faz muito tempo que tenho pensado neste assunto,
os biocombustíveis, e mesmo sem pesquisar a fundo o que anda acontecendo e como a situação se dá, já imaginava que os biocombustíveis são uma alternativa tão ruim ou pior que a exploração de combustíveis fósseis. Afinal, os combustívieis fósseis são "vida passada", enquanto os biocombustíveis são "vida presente" consumida por máquinas, o que é incompatível com minha ideologia, já basta a "vida humana" consumida pelas máquinas, seja para sua produção ou consumo. Além do fato da ocupação de solo com monoculturas que serão "queimados"... Chega a ser um regresso em vez de um progresso pra humanidade!
Energias alternativas ao uso de combustíveis fósseis, devem ser aquelas que aproveitam as fontes em sua forma menos transformada possível.
Acredito no desenvolvimento de tecnologia mais acessível que aproveite energia eólica com menor custo; também afirmo que aproveitando o período solar, que deve aumentar em alguns anos em todos os pontos, como fonte de energia seria uma boa forma de solução à energia (continuo defendendo a deglaciação geológica e a inversão polar como importantes fatores no aquecimento global.Não deixando de lado o fator antrópico, pois este é necessário à conscientização global de que "o que se faz localmente acaba atingindo globalmente" e portanto deve ser feito com responsabilidade); ainda acrescento que os lixões deveriam ser aproveitados, pois a produção de gases é inegável, a questão está em como desenvolver tecnologia para este aproveitamento, afinal, já é produto de descarte, porque não aproveitar?
O que não tem sido levado em conta é que todo esse "esquema" de biocombustíveis movimentam muito dinheiro, mais do que se aproveitar as fontes menos dispendiosas à natureza. Ou, seja, como sempre, está na hora de rever os valores da humanidade se o que vale é o dinheiro ou é a vida...
Sim, são questões filosóficas, ideológicas, de valores.... Mas é que os valores estão precisando, e muito, serem revistos!

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Trânsito de veículos na praia pode ser proibido - Cassino


A polêmica sobre o assunto anda grande: a Fepam decidiu proibir o transito na praia do Cassino. Quando aa Fepan concedeu a Licença Prévia (LP) para o Plano de Manejo das Dunas, elaborado em parceria pela Secretaria Especial do Cassino (SEC) e o Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema), em 2006, este órgão já listou uma série de condicionantes a serem cumpridas pela SEC para a concessão da Licença de Instalação (LI). Sendo uma das principais exigências um plano de ações para fechamento do trânsito de veículos automotores nos trechos Molhes-Cassino e Iemanjá-Camping do Leopoldo. Nestes trechos, que juntos somam 13 quilômetros de extensão, o órgão indica a colocação de barreiras na praia para impedir o acesso de carros. (extraído: Jornal agora 23/1/2008)

A idéia é ainda substituir as passagens de carros por lugares de acesso para pedestres. Existe uma lei
estadual de 1991, que veda o trânsito de veículos na beira da praia, mas essa lei não é sob o ponto de vista ambiental e sim visa à segurança das pessoas que usam a faixa de praia, não sendo essa a atribuição da Fepam.

Segundao a Fepam sua preocupação é ambiental, ou seja, a preservação das dunas costeiras. A diretora-presidente da Fepam, Ana Maria Pellini, segundo o Jornal agora de 24/1/2008, nã oestá preocupada com o trânsito de veículos na praia e sim como estes veículos chegam a praia, ou seja, as passagens abertas entre as dunas, que hoje são 9, e como se dá a remoção da areia para limpeza destas entradas. "O fato de os veículos chegarem na praia não tem problema. Quem deve decidir sobre isso é a comunidade. A exigência da Fepam é referente ao acesso pelas dunas" (extraído: Jornal agora 24/1/2008) . Até parece que essa senhora vem a Rio Grande falar com o prefeito para ver o que se pode fazer.




Bom... agora o meu ponto de vista:

Sinceramente acho uma situação bastante complicada proibir o tráfego de veículos na praia devido a sua grande extensão e por não haver a possibilidade da construçã ode uma avenida beira-mar ou paralela a praia. Além disso, acredito como boa Oceanóloga, que antes abrir 9 passagens por entre as unas de forma orientada do que aa população atravessar as dunas de qualquer maneira.

A idéia de passagens para pedestres é exelente, então porque não apouiar a construçã ode mais passarelas já que uma foi implementada há alguns veraneios e pode-se verificar que deu e MUITO certo?! É nítida a fixação da duna no local da passarela e o uso desta pelos pedestres.

Existe um fato que me deixa revoltada, como uma cidade que possuiu uma universidade voltada ao ecossistema costeiro e marinho não se manifestou ainda?! Quantos dados engavetados sobre essa região vários laboratórios da FURG possuem? Onde entra todo conhecimento científico acumulado no melhor curso de Oceanografia do Brasil? Onde estão nossos Oceanólogos que trabalham com gerenciamento costeiro para se manifestarem a respeito e auxiliarem nesse manejo?! Cabe deixar tudo nas mãos de um órgão que embora tenha todos os seus méritos, sua diretora-presidente talvez nem saiba qual a realidade de um domigo a beira da praia do Cassino?!

Quem sabe antes de nos preocuparmos com 9 míseras passagens entre as dunas em uma extensão tão grande de praia fosse melhor nos preocuparmos e tomarmos ciência do crescimento desordenado do Balneario para o lado da Querência, que ano a ano, quadras e mais quadras surgem exatamente "SOBRE" as dunas?!

Talvez daqui uns 15 anos esse órgão comecem a se preocupar com algo que acontece hoje, sempre é melhor remediar do que previnir, acho que essa deve ser a filosofia nesse caso para essas pessoas.

Talvez a politicagem mais uma vez passe por cima da técnica e certamente o crescimento desordenado continue e a polêmica fique somente em "9" passagens entre as dunas... fazer o que.. é a vida...


segunda-feira, novembro 26, 2007

Inovação

Depois da foto, literalmente, sem comentários da Kel, quase fiquei sem palavras pra escrever aqui. Mas vamos lá.




Hoje fui assistir à apresentação do trabalho de graduação do colega Heitor Perotto, sobre a influência do transporte sedimentar longitudinal nas variações de linha de costa do litoral sul do Rio Grande do Sul.




O que este trabalho teve de diferente?


Foi a primeira apresentação de trabalho de conclusão de curso em que um orientador, neste caso, uma orientadora: Luciana S. Esteves participou da banca por videoconferência. Sim, ela lá da Inglaterra esteve presente graças à tecnologia: internet + skype = presença de alguém distante. Muita gente sabe como isso funciona na vida pessoal, mas vejam a evolução, faz parte da vida acadêmica também!



A apresentação aconteceu lá no LOG da FURG (traduzindo: Laboratório de Oceanografia Geológica da Fundação Universidade Federal do Rio Grande). Houve até um certo comentário, do nosso professor Calliari sobre ser a primeira apresentação com videoconferência e que "óbvio só podia ser na Geologia". E eu comento: Ainda bem! Afinal, quem nasceu primeiro foi a Terra não o homem ou qualquer outra forma de vida ou ciência... (essa é bem mais fácil de responder do que a clássica: Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?). Portanto, no laboratório de Oceanografia que tem por "sobrenome" Geologia (estudo da Terra, tinha que ser o primeiro!).


Mas como sempre, este é o meu ponto de vista.



Terminada a apresentação vieram os agradecimentos, os formais e necessários não vou comentar, mas gostaria de comentar sobre o agradecimento final, que foi "à família Engenho" que pelo que entendi eram os amigos, o pessoal que compratilha a vida, que acaba virando família pra quem vem de longe. E achei isso muito legal!



Afinal, lembro bem dos agradecimentos às Lulus nas monografias das Lulus.

E das Lulus derivamos (Olha! Como em Cálculo!) temos aqui no blog as VIP! (E brincando com o Cálculo ainda, se integrarmos as VIP teremos Lulus!)


Por isso, eu não poderia deixar de comentar a importâcia dos amigos para essa fase bem inovadora da vida de quem escolhe por uma loucura qualquer fazer Oceanologia num "reino muito muito distante"




(Foto enviada pelo Heitor!)

segunda-feira, outubro 15, 2007

SMOG - Lançando polêmica na atmosfera

Como estudamos em Geoquímica Marinha, uma das formas de poluição atmosférica é o SMOG, que se forma da união das palavras smoke (do inglês: fumaça) e fog (do inglês: neblina). Bem sabemos que todo o processo de poluição atmosférica surgiu com a Revolução Industrial, onde o desenvolvimento econômico através da produção industrial foi buscada emitindo muita poluição gerada pela queima de combustíveis fósseis. E atualmente estamos nessa "luta contra os tais gases que acabam com a camada de ozônio". Não sei o quanto estamos na luta individualmente, mas o tal "Protocólo de Kyoto" pediu responsabilidade de alguns países, e alguns não entraram "no jogo", tentado se desviar do assunto dizendo que apóiam pesquisas para novas formas de energia. E o Brasil parece que não tem atingido a meta necessária, também ouvi falar que os países da União Européia que não cumprirem com o "prometido" serão "retirados da Comunidade Européia", se não me engano, parece que Portugal estava na lista. (Não vou confirmar as fontes a vcs porque foram notícias que li e ouvi... Mas todo mundo pode verificar a veracidade com pesquisas rápidas na internet. Pretendo apenas, com este post levantar uma auto-reflexão sobre os assuntos).

Lançando um assunto da revista Veja, publicada em 10 de Outubro de 2007, fala-se de um tal "ELETROSMOG", afinal, estamos tão cercados de tecnologia eletro-eletrônica quanto da tecnologia industrial (sim, aquela da Revolução em meados do século 20, não vamos esquecer que já estamos no século 21!!!).

Vimos o que a tal "revolução industrial causou", mas também não havia muita ciência (saber) na época para alertar sobre o assunto. Atualmente, não temos desculpas com relação à falta de ciência (conhecimento) quanto a muitos assuntos é só buscar saber por várias fontes confiáveis e confirmar umas nas outras. Assim, são feitas as pesquisas.

A citada revista aponta muitos lados:

  1. As queixas dos "eletrossensíveis"




  2. O surgimento de "aparelhos" que permitem insolar as ondas de eletricidade




  3. O que a ciência diz, onde a Organização Mundial de Saúde (OMS) analisou mais de 25 000 casos e não achou que eles sejam nocivos entre outras análises. E alguns "pontos de vista de alguns países" de quem acha melhor previnir:


  • Alemanha: o governo aconselha a população a evitar o uso de redes sem fio (wi-fi) até que se estudem melhor os efeitos de suas ondas eletromagnéticas no organismo;




  • Inglaterra: o Departamento de Saúde sugere aos jovens com emnos de 16 anos que usem o celular somente para ligações essenciais;


  • Suíça: o governo recomenda que aparelhos elétricos e sem fio fiquem a uma distância mínima de 2 metros da cama das crianças.

Meu ponto de vista é: se não exagerarmos em nada, acho que tudo é possível ser utilizado, as medidas sugeridas acima pelos "países" nada mais são que uma "dosagem" de tecnologia adequanda. Onde eu interpretaria como: limitem-se aos seus limites financeiro e do corpo-saúde, jovens e crianças devem interagir com pessoas para que sejam sociáveis e não se isolem atrás de máquinas, e que lugar de dormir é lugar de dormir, principalmente para bebezinhos em formação =)
Este é o ponto de vista de uma das "eletrossensíveis" que acaba até interferindo no campo eletromagnético das maquininhas com as quais trabalha. Podem perguntar ao técnico de informática que não sabia como o meu PC não ligava quando ele tentava ligar e ligava ligeirinho comigo há uns dois anos, se isso é verdade ou não =) Caso ele se lembre ;)


(Fontes:


Revista Veja, 10 de Outubro de 2007;

Minha cabeça com as aulas do professor Dr. Paulo Baisch misturando tudo isso e colocando aqui! =)