quarta-feira, outubro 28, 2009
Eco Gadgets: Dell instala painéis solares em estacionamento
domingo, outubro 25, 2009
Embalagem plástica que dissolve na água - CR
Isso mesmo: o plástico dissolve na água! É só tirar a revista da embalagem e colocar o plástico na água e fim!
A embalagem foi desenvolvida pela empresa britânica Cyberpac. Segundo os desenvolvedores a embalagem é a partir de um substrato hidro-degradáveil, que é 5 vezes mais forte do polietileno normal. É um polímero biodegradável solúvel na água, ainda é totalmente biodegradável em um ambiente de compostagem, em uma máquina de lavar louça ou em uma máquina de lavar. Não tem resíduos nocivos.
É degradado por microrganismos, fungos e leveduras. Estes organismos podem ocorrer tanto em ambientes artificiais, como digestores anaeróbios,
Quer saber mais? Vai no site da CR.
quinta-feira, outubro 22, 2009
Eco Gadgets: Semáforo de LED com energia solar
Outra vantagem é a redução da manutenção e troca de lâmpadas.
A vida útil de um semáforo LED também é maior: em média 6 anos contra 6000 horas estimadas para um semáforo a lâmpada.
quinta-feira, outubro 30, 2008
Bloom in action

The Bloom device is meant to be a subversive and inspirational tool for our concrete jungles. Similar to the tuft of a dandelion as the wind carries the seedling, we propose a way of dispersing seedlings with bubbles and bicycling. Seeds are co-mingled with a bubble mixture and upon pedaling to your destination , you release the floating seeds which land in cracks and crevices throughout the city streets. Over time, the seeds grow into flowers and plants to create a green "fringe" to our sidewalks and streets.
Using natural ingredients; vegetable based soap and seeds, combine together to make a dissolving "nugget". The resulting mixture resides in a reservoir inside Blooms aluminum housing. The housing is attached to the lower frame near the rear tire, similar to a exhaust pipe. Upon pedalling, air enters the front of Bloom and spins a pinwheel inside which picks up a small drop of the seed/bubble mixture and blows a bubble carrying a seed out the back as "exhaust".
Our inspiration comes from the tale of Johnny Appleseed, where he would spread seeds everywhere he went planting apple trees for future generations.
segunda-feira, julho 14, 2008
Um Oceano de plástico
No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita.. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.
Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.
Recebi por email e achei totalmente pertinente. Vamos levar nossas sacolas de tecido para o mercado, feira, e qualquer outro local. Vamos comprar produtos que tenham refil, evitar ao máximo o plástico. Quem sabe um dia conseguimos..
quinta-feira, junho 19, 2008
Ibama promove curso para agentes de fiscalização
Além de Klippel, o professor da Furg Carolus Maria Vooren e Mônica Brick Peres, da Fepam, também estão ministrando as aulas. O curso acontece até sexta-feira, 20, das 9h30min às 18h na sede do Escritório Regional do Ibama.
Espécies em extinção
Conforme o chefe do escritório do Ibama, no Rio Grande do Sul, sete espécies de tubarões e raias estão em listas oficiais daquelas ameaçadas de extinção. Ele explica que a Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente n° 5, de maio de 2004, listou no Anexo I, o cação-bico-doce (Galeorhinus galeus), os cações-anjo (Squatina guggenheim e Squatina occulta), o caçonete ou cação-cola-fina (Mustelus schimitti) e a raia-viola (Rhinobatos
horkelii). Antes disso, o Decreto Estadual n° 41.672, de junho de 2002, que lista espécies ameaçadas em nível Estadual, já havia constatado que a mangona (Carcharias taurus) e o cação-malhado (Mustelus fasciatus) também são espécies em extinção.
As duas listas, associadas à Lei de Crimes Ambientais n° 9.605 de fevereiro de 1998, tornaram proibidas a captura, desembarque, armazenamento, transporte e comercialização dessas espécies ou seus subprodutos. A fiscalização dos crimes ambientais é de responsabilidade dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), dos níveis federal, estadual e municipal. As multas são de R$ 5 mil por espécie, mais R$ 500 por exemplar apreendido.
