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quarta-feira, julho 04, 2012


 Documentário do History Channel: Life after people.
Muito bom pra refletir sobre o que é positivo e o que é negativo nas ações antrópicas.
 E nos mostra que o importante é descobrir o "caminho do meio", o equilíbrio entre a Natureza (incluindo os humanos) e as ações ou interações antrópicas.

terça-feira, março 08, 2011

Alguns passos (parte 2)








É bom lembrar que NÓS, HUMANOS, TAMBÉM LIBERAMOS GÁS METANO COMO AS VAQUINHAS!

O mais interessante deste video foi o destaque para que descubra/conheça a origem do produto.

segunda-feira, março 07, 2011

Alguns passos (Parte 1)



Vi um video dessa série numa rede social.
Achei bem bacaninha...
Como ando sem inspirações par dissertar a respeito desses assuntos, vou deixar os videos com um pequeno comentário...




Eu costumo falar que não é pra ninguém deixar de ter os confortos existentes na vida contemporânea.
Precisamos pensar no que é realmente necessário.
Não adianta ter os coletores seletivos de lixo, se induzimos a um maior consumo.
Existem lugares que a produção de lixo é tanta que n]ao se consegue reciclar tudo o que é produzido.
Existem lugares que nem existe reciclagem.
E não devemos esquecer que a reciclagem também é um beneficiamento de produto, também despende energia para execução da atividade alem de outras coisas.
A ideia principal é repensarmos/refletirmos nosso modo de consumir, em seguida, reduzimos o consumo, depois reutilizamos o que é possível e só depois é que poderemos reciclar.

Acho que o primeiro passo é a reflexão sobre nossos hábitos de consumo.

Sem esquecermos que muito do que "passa" acaba indo parar nos nossos oceanos.

sexta-feira, junho 04, 2010

Água engarrafada


Enviaram esse vídeo pra mim por e-mail... Eu já conhecia o História das Coisas e essa ideia me interessa bastante e, nada melhor que seja ilustrado por esses vídeos.
Esse vídeo tem a ver com o que consumimos e porque consumimos....



Fiz um manuscrito na terça-feira que preciso publicar aqui e tem a ver com resíduos sólidos e tudo isso que liberamos por aí...
Fica o vídeo pra ilustrar nossos pensamentos e ações e logo transcrevo (digitalizo) meu texto sobre a situação do lixo reciclável em São Paulo.

quinta-feira, outubro 15, 2009

Mudanças Climáticas - Mudanças Ambientais


Do blog Eco-Urbano, o Bubbles In The Water também participa do Blog Action Day... Pois, é... Autoria lá e divulgação aqui também....



Mudanças Climáticas

Desde setembro ou outubro de 2007 fico pensando que preciso escrever algo “ambiental” sob um ponto de vista diferenciado. Tanto protelei que acabou se tornando assunto do Blog Action Day, cuja proposta é Climate Changes - Mudanças Climáticas. Um texto ilustrativo... um "continho" para levantar discussão e questionamentos.

Quem é da área ambiental ou q
uem é bom observador sabe que está tudo integrado, então, prefiro escrever sobre Mudanças Ambientais. Afinal, mudanças de clima interferem no ambiente e mudanças no ambiente interferem no clima, é um sistema acoplado. Se não houvesse efeito estufa no princípio dos tempos quando a Terra era bem “novinha”, não haveria vida como temos hoje, poderia ter ocorrido, mas seria diferente. Então, efeito estufa na medida certa retém calor e umidade no planeta, criando um ambiente adequado para a vida como temos no presente. Gases que geram o efeito estufa podem ser de origem natural, por exemplo, advindos de vulcões e, podem ocorrer esses gases devido às ações antrópicas, principalmente nas atividades industriais e, depois, dos produtos industrializados, por exemplo, os carros que consomem combustíveis fósseis.

Dá pra perceber a cadeia aumentando? Tudo o que dizem ser “prejudicial”, assim é, devido ao exagero, ao acúmulo e à superprodução.

Devemos perceber e nos conscientizar que a Terra por si é auto-sustentável, auto-reciclável: o que ela produz, ela reassimila transformando em outras “coisas” que serão, novamente, reassimiladas e transformadas n
ovamente.

Para facilitar a visão e o entendimento, vamos
“pular” a parte da “evolução passada” da vida e vamos para um mundo hipotético bastante parecido com o nosso, com o que conhecemos, mas com foco bastante simplificado, para não nos confundirmos com as complexidades. Neste mundo hipotético existem animais, vegetais e minerais, as criações humanas e os próprios humanos ficam de fora como observadores. Vemos: animais e plantas interagindo sobre o planeta, plantas como alimento de animais, animais como alimento de outros animais, os excrementos dos animais adubando o solo, ou até mesmo funcionando na dispersão de sementes para lugares mais distantes; os animais morrem e por ação de microrganismos, comumente bactérias – Ah, sim! Sempre acham que micróbios só servem para “incomodar” trazendo doenças, mas se não fossem eles trabalhando como usinas de reciclagem, o mundo seria puro lixo acumulado. – que têm por função ou trabalho decompor a matéria em partículas ou moléculas que serão reaproveitadas como nutrientes pelas plantas!

Isso foi bem simples de enxergar? Mas já mostra uma teia complexa das interconexões na Terra. De certa forma, foi tudo simples, natural, “
produzido pela Terra” e os organismos, as vidas têm noção de seu papel e vão realizando, trabalhando, cada um na sua função, ninguém é melhor nem pior do que ninguém, cada um sabe a imensa importância que tem na manutenção da vida, na sustentabilidade.

Além de ciclos biológicos, temos outros ciclos, ou trabalhos que são realizados na Terra para que “tudo aconteça como tem que acontecer” perpetu
ando a vida. Em algumas épocas, num mesmo ano ou volta da Terra em torno do Sol – É, ainda não havia falado sobre ele, mas sem ele também não teríamos vida como conhecemos, é ele quem dá energia para as plantas e as algas crescerem e combinarem os nutrientes do solo e virarem plantas e algas (biomassa). Nestes aumentos ou diminuições de temperaturas anuais – que ocorrem porque às vezes a Terra faz dança de roda mais perto ou mais longe do Sol – as folhas caem e de novo entram os microrganismos em ação para reciclar e retornar nutrientes ao solo que poderão ser usados pela mesma planta ou por outras; depois vem a fase das flores que além de enfeitarem, servem para as abelhas, borboletas e beija-flores passarem por ali e “pegarem pólen” e ao irem para outras plantas os polens de diversas flores “se juntam” e produzem frutos que servem de alimento para diversos animais e produzem sementes que darão origem a outras plantas... Por isso tem tantas plantas por aí e, olha que já existiram muito mais!!!
Além desses movimentos de roda, a Terra vira cambalhota, é algo que ninguém vê, mas muitos cientistas já falaram sobre inversão polar: bem simples, transforma o pólo sul em norte e o pólo norte em sul!

– Ein?

Imaginemos que o norte é a cabeça da Terra (normalmente acham que é mesmo) e que os pés seriam o pólo sul... Aí, a Terra resolve virar cambalhota ou “andar de bananeira”, com os pés para cima e a cabeça para baixo. Isso provoca imensas mudanças, afinal, ninguém consegue ficar andando assim o tempo todo... Claro, que como a Terra não tem pé e nem cabeça, para ela tanto faz... Mas as pessoas ficam meio desorientadas com isso, não só as pessoas, mas também os animais e tudo mais, inclusive os minerais. – Ah, sim! Estes que são importantes para justificar que às vezes, a terra vira cambalhotas, porque a orientação magnética (norte-sul) acaba ficando registrada nas camadas de solo que vão sendo compactadas e armazenadas ao logo do tempo. Isso já aconteceu antes e sempre pode estar acontecendo de novo... E lá vai mais uma mudança natural da terra.

Agora, vamos colocar a humanidade, esses seres tão criativos que tudo transformam e tudo mudam de acordo com sua vontade. As pessoas ficam misturando tudo e recriando à sua visão, descobrem muitas coisas além do que foi contado, descobriram recursos sob o solo, sob as pedras, em vários lugares... É, seres humanos são muito curiosos e criativos e foram inventando coisas a partir da modificação das “coisas da Terra”... Aí, chegou o problema, aquilo que os seres humanos criaram não foi a Terra que criou... Por isso, ela não consegue reassimilar, reciclar e nem os organismos todos que vivem na Terra sabem o que fazer com essas criações dos seres humanos... Só quem pode fazer isso, quem tem condições de fazer isso é a própria humanidade... E essas criações geraram mudanças além das que a Terra estava acostumada.

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Visão de uma oceanóloga, visão de Ciência Integrada

A partir da “historinha” acredito que é possível entender que mudanças climáticas que geram e são geradas por mudanças ambientais num sistema acoplado não podem ser previstas com 100% de certeza e nem estimadas, nem tampouco modeladas se não forem consideradas infinitas variáveis (o que complica o estudo).

Enquanto não “encontram um modelo” que inclua todos os complexos componentes humanos, além dos biológicos, meteorológicos, geológicos e, nesses todos a química e a física, chegando ás influências na área de saúde, não só humana... Não se poderão prever mudanças ambientais, podem-se observar mudanças. E, através de muita cooperação e integração, projetarem-se ações. Ainda verificar-se-á que todas elas recaem sobre a humanidade. E, que simplificando, são mudanças nos humanos, apenas possível através da tomada de consciência. Afinal, muitos tratados e protocolos são elaborados e não são cumpridos, assim como ocorre com muitas leis que não são seguidas.

Portanto, o direcionamento das mudanças ambientais será dado pelo direcionamento das consciências, seja positivo ou negativo.




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Espero comentários das colaboradoras!

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Lixo no mar...mais sobre o assunto

Devemos aproveitar os recursos variados para ilustrar o que queremos dizer.
Aí vai mais um video...

Dá pra se ter uma ideia de porque devemos pensar globalmente e agir localmente.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Máquina dos Sonhos - parte 3 - Capitão Planeta


Nesta, terceira e última parte, vem o fechamento de ideias. Explosão dos conflitos, busca de soluções - lembrando que não dá pra "invocar o Capitão Planeta' - devemos pensar em conjunto, unindo forças pra buscar soluções e colocá-las em ação.
E a finalização que mostra que tudo vem de algum lugar e vai parar em outro, devendo pensar antes de se comprar as coisas....



Máquina dos Sonhos - parte 2 - Capitão Planeta

Nessa segunda parte dá pra se "pensar no consumismo"; conflitos gerados entre as pessoas pelos mais diversos fatores; que todo produto necessita de recursos para produação que vêm da exploração dos recursos naturais que em sua maioria são finitos ou não-renováveis se preferirem; nos impactos ambientais gerados pelas diversas atividades humanas.

Um destaque para os problemas relacionados à água: poluição, escassez, conflitos gerados em torno da água.



Máquina dos Sonhos - parte 1 - Capitão Planeta

(Inspiração pro outro blog que resolvi trazer pra cá)

Para quem não conhecia, esse desenho animado é bem interessante.Apresenta muito elementos de ecologia fantasiando algumas coisas para que possamos ver "mais rapidamente" os processos....
Nesse episódio em especial, são vários os elementos que podem ser trabalhados na Educação Ambiental. Começando pela produção de bens de consumo.... e o enredo segue com outros elementos nas demais partes....


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Detalhe: A Kel coloca vídeos técnicos... a Má coloca desenho animado... huahauhuahua... olha a diferença...hihihihih

quinta-feira, outubro 30, 2008

Bloom in action

Adorei a idéia: pedalar, fazer bolhas de sabão e despersar sementes, essa é a idéia do bloom in action... leiam ai:


The Bloom device is meant to be a subversive and inspirational tool for our concrete jungles. Similar to the tuft of a dandelion as the wind carries the seedling, we propose a way of dispersing seedlings with bubbles and bicycling. Seeds are co-mingled with a bubble mixture and upon pedaling to your destination , you release the floating seeds which land in cracks and crevices throughout the city streets. Over time, the seeds grow into flowers and plants to create a green "fringe" to our sidewalks and streets.

Using natural ingredients; vegetable based soap and seeds, combine together to make a dissolving "nugget". The resulting mixture resides in a reservoir inside Blooms aluminum housing. The housing is attached to the lower frame near the rear tire, similar to a exhaust pipe. Upon pedalling, air enters the front of Bloom and spins a pinwheel inside which picks up a small drop of the seed/bubble mixture and blows a bubble carrying a seed out the back as "exhaust".

Our inspiration comes from the tale of Johnny Appleseed, where he would spread seeds everywhere he went planting apple trees for future generations.





sexta-feira, agosto 22, 2008

Aí, eu fui...


Como a Angel colocou uma indicação muito direcionada para visitar uma exposição... lá fui eu!
Além da exposição na quinta-feira (21/08/200/), no dia anterior ( quarta-feira 20/08/2008) fui visitar a cooperativa de catadores e célula de triagem da Móoca, junto aos alunos da EMEE Neusa Basseto. Fomos lá... O pessoal da cooperativa recebeu todo mundo super bem. Explicou como funciona muita coisa (e eu tendo várias idéias...). O espaço é fornecido pela prefeitura, mas as contas são de responsabilidade da cooperativa. Todo mundo trabalha, vende o material pras recicladoras, pagam as contas e o que resta é dividido por todos, achei legal que descontam até o INSS... São cooperados com consciência, inclusive!
Nem todo o material é selecionado porque a esteira fica rodando, muita coisa acaba passando e vai pros aterros do mesmo jeito. Outro problema é que por não lavarem os materiais o cheiro não é lá muito agradável, mas suportável... Aí vem algo que sempre lembro e relembro as pessoas: limpar e lavar o material reciclável. Mesmo com a separação, acaba passando material orgânico... outro problema na fonte geradora do lixo. Além disso, temos muitas embalagens que não podem ser recicladas... E nesse momento, eu falei da importância do consumidor de exigir dos fabricantes a utilização de materiais menos agressivos ao ambiente e que possam ser reutilizados ou recicláveis! Como fazer isso? O único meio que pensei foi o de contactar os "Serviços de Atendimento ao Consumidor" que sempre tem nas embalagens, e podem argumentar que toda empresa tem que ter responsabilidade socioambiental... Porque dentro em breve, estou vendo leis exigindo isso... no exterior existe e aqui se não fizerem por vontade, cedo ou tarde acaba virando lei também.
Nas curiosidades sobre lixo encontrado, relatos de celulares (que funcionavam...sim, provavelmente o dono trocou por um mais novo e fez a pior coisa do mundo: jogou no lixo em vez de levar a uma loja parecida ou a mesma que comprou onde as empresas se tornam responsáveis por todo o material do celular: metais pesados e tóxicos para o ambiente); correntes de ouro (isso foi descuido ou alguém ficou bravo com quem deu o presente); dinheiro (dinheiro não nasce em árvores, mas pode ser encontrado no lixo!) e assim vai....
No fim, a nossa guia (uma cooperada), falou sobre umas salinhas onde ocorriam oficinas de arte, papel reciclável, e demais atividades que podem ser trabalhadas para tomada de consciência de que quase nada é lixo, mas estão fechadas por falta de incentivo. E voltamos ao que deve ser corrigido no planeta: a cabecinha das pessoas... é necessário que as pessoas tomem consciêcia das coisas, de suas ações e as reações provocadas por elas. A pecinha que precisa ser consertada no planeta chama: humanidade... nada além!
Ninguém além dos humanos são responsáveis pelas transformações em suas vidas. Suas ações provocam reações no ambiente. No mais, os ciclos e mudanças naturais da Terra são amenos... os naturais, são naturais... de resto... é responsabilidade dos humanos.


A Exposição LixoÚtil é multimídia, mas em grande parte composta por painéis informativos, um quebra-cabeça de material reciclado (plástico) com informações também, e uma salinha de vídeo revestida de material plástico preto, acho que pra dar a sensação de estar dentro do lixo. Mas eu não entrei porque está um calor absurdo em São Paulo e colocaram a exposição bem na "clarabóia" do shopping... um janelão de vidro imenso que fica batendo o sol o dia todo (nada de conforto térmico... não sei onde o arquiteto que projetou estava com a cabeça... acho que no tempo dele não se pensava nessas coisas.... por isso que é sempre bom pensar bem nas consequências futuras dos nossos atos!)
Voltando à exposição, achei interessante porque tem muita informação que está disponível em todo canto, nada de muito supreendente, mas por estar em todo canto e ainda não ter um resultado muito efetivo....acho que todo canto a mais que as informações sobre resíduos sólidos são colocadas, são imensamente válidas.
Tem um painel com o esquema de um aterro e a explicação de seu funcionamento e importância.
Tem informação sobre o biogás gerado no lixo e que pode ser aproveitado como fonte de energia (sempre ressalto a importância do aproveitamento desses gases... praticamente o funcionamento do DeLorian filme "De volta para o futuro", se bem que no DeLorian, além do biogás, tem aproveitamento da biomassa também)
Informações sobre consumo, o que já sabemos: países com mais dinheiro geram mais lixo e em grande parte de embalagens, os menos abastados de dinheiro geram mais lixo de origem orgânica.
Importante que informam sobre a reciclagem ser uma alternativa, mas não a solução, o principal e a consciência na redução do consumo. Essas coisa gerais que todos deveriam saber e ainda não sabem.
Algo interessante que vi em um dos panfletos foi que eles orientam para que as pessoas cobrem das Associações de Moradores esse trabalho de conscientização e gestão de resíduos sólidos.... Coisa que eu falo pra todo mundo... (Aqui tenho que colocar o velho ditado: "Em casa de ferreiro, espeto é de pau".... Porque o presidente da associação não ouve)
No fim das contas, sempre o mesmo: a informação existe, é acessível.... as pessoas é que são difíceis!!!!
Ai ai, trabalho duro esse de conscientizar pessoas... Mas vamos seguindo.

domingo, agosto 10, 2008

Aquecimento Global

Esse video recebi por e-mail faz uns meses, é do site: Omnilife, achei bastante interessante... Complicado que é em espanhol, mas é possível entender.
Gostei porque mostrou que a responsabilidade pela qualidade de vida está em nossas mãos e nossos hábitos.
Mas gostaria de fazer alguns acréscimos com meus conhecimentos oceanográficos que ficaram faltando no vídeo, não vou lembrar de tudo e por isso, gurias, se vocês lembrarem de mais algum acréscimo "gritante" que eu tenha esquecido, por favor, acrescentem!!!!
Seguem minhas observações e acréscimos às informações do filme:

  • A importância da vida marinha microscópica, neste caso, o fitoplâncton (microalgas) para a "limpeza do ar", sim, boa parte do oxigênio que respiramos é de responsabilidade de microalgas que fazem a fotossíntese e não transpiram como as árvores no período noturno liberando também CO2. Aqui é bom salientar que "não é legal fazer dos oceanos nem lata de lixo e nem esgoto", pois isso a longo prazo poderá provocar reais catástrofes biológicas, fora o que já vimos no câncer-plástico dos oceanos!!!!


  • A grande importância das árvores para manter a umidade relativa do ar (vapores de água, como diz no filme), e portanto a temperatura agradável e sem grandes gradientes/variações de temperatura... Digamos que as árvores matêm a temperatura mais estável por manterem "água no ar", é só lembrar que em locais com muitas árvores sentimos o ar mais úmido e mais friozinho. Outro "trabalho" das árvores é cnverter o CO2 em biomassa/matéria-prima para muitos produtos.... (Aqui temos o gancho do mercado de carbono que um dia pretendo tratar por aqui!).


  • Quando falam das variações do nível dos oceanos, e por consequência das regiões costeiras, esquecem-se de dizer que existem variações naturais de ordem geológica. Acrescento neste ponto, a especulação imobiliária e a expansão da construção civil em regiões costeiras como responsáveis pela interferência e consequente desequilíbrio no fluxo de sedimentos, a conhecida erosão costeira. Acrescento ainda a possibilidade de estarmos em período geológico de deglaciação, mas isso leva tempo e está sendo bem estudado.


  • Chegamos à perte do consumismo, onde sempre colocam a importância da reciclagem. Mas o mais importante é a redução do consumo, redução de embalagens, depois reutilização de todo material e por último a reciclagem, afinal os materiais têm período máximo de reciclagem... a reciclagem do material produzido/modificado/industrializado pelo ser humano não é sempre reciclável como o que é produzido pela Terra/Natureza/Gaia.... O que é natural acaba sendo sempre reassimilado pela prórpia Terra, temos cos ciclos biológicos, geológicos e químicos.... A Terra é auto-reciclável: ciclo da água que evapora (água em estado gasoso) que retorna a ser água líquida e "filtrada"... na verdade destilada e depois fica rica em sais minerais em contato com o ambiente, degradação de matéria orgânica que se transforma em nutrientes pra novos organismos, os mineriais que se transformam em solos e sedimentos.... é uma infinidade de ciclos que a Terra administra/gesta/gerencia.

    http://www.omnilife.com/videos/calentamiento_global1.html

Vejam o vídeo no site, pois não consegui fazer o upload.

sábado, julho 26, 2008

Essa série "Creature Comforts" é muito fofa!!!!
Esse fala sobre o mar e por isso coloquei aqui: "Porque o som do mar é realmente, realmente pacificador...."
Infelizmente ainda não tem a série legendada e nem dublada, mas é fácil de entender.
Se as colaboradoras com um "inglês" melhor que o meu se prestarem a traduzir... Fica por aí... senão, fica por divulgação e com os depoimentos do bichinhos super fofos!
Procurem ver o do leão também, foi por ele que comecei... huahuahua

quinta-feira, julho 17, 2008

Introdução de um Ensaio de Educação Ambiental

Resolvi publicar aqui a introdução do meu ensaio sobre educação ambiental a ser entregue à disciplina de Pesquisa em Psicologia Social. Tenho tentado não perder meus "surtos" criativos e reaproveitá-los ao máximo. Assim, mantemos o Bubbles in the Water atualizado.



A educação ambiental começa a ter destaque e tomar grande corpo em um momento de crise ambiental generalizada. Mesmo que a idéia e a necessidade da educação ambiental tenham surgido no início dos anos 70, sua aplicação não tem sido efetiva e muito menos adequada. A educação ambiental continua sendo tratada de forma que se pareça com uma gestão ambiental, onde existem regras a serem seguidas, atos a serem feitos e limitados a uma visão não-democrática e sim de cumprimento de deveres de acordo com uma suposta etiqueta ecológica.
É o momento da reapropriação da real educação ambiental como um exercício de cidadania, onde as pessoas percebam que são elas as transformadoras e reguladoras do ambiente, todas as pessoas e não apenas o Estado, as grandes indústrias ou grandes empresas. Com um posicionamento democrático de organização e não na centralização do poder causando opressão em muitos por poucos. Pois quando colocamos o meio ambiente como referência, percebemos que todos compartilham este meio e, portanto, todos são responsáveis. Através da democracia e da participação nas ações possíveis da real educação ambiental constituindo cidadãos que possam se sentir empoderados e capazes de construir sua realidade ambiental. E a partir daí, perceberem que são responsáveis por suas vidas e que no exercício da cidadania e no exercício de viver organizem-se para uma mudança positiva, consciente dos atos feitos e das respostas a estes atos.
Essa conscientização do poder humano é possível devido ao acúmulo de conhecimento e acessibilidade facilitada na contemporaneidade, onde a tecnologia e a informação são capazes de fornecer subsídios para apresentação da história e da “formação” de civilizações e seus progressos em tempos de recursos limitados. Na posição historicamente privilegiada em que estamos, com relação ao passado, devemos ter a preocupação da criação de um futuro com equidade, já que mais pessoas têm acesso ao conhecimento, maior deve ser a participação nas decisões de construção do futuro.

segunda-feira, julho 14, 2008

Um Oceano de plástico

Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

giro-mais-lixo.jpg
Foto do vórtex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

vortex.jpg
Ocean Plastic

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

sea-turtle-deformed.jpg

Tartaruga deformada por aro plástico


A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita.. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.

Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de
Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.


birdtummy.jpg
Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave

Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.



dead_bird.jpg
Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.



Recebi por email e achei totalmente pertinente. Vamos levar nossas sacolas de tecido para o mercado, feira, e qualquer outro local. Vamos comprar produtos que tenham refil, evitar ao máximo o plástico. Quem sabe um dia conseguimos..

domingo, junho 22, 2008

Ideias: de onde vêm e pra onde vão?

Minhas ideias de trabalhar com Educação Ambiental e os trabalhos que já vêm sendo realizados pulsam a todo momento na minha vida de forma gratificante, um dia conto as experiências que tenho passado com curso de difusão de formação de professores-educadores ambientais.

Fora esse curso de difusão, começarei a atuar em uma escola municipal de ensino especial e uma de minhas propostas foi uma Oficina "De onde vem e para onde vai?" para conscientização do consumo e tenho pensado em trabalhar na produção de algum material para isso no mestrado...Pois é, ideias pulsantes...

Nessas e outras, a Aline,amiga e também colega de profissão, acabou me indicando esse video que tem uma visão sistêmica que aborda muitos aspectos que envolvem o consumo e de forma crítica. O que penso em fazer é mais específico e direcionado à aplicação (tenho que manter o mistério) mais direcionada. Mas o video é bem interessante, vejam o link porque não consegui colocar o video:


http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=pt-BR

quinta-feira, junho 19, 2008

Ibama promove curso para agentes de fiscalização

Na manhã de ontem, 18, teve início em Rio Grande o 1° Curso de Identificação das Espécies de Tubarões e Raias (elasmobrânquios) ameaçados de extinção no Brasil. Destinado a policiais do Batalhão de Policiamento Ambiental da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, o curso tem como objetivo capacitar os agentes de fiscalização para a identificação das diferentes espécies de tubarões e raias que ocorrem na costa do Rio Grande do Sul, ameaçados de extinção ou não e também para coletar fotografias e amostras para análises periciais que subsidiarão os processos penais. O evento está sendo realizado pelo Escritório Regional do Ibama com o apoio do Laboratório de Elasmobrânquios do Departamento de Oceanografia da Furg. De acordo com o chefe do escritório que está ministrando parte das aulas, Sandro Klippel, participam do curso 15 policiais que atuam na região metropolitana de Porto Alegre, litoral norte e litoral sul, assim como um servidor da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e outro da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Além de Klippel, o professor da Furg Carolus Maria Vooren e Mônica Brick Peres, da Fepam, também estão ministrando as aulas. O curso acontece até sexta-feira, 20, das 9h30min às 18h na sede do Escritório Regional do Ibama.


Espécies em extinção


Conforme o chefe do escritório do Ibama, no Rio Grande do Sul, sete espécies de tubarões e raias estão em listas oficiais daquelas ameaçadas de extinção. Ele explica que a Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente n° 5, de maio de 2004, listou no Anexo I, o cação-bico-doce (Galeorhinus galeus), os cações-anjo (Squatina guggenheim e Squatina occulta), o caçonete ou cação-cola-fina (Mustelus schimitti) e a raia-viola (Rhinobatos
horkelii). Antes disso, o Decreto Estadual n° 41.672, de junho de 2002, que lista espécies ameaçadas em nível Estadual, já havia constatado que a mangona (Carcharias taurus) e o cação-malhado (Mustelus fasciatus) também são espécies em extinção.
As duas listas, associadas à Lei de Crimes Ambientais n° 9.605 de fevereiro de 1998, tornaram proibidas a captura, desembarque, armazenamento, transporte e comercialização dessas espécies ou seus subprodutos. A fiscalização dos crimes ambientais é de responsabilidade dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), dos níveis federal, estadual e municipal. As multas são de R$ 5 mil por espécie, mais R$ 500 por exemplar apreendido.

fonte: Jornal Agora



sábado, maio 10, 2008

Mudanças Ambientais Globais

Depois de muito tempo, resolvi contar no que é que ando me envolvendo.

Desde sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008, começou um Grupo de Estudos de Mudanças Ambientais Globais coordenado pelo Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção (LAPSI) da USP e o Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura de São Paulo.
(imagem: http://alvorecer-escriba.blogspot.com)

Não só mudanças climáticas estão ocorrendo no planeta e o que mais precisa mudar são os humanos residentes...hehehe

A idéia desse grupo é estudar meios de conscientização e emancipação a partir da Educação Ambiental. Fazer as pessoas acordarem e verem suas realidades e mostrar os caminhos para algumas mudanças dentro de suas possiobilidades, mostrando a elas o poder que têm sobre a construção de seus futuros. Óbvio que toda ação tem limite, mas antes agir com os limites do que não agior de forma alguma.

Isso está sendo realizado num primeiro momento com orientação a professores da rede formal e pública de ensino, para que estes trabalhem com seus alunos as questões ambientais relacionadas com suas próprias vidas. Afinal, o ensino público abarca a maioria da população de baixa renda brasileira e portanto, a realidade deles é bem diferente do que se costuma ver por aí. Como costuma ser levantado: Como é que se vai dizer para alguém que nem tem água potável em casa que essa pessoa deve economizar água?

Pois é, as diferenças são imensas... as realidades são absurdamente diferentes e trabalhar com isso é muito complexo.

Além de tudo, outra questão crucial é que o sistema educacional está absurdamente desinteressante, pois existe muita informação e os diversos meios de se obter esta informaçãomuito mais interessantes que as aulas nas escolas... Então, deve ocorrer uma revolução modo de ensinar.

Mas como fazer isso? E com as pessoas tão acomodadas às situações.

É o que se pretende buscar e sugerir algumas ações com este grupo de estudos.


Afinal, está na hora de todo mundo tomar consciência de que a responsabilidade pela construção do futuro está nas mãos de cada um e não apenas de governos, polítios e grandes empresas. As pessoas precisam "aprender" e compreender que elas são as principais responsáveis pela contrução de seus futuros.
(Imagem: http://www.tribosdegaia.org)
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Por que uma oceanóloga resolveu "se enrascar" com esses assuntos?
Vou contar o que foi que falei durante minha apresentação ao grupo:
- Como oceanóloga estudei o sitema da Terra (Sistema Gaia) e sei que de uma forma ou de outra, a Terra acaba se resolvendo, nem que seja com um tsunami. O que precisa ser feito é transformar as pessoas e conscientizá-las de que a Terra se conserta, quem não fica bem nessa história são os humanos e sua qualidade de vida.
(Como vêem, continuo tri sublime e delicada para expor as coisas)

quarta-feira, maio 07, 2008

Ecoogler


Ecoogler é uma ferramenta de busca que utiliza a mesma tecnologia da Google, assim você obtém os mesmos resultados do site original, mas você ajuda a associação Aquaverde (fundada em Genebra em 2002).
aquaverde


Como funciona??
1 pesquisa= 10.000 = 1 Árvore

Cada busca representa simbolicamente uma folha, com 10.000 buscas, Ecoogler e Aquaverde plantam uma árvore na Amazônia.
O site é uma alternativa interessante pra quem se preocupa com o meio ambiente e preservação.