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quarta-feira, julho 04, 2012


 Documentário do History Channel: Life after people.
Muito bom pra refletir sobre o que é positivo e o que é negativo nas ações antrópicas.
 E nos mostra que o importante é descobrir o "caminho do meio", o equilíbrio entre a Natureza (incluindo os humanos) e as ações ou interações antrópicas.

quinta-feira, outubro 22, 2009

Eco Gadgets: Semáforo de LED com energia solar



Agora a tecnologia usada nos ultra-novos aparelhos de televisão também está sendo usada em semáforos. LED significa Light Emitting Diode ou Diodo Emissor de Luz. As luzes são diodos semicondutores com alta capacidade de emitir energia luminosa, produzidos a partir de elementos como silício e germânio, ou sais como arseneto de gálio e fosfeto de gálio.

A tecnologia LED não é nova, mas está ganhando novos usos graças aos avanços tecnológicos que permitem que os LEDs sejam capazes de reproduzir várias cores, através de um controle de alta precisão na corrente elétrica.


Mas qual a vantagem do uso de um semáforo LED e ainda abastecido por energia solar??

Obviamente a grande economia mo uso de energia!


Os diodos emissores de luz (LEDs) consomem 15 a 20 watts contra 100 watts utilizad os nas lâmpadas elétricas! Redução de 80 a 90% do consumido de energia.



Outra vantagem é a redução da manutenção e troca de lâmpadas.




A vida útil de um semáforo LED também é maior: em média 6 anos contra 6000 horas estimadas para um semáforo a lâmpada.
 
Em alguns sites que fabricam esse tipo de semáforo são apresentadas algumas estimativas para a recuperação do investimento na troca dos semáforos de uma cidade pela sua prefeitura: em média 3 a 4 anos contando somente a energia economizada. Levando em consideração troca de lâmpadas, manutenção, carros, pessoal... e tudo mais necessário para os semáforos normais esse tempo cai para de 2 a 3 anos.

Será que não está na hora das prefeituras investirem para ganhar com o tempo? 

sexta-feira, maio 15, 2009

Você já viu cargueiros à vela?

Elas têm uma tecnologia alemã que funcionam como as pipas e economizam até 50% de combustível - são uma alternativa limpa para propulsão de navios cargueiros

Você certamente já ouviu falar de barco à vela. E de navio cargueiro à vela? A proposta também soou como brincadeira para os investidores no início do projeto, que encararam com ceticismo a idéia de uma vela movimentar um navio cargueiro. No entanto, a invenção alemã saiu do papel e hoje já cruza os oceanos do mundo todo.

Utilizada como sistema de propulsão auxiliar, o Skysails, como a criação foi batizada, pode reduzir o uso de combustível em até 50%, diminuindo assim a emissão de poluentes na atmosfera – 146 milhões de toneladas de CO­2 ao ano, a empresa calcula.

A vela tem formato de “paraglider”, 160 metros quadrados e flutua de 100 a 300 metros acima do nível do mar, onde os ventos são mais fortes. Ligada por um cabo à proa do navio, é controlada por piloto automático, e pode ser acionada ou desligada durante a viagem de acordo com as condições meteorológicas. “O Skysails funciona como uma asa de avião, só que é costurado com um tecido high tech ultraleve. Ele está equipado com sensores que medem a velocidade e a direção do vento. O autopiloto, então, o dirige de tal forma a aproveitar ao máximo a energia do vento”, explicou o inventor e engenheiro alemão Stefan Wrage à agência de notícias alemã Deutsche Welle.

A vela tem formato de paraglider e flutua de 100 a 300 metros acima do nível do mar

Wrage conta que a idéia de construir uma vela propulsora de navios surgiu quando tinha 15 anos e seus dois hobbies eram empinar pipas e andar de barco. “A idéia veio depois que percebi a imensa energia gerada pela minha pipa em movimento”, ele descreveu ao jornal britânico The Independent. “No dia seguinte, andei de bote e notei que ele ia muito devagar. Então levantei a questão: por que não podemos usar a imensa energia do vento para movimentar barcos? Nunca entendi isso como impossível”.

Os investidores, porém, demoraram a acreditar, como Wrage, que o projeto era mais do que possível: economicamente viável. Segundo ele, depois de suas apresentações era considerado um louco. “As pessoas me falavam que não funcionaria, mas ninguém explicava por que achavam isso”, ele afirmou ao jornal britânico The Guardian. Em 2005, porém, o preço do barril de petróleo aumentou acima de US$ 60 o barril. “De repente, ficou muito mais fácil de levantar dinheiro”, conta Wrage.

Ainda assim, há quem não bote fé no Skysails. Mesmo a empresa tendo ganhado mercado nos últimos anos. “A indústria é, por natureza, muito conservadora e cuidadosa”, justificou Edwin Lampert, editor da revista Marina Engineers Review, ao Guardian.

De acordo com reportagem da Rede Globo, cada vela do Skysails custa em torno de R$ 5 milhões, ou um pouco mais de € 1,6 milhão, “um custo, segundo os capitães dos navios que já operam com o sistema, que pode ser recuperado em apenas 50 viagens transatlânticas. Ou seja, em 10 anos, no máximo, o investimento se paga só com a economia que o vento provoca.”


Maio 11, 2009 06:54 PM

Da Revista Sustenta | Foto: Divulgação



quinta-feira, maio 14, 2009

Investida contra carros pretos

Califórnia quer vetar a cor para diminuir o uso do ar-condicionado

A causa é nobre, mas nem por isso a ideia deixa de ser polêmica. Para evitar gastos desnecessários de energia – e o agravamento do aquecimento global –, o governador da Califórnia (EUA), Arnold Schwarzenegger, quer proibir a cor preta nos carros.

A justificativa para o projeto está no fato de que a cor preta retém mais calor. No verão, quando os termômetros passam dos 40ºC em algumas regiões do Estado, a cor aumenta ainda mais a sensação de calor de quem dirige. Como fica mais quente dentro do carro, o motorista liga o ar-condicionado, e o veículo passa a consumir mais combustível.

A intenção é obrigar a indústria automobilística a usar uma nova tinta que reflita, pelo menos, 20% dos raios solares. As montadoras já começaram os testes e avisaram que a tinta não fica tão escura e que os consumidores provavelmente reclamarão da cor.

Apesar de ser do Partido Republicano – menos afeito a questões ambientais –, Schwarzenegger vem adotando uma série de medidas que têm colocado os californianos na vanguarda quando o assunto é ambiente. Recentemente, o Conselho de Qualidade do Ar do Estado da Califórnia (Carb) aprovou a adoção do Padrão de Combustível de Baixa Emissão de Carbono. Ele torna obrigatória a redução pelas indústrias das emissões de CO² e outros gases do efeito estufa – cujo excesso na atmosfera seria o responsável pelo aquecimento global – em 10% até o ano de 2020.

Sacramento, EUA

fonte: Zerohora.com