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quarta-feira, outubro 28, 2009

Eco Gadgets: Dell instala painéis solares em estacionamento



Deixar o carro no estacionamento debaixo de sol e depois entrar naquela sauna não é uma coisa muito agradável. A empresa de informática Dell criou uma solução inusitada para esse problema: instalou painéis solares no estacionamento da sua fábrica em Round Rock, Texas.

As placas têm capacidade de gerar 130 kilowatts de energia solar, o que reduz a emissão de 145.000 lbs de gases na atmosfera anualmente.

Cada painel tem capacidade para cobrir 8 carros, no total, até agora somente os 56 primeiros funcionários podem ficar protegidos do sol. O projeto ainda conta com estações de recarga para veículos elétricos. Cada terminal tem capacidade para reabastecer dois carros por vez.

A Dell ainda reforça o projeto salientando que 25% da energia que utilizam em todas as suas fábricas ao redor do mundo já vem de fontes renováveisa e se comprometem em fazer mais. O foco principal da Dell é lançar projetos-piloto  solares como um presente em cada região onde atuam.

No Brasil o projeto-piloto da Dell é na sua fábrica em Hortolândia.  A idéia é usar a energia solar para aquecer água. Os painéis solares foram instalados no telhado ligados para aquecer a água utilizada na cozinha o edifício e nas áreas de cafetaria. Esta solução esperada poupar 76.000 KWh de eletricidade.

Duas soluções que reunem consciência ambiental e conforto aos funcionários.

No vídeo abaixo pode ser conferida uma propaganda da empresa que desenvolveu os painéis do estacionamento da Dell.





domingo, outubro 25, 2009

Embalagem plástica que dissolve na água - CR

Na edição de novembro da revista Creative Review é apresentada uma embalagem plástica muito especial: ela dissolve na água!!!

Isso mesmo: o plástico dissolve na água! É só tirar a revista da embalagem e colocar o plástico na água e fim!




O material hidro-degradável não contém resíduos tóxicos, e segundo a CR, você pode até beber a água (apesar do gosto horrível).

A embalagem foi desenvolvida pela empresa britânica Cyberpac. Segundo os desenvolvedores a embalagem é a partir de um substrato hidro-degradáveil, que é 5 vezes mais forte do polietileno normal. É um polímero biodegradável solúvel na água, ainda é totalmente biodegradável em um ambiente de compostagem, em uma máquina de lavar louça ou em uma máquina de lavar. Não tem resíduos nocivos.

É degradado por microrganismos, fungos e leveduras. Estes organismos podem ocorrer tanto em ambientes artificiais, como digestores anaeróbios, lamas ativadas lodo ativado e compostagens e ambientes naturais, tais como sistemas aquáticos e do solo. Os microrganismos o usam como fonte de alimento, produzindo uma variedade de enzimas que são capazes de reagir com a embalagem. No final, o saco se torna dióxido de carbono, água e biomassa.

Quer saber mais? Vai no site da CR.


quinta-feira, outubro 22, 2009

Eco Gadgets: Semáforo de LED com energia solar



Agora a tecnologia usada nos ultra-novos aparelhos de televisão também está sendo usada em semáforos. LED significa Light Emitting Diode ou Diodo Emissor de Luz. As luzes são diodos semicondutores com alta capacidade de emitir energia luminosa, produzidos a partir de elementos como silício e germânio, ou sais como arseneto de gálio e fosfeto de gálio.

A tecnologia LED não é nova, mas está ganhando novos usos graças aos avanços tecnológicos que permitem que os LEDs sejam capazes de reproduzir várias cores, através de um controle de alta precisão na corrente elétrica.


Mas qual a vantagem do uso de um semáforo LED e ainda abastecido por energia solar??

Obviamente a grande economia mo uso de energia!


Os diodos emissores de luz (LEDs) consomem 15 a 20 watts contra 100 watts utilizad os nas lâmpadas elétricas! Redução de 80 a 90% do consumido de energia.



Outra vantagem é a redução da manutenção e troca de lâmpadas.




A vida útil de um semáforo LED também é maior: em média 6 anos contra 6000 horas estimadas para um semáforo a lâmpada.
 
Em alguns sites que fabricam esse tipo de semáforo são apresentadas algumas estimativas para a recuperação do investimento na troca dos semáforos de uma cidade pela sua prefeitura: em média 3 a 4 anos contando somente a energia economizada. Levando em consideração troca de lâmpadas, manutenção, carros, pessoal... e tudo mais necessário para os semáforos normais esse tempo cai para de 2 a 3 anos.

Será que não está na hora das prefeituras investirem para ganhar com o tempo? 

quinta-feira, outubro 30, 2008

Bloom in action

Adorei a idéia: pedalar, fazer bolhas de sabão e despersar sementes, essa é a idéia do bloom in action... leiam ai:


The Bloom device is meant to be a subversive and inspirational tool for our concrete jungles. Similar to the tuft of a dandelion as the wind carries the seedling, we propose a way of dispersing seedlings with bubbles and bicycling. Seeds are co-mingled with a bubble mixture and upon pedaling to your destination , you release the floating seeds which land in cracks and crevices throughout the city streets. Over time, the seeds grow into flowers and plants to create a green "fringe" to our sidewalks and streets.

Using natural ingredients; vegetable based soap and seeds, combine together to make a dissolving "nugget". The resulting mixture resides in a reservoir inside Blooms aluminum housing. The housing is attached to the lower frame near the rear tire, similar to a exhaust pipe. Upon pedalling, air enters the front of Bloom and spins a pinwheel inside which picks up a small drop of the seed/bubble mixture and blows a bubble carrying a seed out the back as "exhaust".

Our inspiration comes from the tale of Johnny Appleseed, where he would spread seeds everywhere he went planting apple trees for future generations.





segunda-feira, julho 14, 2008

Um Oceano de plástico

Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

giro-mais-lixo.jpg
Foto do vórtex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

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Ocean Plastic

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

sea-turtle-deformed.jpg

Tartaruga deformada por aro plástico


A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita.. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.

Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de
Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.


birdtummy.jpg
Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave

Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.



dead_bird.jpg
Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.



Recebi por email e achei totalmente pertinente. Vamos levar nossas sacolas de tecido para o mercado, feira, e qualquer outro local. Vamos comprar produtos que tenham refil, evitar ao máximo o plástico. Quem sabe um dia conseguimos..

quinta-feira, junho 19, 2008

Ibama promove curso para agentes de fiscalização

Na manhã de ontem, 18, teve início em Rio Grande o 1° Curso de Identificação das Espécies de Tubarões e Raias (elasmobrânquios) ameaçados de extinção no Brasil. Destinado a policiais do Batalhão de Policiamento Ambiental da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, o curso tem como objetivo capacitar os agentes de fiscalização para a identificação das diferentes espécies de tubarões e raias que ocorrem na costa do Rio Grande do Sul, ameaçados de extinção ou não e também para coletar fotografias e amostras para análises periciais que subsidiarão os processos penais. O evento está sendo realizado pelo Escritório Regional do Ibama com o apoio do Laboratório de Elasmobrânquios do Departamento de Oceanografia da Furg. De acordo com o chefe do escritório que está ministrando parte das aulas, Sandro Klippel, participam do curso 15 policiais que atuam na região metropolitana de Porto Alegre, litoral norte e litoral sul, assim como um servidor da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e outro da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Além de Klippel, o professor da Furg Carolus Maria Vooren e Mônica Brick Peres, da Fepam, também estão ministrando as aulas. O curso acontece até sexta-feira, 20, das 9h30min às 18h na sede do Escritório Regional do Ibama.


Espécies em extinção


Conforme o chefe do escritório do Ibama, no Rio Grande do Sul, sete espécies de tubarões e raias estão em listas oficiais daquelas ameaçadas de extinção. Ele explica que a Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente n° 5, de maio de 2004, listou no Anexo I, o cação-bico-doce (Galeorhinus galeus), os cações-anjo (Squatina guggenheim e Squatina occulta), o caçonete ou cação-cola-fina (Mustelus schimitti) e a raia-viola (Rhinobatos
horkelii). Antes disso, o Decreto Estadual n° 41.672, de junho de 2002, que lista espécies ameaçadas em nível Estadual, já havia constatado que a mangona (Carcharias taurus) e o cação-malhado (Mustelus fasciatus) também são espécies em extinção.
As duas listas, associadas à Lei de Crimes Ambientais n° 9.605 de fevereiro de 1998, tornaram proibidas a captura, desembarque, armazenamento, transporte e comercialização dessas espécies ou seus subprodutos. A fiscalização dos crimes ambientais é de responsabilidade dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), dos níveis federal, estadual e municipal. As multas são de R$ 5 mil por espécie, mais R$ 500 por exemplar apreendido.

fonte: Jornal Agora