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sexta-feira, junho 04, 2010

Água engarrafada


Enviaram esse vídeo pra mim por e-mail... Eu já conhecia o História das Coisas e essa ideia me interessa bastante e, nada melhor que seja ilustrado por esses vídeos.
Esse vídeo tem a ver com o que consumimos e porque consumimos....



Fiz um manuscrito na terça-feira que preciso publicar aqui e tem a ver com resíduos sólidos e tudo isso que liberamos por aí...
Fica o vídeo pra ilustrar nossos pensamentos e ações e logo transcrevo (digitalizo) meu texto sobre a situação do lixo reciclável em São Paulo.

sábado, julho 26, 2008

Essa série "Creature Comforts" é muito fofa!!!!
Esse fala sobre o mar e por isso coloquei aqui: "Porque o som do mar é realmente, realmente pacificador...."
Infelizmente ainda não tem a série legendada e nem dublada, mas é fácil de entender.
Se as colaboradoras com um "inglês" melhor que o meu se prestarem a traduzir... Fica por aí... senão, fica por divulgação e com os depoimentos do bichinhos super fofos!
Procurem ver o do leão também, foi por ele que comecei... huahuahua

sábado, novembro 24, 2007

Derretendo o Gelo do Coração do Homem

Angaangaq Lyberth pertence a uma família de curadores, habitantes de uma pacífica comunidade milenar que nunca conheceu guerra. Seu nome significa “o homem que se parece com seu tio” e, por isso, ele é conhecido como Uncle (“tio” em inglês). Em 1969, graduou-se bacharel em Administração pela Universidade de Copenhagen. Espalhando a mensagem de sabedoria e calor de sua antiga tradição, transmitida de geração a geração, Uncle mostra como viver com mais compaixão, 'derretendo o gelo do coração do Homem’ e, com isso, transformando as pessoas e o mundo aos poucos.

Ele é um Ancião do setor canadense do Instituto Internacional dos Quatro Mundos para o Desenvolvimento Humano e Comunitário compondo, também, o Conselho Mundial de Anciãos. Participa ativamente de conferências internacionais, simpósios e palestras em Universidades sobre questões indígenas, do meio ambiente, de paz, de religião e espiritualidade, sendo convidado freqüentemente pelas Nações Unidas e UNESCO.

Reconhecido por promover harmonia inter-racial e inter-cultural, Uncle é membro do Conselho Mundial de Sabedoria, da Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global e um Ancião da Fundação de Conexão Tribal, atuando como elo de ligação com tribos indígenas. Ele é associado da Iniciativa Religiosa das Nações Unidas, do Clube Internacional de Budapeste, do Grupo de Mestres, da Corporação para Restauração da Terra e do Instituto Jane Goodall.
Por meio da instituição Sirmiq Aattuq - Derretendo o Gelo do Coração do Homem, Uncle realiza os importantes e críticos trabalhos que é chamado a fazer. O compromisso da Sirmiq Aattuq é preservar a Mãe Terra e todos que nela vivem, criando Círculos de Cura, transmitindo ensinamentos e participando em simpósios internacionais, em movimentos para a preservação ambiental e em programas educacionais. Sirmiq Aattuq não é governada nem alinhada nem licenciada por qualquer instituição religiosa ou política ou por qualquer país ou organização multinacional.

“Quando vi o Uncle pela primeira vez, senti como se fosse um encontro de almas! Percebi seu forte poder de abrir o coração das pessoas para transformações pessoais.” (Cyro Leãoo, xamã urbano, em encontro em 2006)

“Eu queria agradecer pela oportunidade incrível que foi ser atendida pelo Uncle. Eu estou transformada; aliás, não só eu, mas todo mundo que passou por ele, na Editora. Hoje a gente encontra as pessoas no corredor com um sorrido no rosto e boquiabertas com as coisas que ele disse...foi uma bênção!” (Melissa Diniz - Editora-Chefe da Revista Estilo Natural - Ed. Símbolo, no dia da entrevista com Uncle, agosto/2007)

'Durante o trabalho com este xamã de cura, saí do meu corpo, me sentia como que flutuando no ar. Totalmente leve, totalmente solta. Como se meu corpo físico não existisse. Me tornei pura energia. Fui transportada para um lugar de luz infinita e pura paz. Transcendi. Nos dias que se seguiram tive vários insights e decidi me amar acima de tudo e de todos. Decidi cuidar de mim para então poder cuidar melhor dos outros. Serei eternamente grata a ele por esta oportunidade de evolução.' (Márcia De Luca - Radio Mundial, em entrevista com o Uncle em ago/2007)
Fui a uma palestra dele em São Paulo.
Foi onde eu disse que a água representava em muitas culturas os sentimentos humanos e ele disse que isso era sabedoria.

sábado, novembro 17, 2007

Cuidado com a água!!!

Sáb, 17 Nov, 08h20

Quase metade da água produzida para abastecimento nas capitais brasileiras é desperdiçada antes de chegar às torneiras do consumidor. Os vazamentos na rede de distribuição das 27 capitais são responsáveis pela perda de 45% - 6,14 milhões de litros - da água retirada todos os dias dos mananciais que abastecem mais de 43 milhões moradores dessas cidades. A água perdida diariamente nas capitais seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.

Esses números integram o estudo Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário nas Capitais Brasileiras, do Instituto Socioambiental (ISA), baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades. A nova versão do levantamento será divulgada no próximo dia 21.

A campeã nacional de desperdício é Porto Velho, com 78,8% de perda. A capital de Rondônia também é o município com menor cobertura de água, onde apenas uma pequena parcela da população tem acesso ao serviço. Brasília, com 27,3% e São Paulo, com 30,8%, são as que menos desperdiçam. Os moradores de Manaus são os que mais pagam pelo litro de água tratada: R$ 2,15. No outro extremo, está a população de Boa Vista: R$ 1,11. Apenas seis capitais - Goiânia, Palmas, Salvador, São Luís, Vitória e Belo Horizonte - atendem à totalidade de sua população com rede de distribuição de água.

(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/17112007/25/manchetes-capitais-perdem-45-da-agua-vazamento-indica-isa.html

terça-feira, outubro 30, 2007

Terra, Planeta Água

Hoje foi o primeiro dia que participei efetivamente do Encontro sobre Governança da Água. Como todo congresso, muitas idéias, muitas cabeças pensantes, muito assunto a ser discutido, todo mundo mostrando seu trabalho e seus pontos de vista, o que é muito interessante.
O mais importante é que até hoje só vi educação e respeito entre a comunidade científica, mesmo com ataques uns aos outros... Hehehe... O que é interessante, pois à partir de desafios é que a ciência cresce!!!

O assunto da conferência que assisti era o nosso amado aquífero Guarani, importante reserva de água doce subterrânea com alguns pontos de afloramento. Foi mostrado mapeamento e estudos diversos. Discutiu-se política de águas entre outras coisas.

Mas o que achei mais importante foi a água, sempre!
E como cuidar dela.
E a percepção de que exportamos muita água através da exportação de nossa produção brasileiríssima de alimentos, principalmente nos produtos agropecuários. Inclusive um dos professores na mesa disse que foi à Europa e consumiu água brasileira no suco de laranja.
Às vezes não pensamos no quanto o mundo é globalizado e, nessas horas é que devemos parar e refletir.
Outro assunto levantado é a instalação de empresas estrangeiras em solo brasileiro justamente devido a este recurso natural tão importante.

Não vou me aprofundar em nenhum dos assuntos, no momento, pois ainda tem o congresso todo pela frente. Mas é bom pararmos para refletirmos no quanto o "sentimento-água" brasileiro não é globalizado.

E o quanto a participação da sociedade tem sido pedida para a resolução de conflitos percebidos na área científica.
Exatamente, no meu interesse pelo Gerenciamento Costeiro/Ambiental, o que está em alta é verificar o que as pessoas pensam sobre o que acontece na academia e como podem participar.

Também não entrarei no mérito de quem faz ou não isso, muito menos como faz.
Levanto apenas as questões de retorno da academia "ao povo".
O retorno, ao meu ver, parte do comprometimento e da responsabilidade dos cientistas em fazer bem seus trabalhos e ir atrás daqueles que vivem nos locais que eles estudam para ter uma percepção da realidade; do esclarecimento responsável quando questinados. Enfim, uma conscientização coletiva, cada um informado em sua espera, com linguagem adequada a cada esfera a ser comunicada.

Sim, são questões bastantes complexas, mas eu estudo a área mais humana da Oceanologia.

Água é vida! A vida precisa de água, e acho que este é o motivo das preocupações com a Governança da Água.

domingo, outubro 28, 2007

Outras águas

O meu hábito de conectar todas as coisas é tão grande que resolvi divulgar um Congresso que ocorrerá aqui na cidade de São Paulo, do qual participarei na USP.

Afinal, como diz o verso no nosso rodapé, "o rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. como diz o verso lá embaixo: todas as águas vão parar no mar."

E dando minha visão de que os oceanos e seus seres muito especiais serão protegidos apenas com uma consciência ambiental continental, verei como posso ajudar daqui.

Durante a semana colocarei mais algumas informações.