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quarta-feira, julho 04, 2012


 Documentário do History Channel: Life after people.
Muito bom pra refletir sobre o que é positivo e o que é negativo nas ações antrópicas.
 E nos mostra que o importante é descobrir o "caminho do meio", o equilíbrio entre a Natureza (incluindo os humanos) e as ações ou interações antrópicas.

sexta-feira, outubro 23, 2009

Cartão de visitas ecológico



Uma agência de publicidade de Portugal bolou um cartão ecológico para uma consultora ambiental.

A proposta é simples: reutilizar papéis que iriam para o lixo e "carimbá-los" com seu cartão de visita.



(clique na imagem para ampliá-la)

Sejamos honestos: quantos cartões novinhos que acabaram de sair da gráfica vão direto para o lixo após recebermos? E quantos são jogados fora por que tu mudaste de emprego e não te servem para mais nada?

O cartão criado pela Fischer Portugal é bem simples: qualquer pedaço de papel, que invariavelmente seria jogado no lixo pode ser carimbado :) 

Ah! E quando mudar de emprego é só mandar fazer a borrachinha do carimbo nova, toda a estrutura, seja ela plástica, de metal ou madeira, pode continuar sendo a mesma.

Gostou? Eu adorei! Estou pensando seriamente em fazer um para mim. Além de servir como meu cartão de visitas pode servir também para identificar meus livros, documentos, diversos fins para um mesmo "carimbo".

(imagem daqui)

quinta-feira, outubro 01, 2009

Plantando na Cidade

Porque além dos oceanos existem muitos ambientes pelos quais nos interessamos... Que formam o nosso sistema vivo... a Nossa Terra... Gaia!



Como o que é bom é pra ser visto e divulgado, resolvi colocar esse video aqui. O projeto é desenvolvido numa faculdade particular, de onde faço parte de um programa de extensão comunitária... Cantarolo por lá uma vez por semana em ensaios... e tenho achado muitos programas e projetos interessantes por lá...

Segue a informação:

Para saber mais sobre o Plantando na Cidade clique!

E prestem atenão nas informações do site, tem uma cartilha!

quarta-feira, abril 08, 2009

O que estamos deixando no planeta: Resíduos sólidos (lixo)


Um dos assuntos prediletos de duas colaboradoras do blog, a Ângela e eu, é o de resíduos sólidos ou lixo, para quem preferir.


Numa das "manchetes" da UOL saiu este vídeo bem interessante sobre produção de resíduos. Constatações de que houve uma grande aumento no consumo e produção de produtos indsutrializados que geram bastante resíduos, a individualização e a pressa como propulsores deste aumento de lixo gerado.

(Veja o vídeo aqui.)

O ponto de vista de quem acha que aterros e mais aterros são a melhor solução (coisa que enquanto eu ouvia fui ficando meio bravinha).

E, finalmente uma visão mais aberta com soluções mais coerentes para esse imenso e sempre crescente problema de resíduos. Falando sobre o reaproveitamento e reciclagem de material pelas indústrias e parceria pública com o setor privado para gerar novos empregos e reduzir o impacto ambiental do nosso consumo desenfreado.

Agora, acrescento uns toques essenciais de educadora ambiental:

É necessário um intenso trabalho de Educação Ambiental ou seja, conscientização a respeito desses assuntos tão distantes de nós nos dias de hoje.

Como tiram o lixo da frente de nossos olhos, a tendência é acharmos que "não é nada"...Afinal, se dá pra tirar da nossa frente e não atrapalhar, não causa problemas. Essa é a visão da maioria, mas a verdade é que todo o lixo que é colocado em embalagens plásticas acaba promovendo impermeabilização do solo e a imperbeabilização do solo provoca enchentes.

Outro trabalho a ser desenvolvido é o do consumo consciente, optando por produtos com menos embalagens. Além de algumas mudanças necessárias nos próprios hábitos alimentares, pois consumindo produtos naturais a geração de lixo é menor, é melhor para a saúde e caso se tenha um jardim, é possível fazer compostagem com o que sobra da preparação dos alimentos.

A mudança de alguns hábitos é o mais complicado de se conseguir, o trabalho tem que ser de grande dedicação e a camapnha deve ser extensa, porque até mesmo a separação do lixo limpo em casa é difícil de ser assimilada.

Até agora, só falando do trabalho mais individual.

Na esfera pública, dar suporte a tudo isso não é fácil, mas necessário. Aumentar a coleta seletiva, aumentar o número de lugares de triagem e incentivar as indústrias a utilizar recicláveis como matéria prima.

Muito trabalho a ser feito pela frente!

E a qualidade de vida das pessoas depende da execução desse trabalho.

quinta-feira, março 12, 2009

Conflitos conceituais e feudos cognitivos

Tudo começou porque resolvi colocar o pé na área de Humanas, após sair das Ciências Exatas e da Terra (com um pé nas Biológicas?)....


Pois é, estou fazendo especialização em Educação... a Kel já fez, mas voltada à Matemática... A minha, é pro Ensino Superior em geral. Eu sabia que enfiaria o pé na jaca...oops... Na Pedagogia que até acho fácil de assimilar, afinal, fui "educada" nos modos formais de ensino, de acerto modo, já experienciei a coisa e o momento de transição das metodologias.
E ontem começa o conflito, textos de humanas usando animais para comparar "atitudes somente humanas" com "pseudo-comportamento animal". Logo na primeira aula, a professora resolve apresentar textos que usam animais e seus comportamentos para comparar com atitudes humanas, tudo bem que fábulas existe m desde que se contam histórias, mas acho que hoje temos à disposição conhecimento suficiente para verificar se o que é dito está realmente certo.
Tudo isso porque fiquei indignada pelo texto dar uma ideia de que tartarugas são animais covardes (isso acho que não existe entre os animais.. é uma "sensação humana") e que águias são praticamente indestrutíveis e muito corajosas (algo fácil quando se é uma ave de rapina e que voar e ficar bem longe do alcance dos outros animais é algo comum).
Depois, um outro texto que aplicava visão humana e dava características humanas aos animais...
Os seres humanos têm visão ampliada e têm personalidade, podem escolher como agir (ou são coagidos...isso já é um problema social)... Não acho certo "denegrir" a imagem dos animais por conta do tanto que o ser humano "se rebaixa".
Eu confesso que estou cutucando a onça com vara curta desde o ano pássado que me envolvi com um grupo de Psicologia Social, mas agora a coisa foi forte.
Por conta desse meu conflito etológico ou psicológico, sei lá eu, porque até eu fiquei confusa com isso... resolvi buscar algumas coisas sobre etologia dos animais envolvidos na visão humana e descobri um post interessante:
O editorial da Nature destaca a importância dos cientistas blogarem
http://etologiabrasil.blogspot.com/2009/02/o-editorial-da-nature-destaca.html
E viva a EDUCOMUNICAÇÃO!!!!
(Quando eu aprofundar meus estudos nessa "nova onda", coloco algo por aqui)
PS: Parte interessante, Jean Piaget (um dOs Caras da Pedagogia foi biólogo...huahuahuahau)

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Máquina dos Sonhos - parte 3 - Capitão Planeta


Nesta, terceira e última parte, vem o fechamento de ideias. Explosão dos conflitos, busca de soluções - lembrando que não dá pra "invocar o Capitão Planeta' - devemos pensar em conjunto, unindo forças pra buscar soluções e colocá-las em ação.
E a finalização que mostra que tudo vem de algum lugar e vai parar em outro, devendo pensar antes de se comprar as coisas....



Máquina dos Sonhos - parte 2 - Capitão Planeta

Nessa segunda parte dá pra se "pensar no consumismo"; conflitos gerados entre as pessoas pelos mais diversos fatores; que todo produto necessita de recursos para produação que vêm da exploração dos recursos naturais que em sua maioria são finitos ou não-renováveis se preferirem; nos impactos ambientais gerados pelas diversas atividades humanas.

Um destaque para os problemas relacionados à água: poluição, escassez, conflitos gerados em torno da água.



Máquina dos Sonhos - parte 1 - Capitão Planeta

(Inspiração pro outro blog que resolvi trazer pra cá)

Para quem não conhecia, esse desenho animado é bem interessante.Apresenta muito elementos de ecologia fantasiando algumas coisas para que possamos ver "mais rapidamente" os processos....
Nesse episódio em especial, são vários os elementos que podem ser trabalhados na Educação Ambiental. Começando pela produção de bens de consumo.... e o enredo segue com outros elementos nas demais partes....


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Detalhe: A Kel coloca vídeos técnicos... a Má coloca desenho animado... huahauhuahua... olha a diferença...hihihihih

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Um mar quase doce ... (parte 1,2 e 3)

O pesquisador Ulrich Seeliger mais uma vez produziu um lindo documentário falando do sul do nosso país, vale conferir!!

Um Mar Quase Doce

O documentário identifica a flora e a fauna e as características ecológicas do sistema lagunar Patos-Mirim, bem como os riscos ambientais do estuário da Lagoa dos Patos. Para fazer o download do video
fonte:http://www.ecomidia.pro.br/videos.html
Parte 1


Parte 2



Parte 3



quinta-feira, outubro 30, 2008

Bloom in action

Adorei a idéia: pedalar, fazer bolhas de sabão e despersar sementes, essa é a idéia do bloom in action... leiam ai:


The Bloom device is meant to be a subversive and inspirational tool for our concrete jungles. Similar to the tuft of a dandelion as the wind carries the seedling, we propose a way of dispersing seedlings with bubbles and bicycling. Seeds are co-mingled with a bubble mixture and upon pedaling to your destination , you release the floating seeds which land in cracks and crevices throughout the city streets. Over time, the seeds grow into flowers and plants to create a green "fringe" to our sidewalks and streets.

Using natural ingredients; vegetable based soap and seeds, combine together to make a dissolving "nugget". The resulting mixture resides in a reservoir inside Blooms aluminum housing. The housing is attached to the lower frame near the rear tire, similar to a exhaust pipe. Upon pedalling, air enters the front of Bloom and spins a pinwheel inside which picks up a small drop of the seed/bubble mixture and blows a bubble carrying a seed out the back as "exhaust".

Our inspiration comes from the tale of Johnny Appleseed, where he would spread seeds everywhere he went planting apple trees for future generations.





quarta-feira, outubro 15, 2008

Educação para a cidadania contra a pobreza


POBREZA: subst. Fem. 1. Estado ou qualidade de pobre. 2. A classe dos pobres. POBRE: adj. 1. Que não tem o necessário à vida; sem dinheiro ou meios. 2. Que denota pobreza. 3. Pouco produtivo. 4. Pouco dotado.
(Isto é o que consta no nosso velho amigo, minidicionário da Língua Portuguesa do “tio” Aurélio.)




Falar sobre pobreza é fácil. Enxergar a pobreza é fácil. Mas é muito difícil encontrar soluções. Em nível global, é pior, porque fica mais fácil identificar a pobreza por uma diferença, ou melhor, desigualdade social entre países, as explorações que ocorrem e por aí vai.
Então, prefiro falar em menor escala, e falar sobre as soluções para a pobreza no Brasil. Acredito que uma educação voltada para a cidadania, formação de cidadãos é uma boa solução. Afinal, temos escolas públicas, temos programas políticos para dar assistência às necessidades básicas para uma vida e o crescimento/evolução/progresso individual, dependeria realmente de cada um. Isso é a teoria, na prática, parece que as coisas não funcionam assim, problemas vão se somando, falhas vão se somando e a “coisa não vai” por um “deixa que eu deixo”.
Acho que a educação tem papel fundamental para promover uma consciência a respeito da cidadania, de direitos e deveres dos cidadãos brasileiros. Com isso, as pessoas teriam uma base melhor para se organizarem e fazerem valer seus direitos e exercerem uma real política. O problema é que a educação não teve a atenção merecida por muito tempo. Raramente se colocam questões a respeito de cidadania e constituição brasileira... E todos se sentem excluídos e não-cidadãos. Esses assuntos deveriam ser mais discutidos do que equações matemáticas e disciplinas sem ligação com a vida de cada aluno...
Penso que educação e conhecimento levam à autonomia e com isso a uma saída da pobreza. A pobreza financeira ou de recursos é reflexo de pobreza de saberes, conhecimentos e vontade. A pobreza causa degradação ambiental seja por uso/exploração incorreta do meio ambiente, seja por reflexo de como as pessoas sentem que são tratadas.
Nisto, a Educação Ambiental tem importância fundamental no despertar de consciências sobre a responsabilidade da construção da vida de cada um, de como tratamos o meio e as pessoas. Por isso, a Educação Ambiental é um instrumento de Educação para a Cidadania, mostrando o que pode ser feito e como, com co-responsabilidade e co-operação. O MEIO AMBIENTE é o grande meio! Onde se começa a perceber que compartilhamos nossas vidas com todos... É reflexo de nossos sonhos e ações... E, portanto, depende de cada um e de todos nós.

Apesar de escrever pensando no Brasil, com poucas adaptações, poderiam ser soluções globais.



sexta-feira, agosto 22, 2008

Aí, eu fui...


Como a Angel colocou uma indicação muito direcionada para visitar uma exposição... lá fui eu!
Além da exposição na quinta-feira (21/08/200/), no dia anterior ( quarta-feira 20/08/2008) fui visitar a cooperativa de catadores e célula de triagem da Móoca, junto aos alunos da EMEE Neusa Basseto. Fomos lá... O pessoal da cooperativa recebeu todo mundo super bem. Explicou como funciona muita coisa (e eu tendo várias idéias...). O espaço é fornecido pela prefeitura, mas as contas são de responsabilidade da cooperativa. Todo mundo trabalha, vende o material pras recicladoras, pagam as contas e o que resta é dividido por todos, achei legal que descontam até o INSS... São cooperados com consciência, inclusive!
Nem todo o material é selecionado porque a esteira fica rodando, muita coisa acaba passando e vai pros aterros do mesmo jeito. Outro problema é que por não lavarem os materiais o cheiro não é lá muito agradável, mas suportável... Aí vem algo que sempre lembro e relembro as pessoas: limpar e lavar o material reciclável. Mesmo com a separação, acaba passando material orgânico... outro problema na fonte geradora do lixo. Além disso, temos muitas embalagens que não podem ser recicladas... E nesse momento, eu falei da importância do consumidor de exigir dos fabricantes a utilização de materiais menos agressivos ao ambiente e que possam ser reutilizados ou recicláveis! Como fazer isso? O único meio que pensei foi o de contactar os "Serviços de Atendimento ao Consumidor" que sempre tem nas embalagens, e podem argumentar que toda empresa tem que ter responsabilidade socioambiental... Porque dentro em breve, estou vendo leis exigindo isso... no exterior existe e aqui se não fizerem por vontade, cedo ou tarde acaba virando lei também.
Nas curiosidades sobre lixo encontrado, relatos de celulares (que funcionavam...sim, provavelmente o dono trocou por um mais novo e fez a pior coisa do mundo: jogou no lixo em vez de levar a uma loja parecida ou a mesma que comprou onde as empresas se tornam responsáveis por todo o material do celular: metais pesados e tóxicos para o ambiente); correntes de ouro (isso foi descuido ou alguém ficou bravo com quem deu o presente); dinheiro (dinheiro não nasce em árvores, mas pode ser encontrado no lixo!) e assim vai....
No fim, a nossa guia (uma cooperada), falou sobre umas salinhas onde ocorriam oficinas de arte, papel reciclável, e demais atividades que podem ser trabalhadas para tomada de consciência de que quase nada é lixo, mas estão fechadas por falta de incentivo. E voltamos ao que deve ser corrigido no planeta: a cabecinha das pessoas... é necessário que as pessoas tomem consciêcia das coisas, de suas ações e as reações provocadas por elas. A pecinha que precisa ser consertada no planeta chama: humanidade... nada além!
Ninguém além dos humanos são responsáveis pelas transformações em suas vidas. Suas ações provocam reações no ambiente. No mais, os ciclos e mudanças naturais da Terra são amenos... os naturais, são naturais... de resto... é responsabilidade dos humanos.


A Exposição LixoÚtil é multimídia, mas em grande parte composta por painéis informativos, um quebra-cabeça de material reciclado (plástico) com informações também, e uma salinha de vídeo revestida de material plástico preto, acho que pra dar a sensação de estar dentro do lixo. Mas eu não entrei porque está um calor absurdo em São Paulo e colocaram a exposição bem na "clarabóia" do shopping... um janelão de vidro imenso que fica batendo o sol o dia todo (nada de conforto térmico... não sei onde o arquiteto que projetou estava com a cabeça... acho que no tempo dele não se pensava nessas coisas.... por isso que é sempre bom pensar bem nas consequências futuras dos nossos atos!)
Voltando à exposição, achei interessante porque tem muita informação que está disponível em todo canto, nada de muito supreendente, mas por estar em todo canto e ainda não ter um resultado muito efetivo....acho que todo canto a mais que as informações sobre resíduos sólidos são colocadas, são imensamente válidas.
Tem um painel com o esquema de um aterro e a explicação de seu funcionamento e importância.
Tem informação sobre o biogás gerado no lixo e que pode ser aproveitado como fonte de energia (sempre ressalto a importância do aproveitamento desses gases... praticamente o funcionamento do DeLorian filme "De volta para o futuro", se bem que no DeLorian, além do biogás, tem aproveitamento da biomassa também)
Informações sobre consumo, o que já sabemos: países com mais dinheiro geram mais lixo e em grande parte de embalagens, os menos abastados de dinheiro geram mais lixo de origem orgânica.
Importante que informam sobre a reciclagem ser uma alternativa, mas não a solução, o principal e a consciência na redução do consumo. Essas coisa gerais que todos deveriam saber e ainda não sabem.
Algo interessante que vi em um dos panfletos foi que eles orientam para que as pessoas cobrem das Associações de Moradores esse trabalho de conscientização e gestão de resíduos sólidos.... Coisa que eu falo pra todo mundo... (Aqui tenho que colocar o velho ditado: "Em casa de ferreiro, espeto é de pau".... Porque o presidente da associação não ouve)
No fim das contas, sempre o mesmo: a informação existe, é acessível.... as pessoas é que são difíceis!!!!
Ai ai, trabalho duro esse de conscientizar pessoas... Mas vamos seguindo.

sábado, julho 26, 2008

Essa série "Creature Comforts" é muito fofa!!!!
Esse fala sobre o mar e por isso coloquei aqui: "Porque o som do mar é realmente, realmente pacificador...."
Infelizmente ainda não tem a série legendada e nem dublada, mas é fácil de entender.
Se as colaboradoras com um "inglês" melhor que o meu se prestarem a traduzir... Fica por aí... senão, fica por divulgação e com os depoimentos do bichinhos super fofos!
Procurem ver o do leão também, foi por ele que comecei... huahuahua

quinta-feira, julho 17, 2008

Introdução de um Ensaio de Educação Ambiental

Resolvi publicar aqui a introdução do meu ensaio sobre educação ambiental a ser entregue à disciplina de Pesquisa em Psicologia Social. Tenho tentado não perder meus "surtos" criativos e reaproveitá-los ao máximo. Assim, mantemos o Bubbles in the Water atualizado.



A educação ambiental começa a ter destaque e tomar grande corpo em um momento de crise ambiental generalizada. Mesmo que a idéia e a necessidade da educação ambiental tenham surgido no início dos anos 70, sua aplicação não tem sido efetiva e muito menos adequada. A educação ambiental continua sendo tratada de forma que se pareça com uma gestão ambiental, onde existem regras a serem seguidas, atos a serem feitos e limitados a uma visão não-democrática e sim de cumprimento de deveres de acordo com uma suposta etiqueta ecológica.
É o momento da reapropriação da real educação ambiental como um exercício de cidadania, onde as pessoas percebam que são elas as transformadoras e reguladoras do ambiente, todas as pessoas e não apenas o Estado, as grandes indústrias ou grandes empresas. Com um posicionamento democrático de organização e não na centralização do poder causando opressão em muitos por poucos. Pois quando colocamos o meio ambiente como referência, percebemos que todos compartilham este meio e, portanto, todos são responsáveis. Através da democracia e da participação nas ações possíveis da real educação ambiental constituindo cidadãos que possam se sentir empoderados e capazes de construir sua realidade ambiental. E a partir daí, perceberem que são responsáveis por suas vidas e que no exercício da cidadania e no exercício de viver organizem-se para uma mudança positiva, consciente dos atos feitos e das respostas a estes atos.
Essa conscientização do poder humano é possível devido ao acúmulo de conhecimento e acessibilidade facilitada na contemporaneidade, onde a tecnologia e a informação são capazes de fornecer subsídios para apresentação da história e da “formação” de civilizações e seus progressos em tempos de recursos limitados. Na posição historicamente privilegiada em que estamos, com relação ao passado, devemos ter a preocupação da criação de um futuro com equidade, já que mais pessoas têm acesso ao conhecimento, maior deve ser a participação nas decisões de construção do futuro.

sexta-feira, julho 04, 2008

Formação Personalizada (Multi e Interdisciplinar)

Nós oceanólogas, apesar de termos feito o mesmo curso e termos entrado numa mesma turma, temos uma formação "básica" bastante similar, mas dentro do nosso curso é possível acrescentar outros conhecimentos que nos interessam e nos formarmos mais especializadas de acordo com as matérias eletivas possíveis no curso, além das que podemos "puxar" de outros cursos e cursar tendo uma formação bem personalizada.

Como eu "alonguei" minha formação (reprovei umas matérias) acabei aproveitando para fazer várias outras e meu currículo ficou bem personalizado, abaixo vou listar todas as matérias/disciplinas que fiz. Interessante também é colocar que o curso de Oceanologia ele é tanto multidisciplinar quanto interdisciplinar. Multidisciplinar porque temos áreas de conhecimento variadas unidas no nosso currículo e interdisciplinar porque existe um "diálogo" entre muitas dessas disciplinas para "construir o conhecimento dos oceanos". Afinal, todo ambiente é interdisciplinar e a especialização acabou retirando um pouco da visão ambiental e por isso, tantas preocupações com a formação ambiental por aí, e preocupações com o Meio Ambiente, é bem para reconstruir o qe a especialização acabou fragmentando, não vendo as interações. Segue a lista:

Química geral
Geologia geral
Introduçõa à Oceanografia
Fundamentos do processo ecológico
Cálculo
Elementos de Álgebra
Biologia molecular
Oceanografia geológica
Mineralogia e petrografia
Zoologia
Anatomofisiologia vegetal
Oceanografia Física descritiva
Língua francesa instrumental
Introdução à economia pesqueira
Oceanografia Química
Geografia Ambiental
Sedimentologia
Biologia de macroalgas
Bentologia
Ecologia da vegetação costeira
Planctologia
Impactos ambientais em zonas costeiras
Bioquímica estrutural e metabólica
Língua inglesa instrumental
Ecologia onírica
Etologia
Probabilidade e estatistica
Ambientes sedimentares
Direito do mar
Direito ambiental
Fisiologia dos animais marinhos
Física
Meteorologia
Dinâmica dos oceanos
Geologia do Quaternário
Morfodinâmica costeira
Projetos em oceanografia
Introdução à limnologia
Ictiologia
Nectologia
Geoquímica marinha
Manejo de ecossistemas costeiros
Aquacultura
Recursos minerais do mar
Erosão e proteção costeira
Prática de técnicas e equipamentos oceanográficos
Ecologia de Sistemas
Dinâmica de populações pesqueiras
Geoquímica ambiental
Licenciamento ambiental - tópicos especiais
Técnicas de pesca
Trabalho de graduação e estágio

Pois é, isso aí foi tudo que aprendi na faculdade. A parte mais interessante é que quando vejo essas matérias todas, não consigo lembrar dos conhecimentos segmentados, mas sim interagindo... Uma coisa levando à outra. E fora os "registros documentais" de trabalho de graduação e estágio.... Levemos em conta que passei 4,5 anos no Laboratório de Gerenciamento Costeiro da FURG, observando e participando do crescimento, desenvolvimento e transformações das ideias e dos trabalhos executados por lá. Muita coisa, não é mesmo?
Uma viagem no conhecimento desde o estudo de Ciências especializadas até sua integração nas "Oceanografias" e suas aplicações na prática desde os oceanos até as regiões costeiras e, por que não continentais já que tudo de alguma forma vai parar no mar... Nossas aulas na área geológica (Geologia geral, Oceanografia geológica, Mineralogia e petrografia, Sedimentologia, Ambientes sedimentares, Geoquímica marinha, Geoquímica ambiental, Recursos minerais do mar, Erosão e proteção costeira)
principalmente dão essa visão.

(Esse era o post "egocêntrico" que eu tinha para colocar, que havia prometido... ele é mais informativo sobre o que aprendemos e como podemos nos formar. O meu direcionamento foi completamente ambiental para conhecimento e gestão... e com tudo isso de bagagem, entrei no ramo da Educação Ambiental)

domingo, junho 22, 2008

Ideias: de onde vêm e pra onde vão?

Minhas ideias de trabalhar com Educação Ambiental e os trabalhos que já vêm sendo realizados pulsam a todo momento na minha vida de forma gratificante, um dia conto as experiências que tenho passado com curso de difusão de formação de professores-educadores ambientais.

Fora esse curso de difusão, começarei a atuar em uma escola municipal de ensino especial e uma de minhas propostas foi uma Oficina "De onde vem e para onde vai?" para conscientização do consumo e tenho pensado em trabalhar na produção de algum material para isso no mestrado...Pois é, ideias pulsantes...

Nessas e outras, a Aline,amiga e também colega de profissão, acabou me indicando esse video que tem uma visão sistêmica que aborda muitos aspectos que envolvem o consumo e de forma crítica. O que penso em fazer é mais específico e direcionado à aplicação (tenho que manter o mistério) mais direcionada. Mas o video é bem interessante, vejam o link porque não consegui colocar o video:


http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=pt-BR

sábado, maio 10, 2008

Mudanças Ambientais Globais

Depois de muito tempo, resolvi contar no que é que ando me envolvendo.

Desde sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008, começou um Grupo de Estudos de Mudanças Ambientais Globais coordenado pelo Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção (LAPSI) da USP e o Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura de São Paulo.
(imagem: http://alvorecer-escriba.blogspot.com)

Não só mudanças climáticas estão ocorrendo no planeta e o que mais precisa mudar são os humanos residentes...hehehe

A idéia desse grupo é estudar meios de conscientização e emancipação a partir da Educação Ambiental. Fazer as pessoas acordarem e verem suas realidades e mostrar os caminhos para algumas mudanças dentro de suas possiobilidades, mostrando a elas o poder que têm sobre a construção de seus futuros. Óbvio que toda ação tem limite, mas antes agir com os limites do que não agior de forma alguma.

Isso está sendo realizado num primeiro momento com orientação a professores da rede formal e pública de ensino, para que estes trabalhem com seus alunos as questões ambientais relacionadas com suas próprias vidas. Afinal, o ensino público abarca a maioria da população de baixa renda brasileira e portanto, a realidade deles é bem diferente do que se costuma ver por aí. Como costuma ser levantado: Como é que se vai dizer para alguém que nem tem água potável em casa que essa pessoa deve economizar água?

Pois é, as diferenças são imensas... as realidades são absurdamente diferentes e trabalhar com isso é muito complexo.

Além de tudo, outra questão crucial é que o sistema educacional está absurdamente desinteressante, pois existe muita informação e os diversos meios de se obter esta informaçãomuito mais interessantes que as aulas nas escolas... Então, deve ocorrer uma revolução modo de ensinar.

Mas como fazer isso? E com as pessoas tão acomodadas às situações.

É o que se pretende buscar e sugerir algumas ações com este grupo de estudos.


Afinal, está na hora de todo mundo tomar consciência de que a responsabilidade pela construção do futuro está nas mãos de cada um e não apenas de governos, polítios e grandes empresas. As pessoas precisam "aprender" e compreender que elas são as principais responsáveis pela contrução de seus futuros.
(Imagem: http://www.tribosdegaia.org)
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Por que uma oceanóloga resolveu "se enrascar" com esses assuntos?
Vou contar o que foi que falei durante minha apresentação ao grupo:
- Como oceanóloga estudei o sitema da Terra (Sistema Gaia) e sei que de uma forma ou de outra, a Terra acaba se resolvendo, nem que seja com um tsunami. O que precisa ser feito é transformar as pessoas e conscientizá-las de que a Terra se conserta, quem não fica bem nessa história são os humanos e sua qualidade de vida.
(Como vêem, continuo tri sublime e delicada para expor as coisas)

terça-feira, abril 22, 2008

Aos filhos de Gaia



Também pelo Dia da Terra escrevo. Este planeta que carinhosamente chamo de Gaia assim como os gregos (aqueles lá de onde surgiu praticamente toda nossa cultura ocidental).


O movimento todo de preocupações com o planeta em que vivemos - nossa "casa" e nossa "grande mãe" (tudo o que constitui vida na Terra é filho dela), e até para alguns nossa "grande nave" (pois é, tudo depende da abordagem filosófica ou ideológica) - surgiu lá pelos anos 70, muitos documentos foram assinados, diversos movimentos foram iniciados e é dada sequência ainda hoje e inclusive foi escrita uma Carta da Terra .



Esta, constitui-se de uma declaração de como seria "construída" a Terra para o século 21. Onde pontos que levantamos frequentemente aqui no blog são colocados e o mais interessante é que os colocamos por experiência própria e não por termos lido a carta ou a "decorado". Ou seja, com um pouco de reflexão é possível perceber e construir vidas melhores, é só termos consciência de que a Terra é o meio compartilhado por todos nós, é praticamente o denominador comum de todos os homens (em destaque porque são estes os que mais intereferem na natureza terrena), é dos recursos que Gaia levou Eras Geológicas que obtemos tudo, portanto deve-se administrar a exploração e o uso.


Além da parcela Ecológica-Econômica não devemos deixar de lado, de forma alguma aqueles que compartilham esse meio, não adianta ser ecoloógicamente correto e humanamente muito errado.

É necessário despertar a consciência e a sensibilidade em todos para percebemos que todos somos responsáveis pelo mundo que construimos.


Afinal, constituimos este todo.


Imagens dos sites:
1. http://aura.gaia.com/photos/3/25650/large/Gaia.jpg
2. http://www.ocean.fsu.edu/courses/sp021001-6/gaia_statue.jpg
3. http://www.geocities.com/rainforest/vines/1320/gaia_birth.jpg


Curiosidade:
Uma Carta da Terra para Crianças:
http://www.cartadaterra.org/pdf/CTparacriancasNAIA.pdf

Mar à vista

Existe um site muito bonito e informativo para falar de oceanografia de maneira introdutória. É indicado para o nível médio, mas com ceteza o ensino fundamental também pode utilizá-lo. A série conta com 5 episódios:

1- A caminho do mar
2-
A Grande Batalha

3- Berçário do Mar
4-
A onda do mar leva, a onda do mar traz

5- O ar vem do mar

A série Mar à Vista, tem a assessoria científica do Instituto Oceanográfico da USP, é uma realização da Rede Cultura e Casa de Produção e Vídeo, com base na Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e com o patrocínio do Banco Volkswagen.

Confira o site! http://www.tvcultura.com.br/aloescola/ciencias/maravista/