quarta-feira, julho 04, 2012
quarta-feira, maio 20, 2009
I Fórum Brasileiro da Amazônia Azul e Antártica
Apresentação
A Amazônia Azul brasileira, que inclui a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e a Plataforma Continental, mede quase 4,5 milhões de Km2. Esta vasta área apresenta uma grande potencialidade e posição estratégica para o desenvolvimento da nossa nação, entretanto requer esforços ordenados e compartilhados de todos os órgãos e instituições envolvidas no tema. Neste sentido o governo brasileiro lançou em dezembro de 2008 o VII Plano Setorial para os Recursos do Mar (VII PSRM) que define metas e prioridades para o setor até 2011. Além disso, em março de 2009 terminou o 4º Ano Polar Internacional, que tem como objetivo desenvolver pesquisas científicas interdisciplinares voltadas para o conhecimento dos processos ambientais nos pólos, as teleconexões destas regiões com o resto do planeta, a biodiversidade, estado evolutivo e capacidade adaptativa dos organismos antárticos. Como marco do encerramento deste espetacular esforço que envolve dezenas de nações, e a necessidade da comunidade cientifica brasileira discutir e planejar as futuras ações para o aprofundamento do conhecimento e utilização sustentável dos recursos do mar, estamos organizando este evento para reunirmos e discutirmos os principais resultados obtidos nestes últimos anos e projetarmos as perspectivas e necessidades futuras da pesquisa da amazônia azul e antártica. Desta forma este evento tem como objetivos:
1- Congregar entidades, personalidades e pesquisadores que atuam no âmbito da Amazônia Azul, para a realização de debates,em áreas e temas estratégicos para o desenvolvimento do País .
2- Possibilitar a apresentação,a divulgação e a realização de debates sobre os principais avanços científicos e tecnológicos, esultantes de projetos e ações desenvolvidos no contexto do IV Ano Polar Internacional.
3- Analisar os entraves e dificuldades que devem ser superados para tornar o desenvolvimento dos trabalhos mais eficientes.
Mais informações: Amazônia Azul
Comentário pessoal: Ai que lindo...eu fui no Cruzeiro AM 08... E eu amei embarcar!
quarta-feira, abril 08, 2009
O que estamos deixando no planeta: Resíduos sólidos (lixo)
Um dos assuntos prediletos de duas colaboradoras do blog, a Ângela e eu, é o de resíduos sólidos ou lixo, para quem preferir.
Numa das "manchetes" da UOL saiu este vídeo bem interessante sobre produção de resíduos. Constatações de que houve uma grande aumento no consumo e produção de produtos indsutrializados que geram bastante resíduos, a individualização e a pressa como propulsores deste aumento de lixo gerado.
O ponto de vista de quem acha que aterros e mais aterros são a melhor solução (coisa que enquanto eu ouvia fui ficando meio bravinha).
E, finalmente uma visão mais aberta com soluções mais coerentes para esse imenso e sempre crescente problema de resíduos. Falando sobre o reaproveitamento e reciclagem de material pelas indústrias e parceria pública com o setor privado para gerar novos empregos e reduzir o impacto ambiental do nosso consumo desenfreado.
Agora, acrescento uns toques essenciais de educadora ambiental:
É necessário um intenso trabalho de Educação Ambiental ou seja, conscientização a respeito desses assuntos tão distantes de nós nos dias de hoje.
Como tiram o lixo da frente de nossos olhos, a tendência é acharmos que "não é nada"...Afinal, se dá pra tirar da nossa frente e não atrapalhar, não causa problemas. Essa é a visão da maioria, mas a verdade é que todo o lixo que é colocado em embalagens plásticas acaba promovendo impermeabilização do solo e a imperbeabilização do solo provoca enchentes.
Outro trabalho a ser desenvolvido é o do consumo consciente, optando por produtos com menos embalagens. Além de algumas mudanças necessárias nos próprios hábitos alimentares, pois consumindo produtos naturais a geração de lixo é menor, é melhor para a saúde e caso se tenha um jardim, é possível fazer compostagem com o que sobra da preparação dos alimentos.
A mudança de alguns hábitos é o mais complicado de se conseguir, o trabalho tem que ser de grande dedicação e a camapnha deve ser extensa, porque até mesmo a separação do lixo limpo em casa é difícil de ser assimilada.
Até agora, só falando do trabalho mais individual.
Na esfera pública, dar suporte a tudo isso não é fácil, mas necessário. Aumentar a coleta seletiva, aumentar o número de lugares de triagem e incentivar as indústrias a utilizar recicláveis como matéria prima.
Muito trabalho a ser feito pela frente!
E a qualidade de vida das pessoas depende da execução desse trabalho.
quinta-feira, março 12, 2009
Conflitos conceituais e feudos cognitivos
O editorial da Nature destaca a importância dos cientistas blogarem
E viva a EDUCOMUNICAÇÃO!!!!
(Quando eu aprofundar meus estudos nessa "nova onda", coloco algo por aqui)
PS: Parte interessante, Jean Piaget (um dOs Caras da Pedagogia foi biólogo...huahuahuahau)
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Mais um grande desafio para Oceanólogas(os)
A vida sempre traz desafios, é fato!
Para as oceanólogas, mais um: mostrar ao mundo do que são capazes os colegas de profissão e elas mesmas...
Para quem saiu da vida acadêmica querendo "desafiar o mundo" e mostrar o que sabe... parece que tenho muito trabalho pela frente.
É absurdamente chato o tanto que as pessoas estão presas em paradigmas que nem elas sabem de onde vieram. Afinal, quem foi que disse que oceanólogo só pode trabalhar na praia e saber sobre "bichinhos marinhos"??????????????????????????????
Para começar, todo mundo "sabe" ou deveria saber que são pouquíssimas as profissões que trabalham "com a mão na massa"....
Hoje em dia, até padeiro anda difícil de colocar a mão na massa de tanta máquina que existe, não é mesmo?
E por que oceanólogos têm que se limitar a isso? Todo mundo que vai pra praia fica vendo todos os oceanólogos formados trabalhando em campo, não é verdade???
Claro que nãaaaaaaaaaaaaaaaao!!!
Então, porque as pessoas criaram essa idéia na cabeça delas???????????????
Não faço idéia...
Mas mostrar pras pessoas que somos muito capazes e que temos uma visão ecossistêmica e sistêmica que poucos têm, que para estudarmos aquilo que compõe 75% do planeta, acabamos estudando um pouquinho de tudo para entender o "funcionamento do caldeirão mágico dos oceanos"... Abrangendo as mais diversas disciplinas e vendo como tudo se relaciona... Tem sido meu maior trabalho não-remunerado....
Será que todo mundo que se forma em alguma graduação exerce realmente o trabalho que sua formação lhe deu? Será Será que as pessoas saberiam dizer quais os conhecimentos que têm? Será que as pessoas sabem o que estão fazendo na vida?
Todo matemático só faz conta? Assim como todo administrador só administra empresas (nossa... não sabia que existiam tantas empresas!!) Será que todo psicólogo clinica/atende? Geógrafos só podem dar aulas de Geografia, assim como químicos e físicos só dão aula??????????
Então, porque oceanólogos só podem trabalhar na praia???????????
Pois é...gostaria que as pessoas pensassem um pouco mais no que falam!
domingo, agosto 10, 2008
Aquecimento Global
A importância da vida marinha microscópica, neste caso, o fitoplâncton (microalgas) para a "limpeza do ar", sim, boa parte do oxigênio que respiramos é de responsabilidade de microalgas que fazem a fotossíntese e não transpiram como as árvores no período noturno liberando também CO2. Aqui é bom salientar que "não é legal fazer dos oceanos nem lata de lixo e nem esgoto", pois isso a longo prazo poderá provocar reais catástrofes biológicas, fora o que já vimos no câncer-plástico dos oceanos!!!!
A grande importância das árvores para manter a umidade relativa do ar (vapores de água, como diz no filme), e portanto a temperatura agradável e sem grandes gradientes/variações de temperatura... Digamos que as árvores matêm a temperatura mais estável por manterem "água no ar", é só lembrar que em locais com muitas árvores sentimos o ar mais úmido e mais friozinho. Outro "trabalho" das árvores é cnverter o CO2 em biomassa/matéria-prima para muitos produtos.... (Aqui temos o gancho do mercado de carbono que um dia pretendo tratar por aqui!).
Quando falam das variações do nível dos oceanos, e por consequência das regiões costeiras, esquecem-se de dizer que existem variações naturais de ordem geológica. Acrescento neste ponto, a especulação imobiliária e a expansão da construção civil em regiões costeiras como responsáveis pela interferência e consequente desequilíbrio no fluxo de sedimentos, a conhecida erosão costeira. Acrescento ainda a possibilidade de estarmos em período geológico de deglaciação, mas isso leva tempo e está sendo bem estudado.
Chegamos à perte do consumismo, onde sempre colocam a importância da reciclagem. Mas o mais importante é a redução do consumo, redução de embalagens, depois reutilização de todo material e por último a reciclagem, afinal os materiais têm período máximo de reciclagem... a reciclagem do material produzido/modificado/industrializado pelo ser humano não é sempre reciclável como o que é produzido pela Terra/Natureza/Gaia.... O que é natural acaba sendo sempre reassimilado pela prórpia Terra, temos cos ciclos biológicos, geológicos e químicos.... A Terra é auto-reciclável: ciclo da água que evapora (água em estado gasoso) que retorna a ser água líquida e "filtrada"... na verdade destilada e depois fica rica em sais minerais em contato com o ambiente, degradação de matéria orgânica que se transforma em nutrientes pra novos organismos, os mineriais que se transformam em solos e sedimentos.... é uma infinidade de ciclos que a Terra administra/gesta/gerencia.
http://www.omnilife.com/videos/calentamiento_global1.html
sexta-feira, julho 04, 2008
Formação Personalizada (Multi e Interdisciplinar)
Como eu "alonguei" minha formação (reprovei umas matérias) acabei aproveitando para fazer várias outras e meu currículo ficou bem personalizado, abaixo vou listar todas as matérias/disciplinas que fiz. Interessante também é colocar que o curso de Oceanologia ele é tanto multidisciplinar quanto interdisciplinar. Multidisciplinar porque temos áreas de conhecimento variadas unidas no nosso currículo e interdisciplinar porque existe um "diálogo" entre muitas dessas disciplinas para "construir o conhecimento dos oceanos". Afinal, todo ambiente é interdisciplinar e a especialização acabou retirando um pouco da visão ambiental e por isso, tantas preocupações com a formação ambiental por aí, e preocupações com o Meio Ambiente, é bem para reconstruir o qe a especialização acabou fragmentando, não vendo as interações. Segue a lista:
Química geral
Geologia geral
Introduçõa à Oceanografia
Fundamentos do processo ecológico
Cálculo
Elementos de Álgebra
Biologia molecular
Oceanografia geológica
Mineralogia e petrografia
Zoologia
Anatomofisiologia vegetal
Oceanografia Física descritiva
Língua francesa instrumental
Introdução à economia pesqueira
Oceanografia Química
Geografia Ambiental
Sedimentologia
Biologia de macroalgas
Bentologia
Ecologia da vegetação costeira
Planctologia
Impactos ambientais em zonas costeiras
Bioquímica estrutural e metabólica
Língua inglesa instrumental
Ecologia onírica
Etologia
Probabilidade e estatistica
Ambientes sedimentares
Direito do mar
Direito ambiental
Fisiologia dos animais marinhos
Física
Meteorologia
Dinâmica dos oceanos
Geologia do Quaternário
Morfodinâmica costeira
Projetos em oceanografia
Introdução à limnologia
Ictiologia
Nectologia
Geoquímica marinha
Manejo de ecossistemas costeiros
Aquacultura
Recursos minerais do mar
Erosão e proteção costeira
Prática de técnicas e equipamentos oceanográficos
Ecologia de Sistemas
Dinâmica de populações pesqueiras
Geoquímica ambiental
Licenciamento ambiental - tópicos especiais
Técnicas de pesca
Trabalho de graduação e estágio
Pois é, isso aí foi tudo que aprendi na faculdade. A parte mais interessante é que quando vejo essas matérias todas, não consigo lembrar dos conhecimentos segmentados, mas sim interagindo... Uma coisa levando à outra. E fora os "registros documentais" de trabalho de graduação e estágio.... Levemos em conta que passei 4,5 anos no Laboratório de Gerenciamento Costeiro da FURG, observando e participando do crescimento, desenvolvimento e transformações das ideias e dos trabalhos executados por lá. Muita coisa, não é mesmo?
Uma viagem no conhecimento desde o estudo de Ciências especializadas até sua integração nas "Oceanografias" e suas aplicações na prática desde os oceanos até as regiões costeiras e, por que não continentais já que tudo de alguma forma vai parar no mar... Nossas aulas na área geológica (Geologia geral, Oceanografia geológica, Mineralogia e petrografia, Sedimentologia, Ambientes sedimentares, Geoquímica marinha, Geoquímica ambiental, Recursos minerais do mar, Erosão e proteção costeira)
principalmente dão essa visão.
(Esse era o post "egocêntrico" que eu tinha para colocar, que havia prometido... ele é mais informativo sobre o que aprendemos e como podemos nos formar. O meu direcionamento foi completamente ambiental para conhecimento e gestão... e com tudo isso de bagagem, entrei no ramo da Educação Ambiental)
sexta-feira, junho 27, 2008
Ibama fecha fábrica de processamento de barbatanas de tubarão
O proprietário do local foi autuado e multado em R$ 100 mil por não ter licença ambiental para funcionamento da fábrica (a licença do ano passado já está vencida) e ainda por crime ambiental, devido às espécies ameaçadas de extinção, cuja multa atingiu o valor de R$ 6.037.500 (a multa é de R$ 5 mil, mais R$ 500 por exemplar apreendido). Ele também recebeu multa no valor de R$ 43,7 mil por comercializar espécies provenientes de pesca proibida. Na quinta-feira, o proprietário foi detido pelos policiais militares que participavam da inspeção e encaminhado à delegacia da Polícia Federal, onde ele foi ouvido e após liberado.
Das barbatanas apreendidas, 3.000 quilos ficaram na câmara fria da empresa e o restante (as secas) foram armazenadas na sede do Escritório Regional do Ibama. O destino dos produtos apreendidos ainda não foi definido. O dono da fábrica responderá três processos administrativos junto ao Ibama, além do criminal. O crime ambiental foi constatado durante inspeção realizada pelo Ibama com os policiais que participaram do 1º Curso de Identificação das Espécies de Tubarões e Raias (elasmobrânquios), promovido nos últimos três dias pelo Escritório Regional do Ibama, com apoio do Laboratório de Elasmobrânquios do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).
O curso objetivou capacitar os agentes de fiscalização para a identificação das diferentes espécies de tubarões e raias que ocorrem na costa do Rio Grande do Sul, ameaçados de extinção ou não, e também para coletar fotografias e amostras para análises periciais que subsidiarão os processos penais. Participaram 15 policiais que atuam na região metropolitana de Porto Alegre, litoral norte e litoral sul. As aulas foram ministradas pelo chefe do Escritório Regional do Ibama, Sandro Klippel, pelo professor Carolus Maria Vooren, da Furg, e Mônica Brick Peres, da Fepam.
Carmem Ziebell
(Fonte: JOrnal Agora 25/06/2008)
domingo, junho 22, 2008
Ideias: de onde vêm e pra onde vão?
Fora esse curso de difusão, começarei a atuar em uma escola municipal de ensino especial e uma de minhas propostas foi uma Oficina "De onde vem e para onde vai?" para conscientização do consumo e tenho pensado em trabalhar na produção de algum material para isso no mestrado...Pois é, ideias pulsantes...
Nessas e outras, a Aline,amiga e também colega de profissão, acabou me indicando esse video que tem uma visão sistêmica que aborda muitos aspectos que envolvem o consumo e de forma crítica. O que penso em fazer é mais específico e direcionado à aplicação (tenho que manter o mistério) mais direcionada. Mas o video é bem interessante, vejam o link porque não consegui colocar o video:
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=pt-BR
sábado, maio 10, 2008
Mudanças Ambientais Globais
Depois de muito tempo, resolvi contar no que é que ando me envolvendo.
ncia de que a responsabilidade pela construção do futuro está nas mãos de cada um e não apenas de governos, polítios e grandes empresas. As pessoas precisam "aprender" e compreender que elas são as principais responsáveis pela contrução de seus futuros.segunda-feira, abril 14, 2008
Repensando os biocombustíveis
BERLIM, 14 Abr 2008 (AFP) - A produção em massa de biocombustíveis representa um crime contra a humanidade por seu impacto nos preços mundiais dos alimentos, declarou nesta segunda-feira o relator especial da ONU para o Direito à Alimentação, o suíço Jean Ziegler, em entrevista a uma rádio alemã.Os críticos dessa tecnologia argumentam que o uso de terras férteis para cultivos destinados a fabricar biocombustíveis reduz as superfícies destinadas aos alimentos e contribui para o aumento dos preços dos mantimentos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara um contra-ataque à onda de rejeição internacional aos biocombustíveis. A ampla estratégia envolve o governo e empresários do setor sucroalcooleiro
CONTRA-ATAQUE
"A UE financia as exportações de superávits agrícolas europeus para a África, onde são oferecidos pela metade ou a um terço de seu preço de produção", queixou-se Ziegler. "Isso arruina completamente a agricultura africana", acrescentou.Em entrevista ao jornal francês "Liberation", Ziegler também advertiu que o mundo se dirige para "um período muito longo de distúrbios e outros tipos de conflitos derivados da escassez de alimentos e aumentos de preços".Nesse contexto, a Comissão Européia indicou nesta segunda-feira que vai propor a supressão das subvenções para os cultivos destinados à produção de biocombustíveis, em meio à crescente polêmica causada pelo desenvolvimento dessa fonte de energia para lutar contra a mudança climática.Vários outros dirigentes europeus já manifestaram preocupação com a utilização da produção agrícola com fins energéticos em detrimento dos alimentos, num contexto de alta dos preços das matérias-primas.
"A produção agrícola com fins alimentares deve ser claramente prioritária", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier.A França propôs nesta segunda-feira uma iniciativa européia frente ao aumento de preços das matérias-primas e a crise alimentar que isto provoca, impulsionando um apoio reforçado à agricultura comunitária e uma ajuda maior a este setor nos países pobres."Em um mundo em que vai ser necessário produzir mais e melhor para alimentar nove bilhões de habitantes, há necessidade dos esforços de todos e também da Europa", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier, ao antecipar as grandes linhas da proposta que deve apresentar a seus colegas da União Européia em Luxemburgo.
Fonte: Universo Online(UOL)
segunda-feira, março 24, 2008
Onde o Arroio beija a Lagoa
Esse documentário que além de ser informativo é muito bonito e bem composto. Eu vejo além de informativo que é a função de um documentário que ele é também artístico. Idealizado por um aluno de Geografia da FURG e depois de muito trabalho, inclusive tendo que ir a outra universidade para ser aceito como Trabalho de Graduação, saiu esse produto que combina muitos elementos que despertam a sensibilidade.
O Tomate Maravilha ou o Titi, agora Geógrafo Tiago Picolli, conheci através de amigos durante meu período na FURG. Mas só vim a saber do vídeo no ano passado.
Um pouco de pesca, um pouco de entrevista com comunidade local, muita paisagem linda, um pouco de música e poesia, é um pouco de tudo isso que será encontrado no vídeo.
E o mais importante, ao meu ver, é o questionamento de "Onde é que vamos parar?", "Que caminho estamos tomando?" e por que não, "No que é que estamos nos transformando?".... Essa é minha visão, é claro.
Veja e dê sua visão... ou simplesmente, reflita.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Superinteressante
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
É de chocolate!!!

O ciclone extratropical que se organizou na costa do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira causou grande agitação marítima. O mar ficou de ressaca e as ondas chegaram a 2,5 metros. Seis surfistas tiveram que ser socorridos na praia do Cassino, uma das procuradas pelos gaúchos. Além dó deixar o mar agitado, nuvens carregadas provocaram muita chuva na região de Rio Grande, no litoral sul gaúcho. O total acumulado chegou a quase 99 milímetros em menos de 24 horas, de terça para a quarta-feira. O ciclone extratropical já se afastou para alto-mar, mas nesta quinta-feira o mar permanecia agitado, com ondas de até 2,5 metros. O movimento do ciclone também causou elevação das ondas de Santa Catarina ao Rio de Janeiro, ondas as ondas passavam de 1,5 metros em algumas séries. Com o afastamento ciclone, o mar tende a baixar nesta sexta-feira, mas séries de ondas com até 1,5 metros ainda devem ser observadas do Rio Grande do Rio ao Rio de janeiro. No fim de semana, banhistas e surfistas terão o sol forte, o calor e o mar mais tranqüilo, com ondas de 0,5 a 1 metro.
(Fonte: Universo Online)
quinta-feira, novembro 29, 2007
Agora a ARACRUZ consegue?! Acho que sim...
Para desembargadora, Ibama não é responsável por processo
A emissão de licenças ambientais para empreendimentos ligados ao plantio de eucaliptos no Rio Grande do Sul estão de volta à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Uma decisão da presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, desembargadora federal Sílvia Goraieb, suspendeu ontem a liminar de 9 de novembro da Justiça Federal que transferira a responsabilidade para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Desde então, o processo de licenciamento está paralisado. O Ibama também recorreu da decisão.A desembargadora acatou o argumento do Estado de que a medida causaria grave lesão à ordem e à economia públicas, por trazer perdas de investimentos. O pedido de suspensão foi feito pela Procuradoria Geral do Estado em 21 de novembro, revertendo a decisão da juíza substituta Clarides Rahmeier, da Vara Ambiental, Agrária e Residual de Porto Alegre. A juíza Clarides concedeu a liminar determinando a transferência do licenciamento da Fepam para o Ibama, além de estabelecer que os critérios usados para novas licenças fossem os da primeira versão de zoneamento ambiental do Estado - ponto central da polêmica entre empresas e ambientalistas. O zoneamento ambiental estabelece as áreas que devem ser preservadas. "A silvicultura, no Estado, sempre foi tratada no âmbito estadual, inclusive manifestando-se o Ibama, expressamente, pela sua incompetência para licenciar silvicultura", salientou a desembargadora na decisão.Para a presidente da Fepam, Ana Maria Pellini, a medida devolve ao órgão um assunto que foi sempre de sua atribuição. Ela compara a disputa entre as papeleiras e as ONGs ambientalistas a um Gre-Nal. A silvicultura, diz a presidente, é uma cultura como outra qualquer, como a soja e o arroz. Cabe à Fepam estabelecer limites para o bom funcionamento com respeito ao ambiente. Se não for possível, é preciso fixar compensações:- Não se trata de quem vai vencer, temos de buscar o consenso para avançar. As empresas precisam sentir segurança para continuar investindo. A suspensão da liminar é uma questão de soberania, porque esse assunto sempre esteve com a Fepam.A partir da suspensão da liminar, Ana Maria pretende seguir com o cronograma de licenciamento. Em dezembro, planeja realizar as seis audiências públicas nas bacias hidrográficas envolvidas no processo e conceder as licenças prévias aos empreendimentos. Juntos, os três maiores grupos com projeto de produção de celulose no Estado - Aracruz, Stora Enso e VCP Celulose - têm investimentos de cerca de US$ 6 bilhões. Um dos advogados do grupo de seis ONGs que solicitaram a suspensão da emissão de licenças ambientais pela Fepam, Ricardo de Oliveira lembra que a cassação da liminar não significa que, durante o curso normal da ação, o pedido das ONGs não seja reconhecido pela Justiça. Ele explica que um recurso solicitando reconsideração da decisão da desembargadora Sílvia Goraieb é juridicamente possível. Não informa se isso ocorrerá, por entender que a atribuição de recorrer é do Ministério Público Federal.
fonte: http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1692631.xml&template=3898.dwt&edition=8871§ion=63
sábado, novembro 24, 2007
Derretendo o Gelo do Coração do Homem
Angaangaq Lyberth pertence a uma família de curadores, habitantes de uma pacífica comunidade milenar que nunca conheceu guerra. Seu nome significa “o homem que se parece com seu tio” e, por isso, ele é conhecido como Uncle (“tio” em inglês). Em 1969, graduou-se bacharel em Administração pela Universidade de Copenhagen. Espalhando a mensagem de sabedoria e calor de sua antiga tradição, transmitida de geração a geração, Uncle mostra como viver com mais compaixão, 'derretendo o gelo do coração do Homem’ e, com isso, transformando as pessoas e o mundo aos poucos. Ele é um Ancião do setor canadense do Instituto Internacional dos Quatro Mundos para o Desenvolvimento Humano e Comunitário compondo, também, o Conselho Mundial de Anciãos. Participa ativamente de conferências internacionais, simpósios e palestras em Universidades sobre questões indígenas, do meio ambiente, de paz, de religião e espiritualidade, sendo convidado freqüentemente pelas Nações Unidas e UNESCO.
Reconhecido por promover harmonia inter-racial e inter-cultural, Uncle é membro do Conselho Mundial de Sabedoria, da Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global e um Ancião da Fundação de Conexão Tribal, atuando como elo de ligação com tribos indígenas. Ele é associado da Iniciativa Religiosa das Nações Unidas, do Clube Internacional de Budapeste, do Grupo de Mestres, da Corporação para Restauração da Terra e do Instituto Jane Goodall.
Por meio da instituição Sirmiq Aattuq - Derretendo o Gelo do Coração do Homem, Uncle realiza os importantes e críticos trabalhos que é chamado a fazer. O compromisso da Sirmiq Aattuq é preservar a Mãe Terra e todos que nela vivem, criando Círculos de Cura, transmitindo ensinamentos e participando em simpósios internacionais, em movimentos para a preservação ambiental e em programas educacionais. Sirmiq Aattuq não é governada nem alinhada nem licenciada por qualquer instituição religiosa ou política ou por qualquer país ou organização multinacional.
“Quando vi o Uncle pela primeira vez, senti como se fosse um encontro de almas! Percebi seu forte poder de abrir o coração das pessoas para transformações pessoais.” (Cyro Leãoo, xamã urbano, em encontro em 2006)
“Eu queria agradecer pela oportunidade incrível que foi ser atendida pelo Uncle. Eu estou transformada; aliás, não só eu, mas todo mundo que passou por ele, na Editora. Hoje a gente encontra as pessoas no corredor com um sorrido no rosto e boquiabertas com as coisas que ele disse...foi uma bênção!” (Melissa Diniz - Editora-Chefe da Revista Estilo Natural - Ed. Símbolo, no dia da entrevista com Uncle, agosto/2007)
'Durante o trabalho com este xamã de cura, saí do meu corpo, me sentia como que flutuando no ar. Totalmente leve, totalmente solta. Como se meu corpo físico não existisse. Me tornei pura energia. Fui transportada para um lugar de luz infinita e pura paz. Transcendi. Nos dias que se seguiram tive vários insights e decidi me amar acima de tudo e de todos. Decidi cuidar de mim para então poder cuidar melhor dos outros. Serei eternamente grata a ele por esta oportunidade de evolução.' (Márcia De Luca - Radio Mundial, em entrevista com o Uncle em ago/2007)