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quarta-feira, maio 20, 2009

I Fórum Brasileiro da Amazônia Azul e Antártica

Rio Grande - RS
De 20 a 22 de Maio


Apresentação

A Amazônia Azul brasileira, que inclui a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e a Plataforma Continental, mede quase 4,5 milhões de Km2. Esta vasta área apresenta uma grande potencialidade e posição estratégica para o desenvolvimento da nossa nação, entretanto requer esforços ordenados e compartilhados de todos os órgãos e instituições envolvidas no tema. Neste sentido o governo brasileiro lançou em dezembro de 2008 o VII Plano Setorial para os Recursos do Mar (VII PSRM) que define metas e prioridades para o setor até 2011. Além disso, em março de 2009 terminou o 4º Ano Polar Internacional, que tem como objetivo desenvolver pesquisas científicas interdisciplinares voltadas para o conhecimento dos processos ambientais nos pólos, as teleconexões destas regiões com o resto do planeta, a biodiversidade, estado evolutivo e capacidade adaptativa dos organismos antárticos. Como marco do encerramento deste espetacular esforço que envolve dezenas de nações, e a necessidade da comunidade cientifica brasileira discutir e planejar as futuras ações para o aprofundamento do conhecimento e utilização sustentável dos recursos do mar, estamos organizando este evento para reunirmos e discutirmos os principais resultados obtidos nestes últimos anos e projetarmos as perspectivas e necessidades futuras da pesquisa da amazônia azul e antártica. Desta forma este evento tem como objetivos:

1- Congregar entidades, personalidades e pesquisadores que atuam no âmbito da Amazônia Azul, para a realização de debates,em áreas e temas estratégicos para o desenvolvimento do País .

2- Possibilitar a apresentação,a divulgação e a realização de debates sobre os principais avanços científicos e tecnológicos, esultantes de projetos e ações desenvolvidos no contexto do IV Ano Polar Internacional.

3- Analisar os entraves e dificuldades que devem ser superados para tornar o desenvolvimento dos trabalhos mais eficientes.

Mais informações: Amazônia Azul



Comentário pessoal: Ai que lindo...eu fui no Cruzeiro AM 08... E eu amei embarcar!

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

quarta-feira, outubro 17, 2007

Participação do Brasil no Ano Polar Internacional é foco de workshop

"O Brasil tem que montar um programa de Estado para a pesquisa". A afirmação é do glaciologista brasileiro e pesquisador do Núcleo de Pesquisas Antárticas e Climáticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Jefferson Cadia Simões, que integrou o workshop Pesquisa Antártica e Ano Polar Internacional dentro da 19ª Semana Nacional de Oceanografia 2007. O evento reúne quase 1000 participantes de todo o País até sexta-feira, dia 19 de outubro, na Sociedade Amigos do Cassino, em Rio Grande (RS). Para Simões, a pesquisa antártica (e outras pesquisas científicas) ainda não virou política de Estado no Brasil, o sétimo país do mundo mais próximo do gelo. O pesquisador defende que o Programa Antártico Brasileiro deve pesquisar principalmente os efeitos do aquecimento global e as mudanças climáticas para o Brasil. "Temos que acabar com o mito de que o Brasil é apenas um País tropical. Hoje, já sabemos que a circulação atmosférica do nosso País é uma das principais variáveis atingidas pela Antártica", comenta. O workshop apresentou também algumas pesquisas que o Brasil vem desenvolvendo na Antártica nos últimos anos, com pesquisadores de diversas universidades. Um exemplo é o projeto de monitoramento ambiental a partir dos mamíferos marinhos, gerenciado no Brasil pela pesquisadora Mônica Muelbert, da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (Furg). Neste, elefantes marinhos, focas e baleias beluga viram "ceanógrafos animais", com rastreadores via satélite alojados no corpo, que monitoram as características do oceano. O Brasil participa do Ano Polar Internacional (entre abril de 2007 e abril de 2009) em 11 projetos de pesquisa, com recursos financeiros da ordem de R$ 8,2 milhões. Hoje, 90% do gelo do planeta está na Antártica. Ontem, dia 16, o pesquisador Manuel Haimovici, do Laboratório de Recursos Pesqueiros Demersais e Cefalópodes da Furg, coordenou o workshop sobre Perspectiva da Pesca e Aqüicultura. "

http://www.jornalagora.com.br

obs: quem conece o Agora dá pra perceber né....


Comentários da Raquel sobre o Workshop

O professor coordenador da mesa foi Dr. Mauricio Mata da Oc. Física (coleguinhas daqui o conhecem... e viva a Dinâmica dos Oceanos!!!!), que deu uma visão geral do Ano Polar Internacional (API) e mostrou um pouco dos processos de circulação oceânica e a importância das regiões polares nesse processo. Destacou, sabiamente, a diferença do Oceano Artico e Antártico, onde o primeiro é um mar mediterâneo, água cercada de continente e o segundo sendo um continente cercado por água ( o professor Jefferson também salientou esse ponto). O Dr. Jefferson Simões da UFRGS, como glaciologista renomado, destacou a importância da Antártica para o Brasil: “A Antártica é tão importante para o Brasil quanto a Floresta Amazônica”, referindo-se a formação das frentes frias que chegam ao Brasil entre outros fatores. O Prof. Eduardo Secchi, do Laboratório de Tartarugas e Mamíferos Marinhos da FURG salientou o estudos dos predadores de topo nas regiões polares. Edu é o coordenador do sub-projeto de Cetáceos que está incluso no Projeto Lúcia do PROANTAR, que fará o censo da vida marinah na Antártica (detalhe eu vou para Antártica em Março/08 por esse projeto!!!!!!!). Logo depois a Prof. Mônica Muelbert falou do monitoramento dos mamíferos marinhos através do uso de transmissores de satélite.; o Projeto Mônica permanecerá na temporadoa 2007/2008 acampado na Ilha Elefante, Antártica, de novembro/07 até fevereiro/08, marcando elefantes-marinho, coletando amostras, fazendo seu censo entre outras atividades.

terça-feira, outubro 16, 2007

Um oceano de comunicação

Como nossa formação em Oceanologia pode ajudar o todo?
Cada uma de nós fazendo sua parte bem feita e interconectando os conhecimentos, a partir da comunicação.
A idéia do blog era manter cada uma das colaboradoras, dentro das atividades que executa e assim estou fazendo, colocando as informações atuais conectando-as com os meus conhecimentos oceanograficos. Usando um termo bastante conhecido pelo pessoal do meio ambiente:
Pensar Global e Agir Local!

E isso é o que a internet está fazendo.Fiquei sabendo com um dia de atraso do "Blog Action Day", por uma amiga publicitária, bastante conectada nas tendências do momento. Que fez sua parte como poderia. Inclusive me informou de algo que eu não sabia.

E informo a vcs:
Bloggers Unite - Blog Action Day

segunda-feira, outubro 15, 2007

SMOG - Lançando polêmica na atmosfera

Como estudamos em Geoquímica Marinha, uma das formas de poluição atmosférica é o SMOG, que se forma da união das palavras smoke (do inglês: fumaça) e fog (do inglês: neblina). Bem sabemos que todo o processo de poluição atmosférica surgiu com a Revolução Industrial, onde o desenvolvimento econômico através da produção industrial foi buscada emitindo muita poluição gerada pela queima de combustíveis fósseis. E atualmente estamos nessa "luta contra os tais gases que acabam com a camada de ozônio". Não sei o quanto estamos na luta individualmente, mas o tal "Protocólo de Kyoto" pediu responsabilidade de alguns países, e alguns não entraram "no jogo", tentado se desviar do assunto dizendo que apóiam pesquisas para novas formas de energia. E o Brasil parece que não tem atingido a meta necessária, também ouvi falar que os países da União Européia que não cumprirem com o "prometido" serão "retirados da Comunidade Européia", se não me engano, parece que Portugal estava na lista. (Não vou confirmar as fontes a vcs porque foram notícias que li e ouvi... Mas todo mundo pode verificar a veracidade com pesquisas rápidas na internet. Pretendo apenas, com este post levantar uma auto-reflexão sobre os assuntos).

Lançando um assunto da revista Veja, publicada em 10 de Outubro de 2007, fala-se de um tal "ELETROSMOG", afinal, estamos tão cercados de tecnologia eletro-eletrônica quanto da tecnologia industrial (sim, aquela da Revolução em meados do século 20, não vamos esquecer que já estamos no século 21!!!).

Vimos o que a tal "revolução industrial causou", mas também não havia muita ciência (saber) na época para alertar sobre o assunto. Atualmente, não temos desculpas com relação à falta de ciência (conhecimento) quanto a muitos assuntos é só buscar saber por várias fontes confiáveis e confirmar umas nas outras. Assim, são feitas as pesquisas.

A citada revista aponta muitos lados:

  1. As queixas dos "eletrossensíveis"




  2. O surgimento de "aparelhos" que permitem insolar as ondas de eletricidade




  3. O que a ciência diz, onde a Organização Mundial de Saúde (OMS) analisou mais de 25 000 casos e não achou que eles sejam nocivos entre outras análises. E alguns "pontos de vista de alguns países" de quem acha melhor previnir:


  • Alemanha: o governo aconselha a população a evitar o uso de redes sem fio (wi-fi) até que se estudem melhor os efeitos de suas ondas eletromagnéticas no organismo;




  • Inglaterra: o Departamento de Saúde sugere aos jovens com emnos de 16 anos que usem o celular somente para ligações essenciais;


  • Suíça: o governo recomenda que aparelhos elétricos e sem fio fiquem a uma distância mínima de 2 metros da cama das crianças.

Meu ponto de vista é: se não exagerarmos em nada, acho que tudo é possível ser utilizado, as medidas sugeridas acima pelos "países" nada mais são que uma "dosagem" de tecnologia adequanda. Onde eu interpretaria como: limitem-se aos seus limites financeiro e do corpo-saúde, jovens e crianças devem interagir com pessoas para que sejam sociáveis e não se isolem atrás de máquinas, e que lugar de dormir é lugar de dormir, principalmente para bebezinhos em formação =)
Este é o ponto de vista de uma das "eletrossensíveis" que acaba até interferindo no campo eletromagnético das maquininhas com as quais trabalha. Podem perguntar ao técnico de informática que não sabia como o meu PC não ligava quando ele tentava ligar e ligava ligeirinho comigo há uns dois anos, se isso é verdade ou não =) Caso ele se lembre ;)


(Fontes:


Revista Veja, 10 de Outubro de 2007;

Minha cabeça com as aulas do professor Dr. Paulo Baisch misturando tudo isso e colocando aqui! =)